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Nasceu em 5 de março de 1887, na Rua Ipiranga no Rio de Janeiro, filho do Professor Raul e Noêmia um dos maiores compositores brasileiros. Aprendeu com seu pai a tocar clarineta e era obrigado a discernir o gênero, estilo, caráter e origem das obras como declarar com precisão o nome da nota dos sons ou ruídos que surgiam incidentalmente, como, por exemplo, o guincho da roda do bonde, o pio de um pássaro, a queda de um objeto metal. Mantinha contato com jovens artistas e poetas de todos os recantos do país, como poucos estudou e viajou buscando conhecer a diversidade que tinha seu país. Passou por Espírito Santo, Bahia, Pernambuco. Penetrando direto no ambiente popular folclórico; capitais e sertão; fazendas e engenhos do interior; anotação dos cantos primitivos, dos ritmos africanos, dos temas dos cantadores, dos instrumentos rústicos, dos aboiados, das danças, do frevo, do maracatu, das cantigas de mendigos, das lamentações dos cegos, tudo apontado com sinais próprios. Mil e um temas folclóricos que depois seriam o material apresentado nos Guias práticos (1932). Compôs obras como Choros Nº 10 (Rasga Coração), suíte para piano Ciclo Brasileiro (1936), Suíte Brasileira para orquestra (1912), Uirapuru (1917), dentre outras inúmeras obras para as mais diversas formações. As referidas peças foram compostas por:
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Pertencia à uma família de grandes músicos da Turíngia, no Centro-Norte da Alemanha, que ao longo de seis gerações produziu um número extraordinário de bons músicos e vários compositores famosos. Considerava – se um artesão consciencioso que fazia seu trabalho o melhor que sabia para satisfação de seus superiores, para deleite e edificação dos seus semelhantes e para glorificar a Deus. Foi organista em Arnstadt (1703-1707) e Mühlhausen (1707-1708), diretor musical na corte de um príncipe em Cõthen (1717-1723) e mais tarde Chantre do colégio de S. Tómas e diretor musical em Leipzig (1723-1750). Compôs praticamente em todas as formas em voga no seu tempo, com exceção da ópera. Estas informações são do compositor:
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Grupo instrumental criado em 1919 por Donga e Pixinguinha atendendo pedido de Isaac Frankel que queria um grupo para se apresentar na sala de espera do Cinema Palais. A primeira formação do grupo contou com as presenças de Pixinguinha, na flauta; China, no vocal, violão e piano; Donga, no violão; Raul Palmieri, no violão; Nelson Alves, no cavaquinho; José Alves, no bandolim e ganzá; Jacó Palmieri, no pandeiro e Luís de Oliveira, na bandola e reco-reco. No final de 1919, empreenderam uma viagem aos estados de Minas Gerais e de São Paulo contando então com a presença do violonista João Pernambuco, que passou a fazer parte do grupo. Realizaram turnês na França, Argentina e em vários estados brasileiros. Isaac Frankel batizou o grupo com o nome:
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Em 1750 o Juiz – Presidente Charles de Brosses lamentava a fachada do Palácio Pamphili, em Roma, tivesse sido reconstruída com uma espécie de ornamentação em filigrana mais própria para talheres do que para uma obra arquitetônica. Recorrendo a uma linguagem pitoresca deu-lhe o nome de barroco, começando assim o início da carreira da termo. Anos antes de Brosses introduzir o termo a crítica de arte, um crítico musical anônimo qualificara de barocque a música do Hyppolyte et Aricie de Rameau, obra estreada em 1733 e que na opinião deste critico era:
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A Sinfonia Concertante Para Violino e Viola em Mi Bemol Maior foi composta por volta de 1779, composição híbrida entre a sinfonia e o concerto. Possui instrumentação mais enxuta possibilitando maior riqueza na harmonia utilizando como recurso a divisão do naipe de viola em dois grupos, violino e viola como solistas, dois oboés, duas trompas e orquestra de cordas desempenhando o acompanhamento desta obra. A parte da viola solista é escrita na tonalidade Ré maior para soar mais brilhante, pode ser feita ou não a scordatura (mudança na afinação padrão feita em instrumentos de cordas para facilitar a execução). A obra está escrita em três movimentos: Allegro Maestoso, Andante e Presto, tem como compositor:
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Baseado Nos trechos musicais abaixo responda a Questão.
PARTITURA 1


PARTITURA 2








PARTITURA 3






















Que compositor escreveu esta peça (Partitura 3)?
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Baseado Nos trechos musicais abaixo responda a Questão.
PARTITURA 1


PARTITURA 2








PARTITURA 3






















A progressão harmônica do compasso 1 a 16 (PARTITURA 3) seria a seguinte:
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Baseado Nos trechos musicais abaixo responda a Questão.
PARTITURA 1


PARTITURA 2








PARTITURA 3






















Sobre a obra (Partitura 3) qual da(s) seguinte(s) frase(s) seria(m) FALSA(s)?
I – A tonalidade é Dó Menor
II – É uma peça de compositor brasileiro
III – O Compositor e do período Romântico
IV– A reexposição do tema A começa em Ré maior
V – Todas as Respostas estão incorretas
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Baseado Nos trechos musicais abaixo responda a Questão.
PARTITURA 1


PARTITURA 2








PARTITURA 3






















Sobre a obra (Partitura 2) qual da(s) seguinte(s) frase(s) seria(m) VERDADEIRA(s)?
I – Faz parte de uma sonata Clássica para Piano
II – É uma peça folclórica Brasileira
III – O Compositor e Joseph Haydn
IV– A reexposição do tema A começa em Fá maior
V – Todas as Respostas estão incorretas
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Baseado Nos trechos musicais abaixo responda a Questão.
PARTITURA 1


PARTITURA 2








PARTITURA 3






















Em relação a harmonia do trecho abaixo (Partitura 2) podemos afirmar que os acordes por compasso seriam:

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