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Foram encontradas 50 questões.

1405384 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Leia o texto abaixo, extraído (e adaptado) do livro A Dança do Universo, de Marcelo Gleiser, antes de responder a questão abaixo, elaborada a partir dele:
Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios. Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente. A Natureza era respeitada e idolatrada, sendo a única responsável pela sobrevivência de nossa espécie, a qual vivia basicamente da caça e de uma agricultura bastante rudimentar. No temor de que catástrofes naturais, tais como vulcões, tempestades ou furacões destruíssem as suas casas e plantações, ou matassem os animais e peixes, várias culturas atribuíram aspectos divinos à Natureza. Os pormenores desse processo de deificação da Natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria Natureza era divina, a “Deusa-Mãe”. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo. Através dessa relação com os deuses, os indivíduos buscavam ordenar sua existência, dando sentido a fenômenos misteriosos e ameaçadores. Por outro lado, a relação com os deuses tinha também uma função social, impondo valores morais e éticos que eram fundamentais para a coesão do grupo.
É claro que existe uma grande diferença entre um enfoque religioso e um enfoque científico no estudo da origem do Universo. Teorias científicas são supostamente testáveis e devem ser refutadas se elas não descrevem a realidade. Mesmo que no momento estejamos ainda longe de podermos testar modelos que descrevem a origem do Universo, um modelo matemático só será considerado seriamente pela comunidade científica se puder ser testado experimentalmente. Esse fato básico traz várias dificuldades aos modelos que tentam descrever a origem do Universo. Afinal, como podemos testar esses modelos? No momento, o máximo que podemos esperar é que eles nos deem informações sobre certas propriedades básicas do Universo observado. Mesmo que isso esteja ainda longe de ser um teste da utilidade desses modelos, pelo menos já é um começo.
Assinale a afirmativa que, feita a respeito de ideia contida no texto, NÃO pode ser justificada:
 

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1402277 Ano: 2013
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
O capital necessário para se ter um montante de R$ 3.300,00 no prazo de 01 (um) ano a uma taxa de 10% ao ano, no regime de juros compostos será de:
 

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1402030 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Sejam !$ A, \, B, \, C !$ eventos do mesmo espaço amostral.

Considere as seguintes afirmações e responda:

I. !$ P(A^C|B)=1 - P(A|B^C) !$

II. !$ P(A \cup B|C) = P(A|C)+P(B|C) - P(A \cap B|C) !$

III. Se !$ B = A^C !$ então !$ P(A \cup B|C)=1 !$

Assinale a alternativa correta:

 

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1400649 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
No editor de texto Microsoft Word, os ícones da figura abaixo representam funções de edição de texto. Esses ícones, lidos da esquerda para a direita, representam as seguintes ações:
Enunciado 1400649-1
 

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1397711 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Foi realizado um estudo na região norte do Brasil, com 21 produtores de laranja. A produção de laranja daquele ano, por produtor, medida em toneladas, foi a seguinte:

69 56 58 70 70 72 80 61 46 66 67

61 58 65 68 74 70 75 68 55 58

O conjunto de valores que representa, respectivamente, mediana, primeiro quartil e terceiro quartil, dessa distribuição é:

 

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1396630 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Para um grande grupo de estudantes, o escore médio de um teste de aptidão é 160 pontos, com desvio padrão de 22 pontos. A porcentagem mínima dos escores que devem estar nos intervalos (127 pontos e 193 pontos); (116 pontos e 204 pontos) e (105 pontos e 215 pontos) são, respectivamente:

 

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1394545 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Assinale o enunciado em que a vírgula foi empregada para separar expressão de sentido corretivo ou explicativo:
 

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1394522 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Leia o texto abaixo, extraído (e adaptado) do livro A Dança do Universo, de Marcelo Gleiser, antes de responder a questão abaixo, elaborada a partir dele:
Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios. Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente. A Natureza era respeitada e idolatrada, sendo a única responsável pela sobrevivência de nossa espécie, a qual vivia basicamente da caça e de uma agricultura bastante rudimentar. No temor de que catástrofes naturais, tais como vulcões, tempestades ou furacões destruíssem as suas casas e plantações, ou matassem os animais e peixes, várias culturas atribuíram aspectos divinos à Natureza. Os pormenores desse processo de deificação da Natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria Natureza era divina, a “Deusa-Mãe”. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo. Através dessa relação com os deuses, os indivíduos buscavam ordenar sua existência, dando sentido a fenômenos misteriosos e ameaçadores. Por outro lado, a relação com os deuses tinha também uma função social, impondo valores morais e éticos que eram fundamentais para a coesão do grupo.
É claro que existe uma grande diferença entre um enfoque religioso e um enfoque científico no estudo da origem do Universo. Teorias científicas são supostamente testáveis e devem ser refutadas se elas não descrevem a realidade. Mesmo que no momento estejamos ainda longe de podermos testar modelos que descrevem a origem do Universo, um modelo matemático só será considerado seriamente pela comunidade científica se puder ser testado experimentalmente. Esse fato básico traz várias dificuldades aos modelos que tentam descrever a origem do Universo. Afinal, como podemos testar esses modelos? No momento, o máximo que podemos esperar é que eles nos deem informações sobre certas propriedades básicas do Universo observado. Mesmo que isso esteja ainda longe de ser um teste da utilidade desses modelos, pelo menos já é um começo.
Assinale a afirmativa INCORRETA a respeito da seguinte frase:
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente.
 

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1394114 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Sejam A, B e C, eventos quaisquer do mesmo espaço amostral. Em notação de conjunto, os eventos “Ocorrer exatamente um dos eventos” e “Ocorrer pelo menos um dos eventos” são escritos como:

 

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1393317 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Analise a seguinte sentença: Se Mara acorda tarde, então Jonas perde a hora. Dessa forma, sempre podemos garantir que:
 

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