Foram encontradas 50 questões.
Em um contêiner em formato de paralelepípedo de dimensões 4,2m x 5,6m x 7m, deseja-se colocar a menor quantidade possível de caixas em formato de cubos, de modo que a soma do volume das caixas seja igual ao volume do contêiner. Então o volume de cada caixa em m3 deve ser igual a:
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Considerando que a escolha da modalidade de licitação, na maioria dos casos, depende dos recursos financeiros disponíveis e do valor estimado do lote a ser adquirido, qual alternativa abaixo contempla as modalidades mais usadas nos processos de compra nas bibliotecas universitárias?
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Observe o trecho da Planilha Microsoft Excel e responda a questão a seguir:

Ao executar a fórmula apresentada na célula C2, utilizando o operador “&”, o resultado será:
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O processamento técnico no Sistema Pergamum possibilita:
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O gráfico a seguir representa o crescimento do faturamento no setor de aviação regional civil.
Pode-se afirmar que:
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Marketing é o processo gerencial de todo tipo de informação (tecnológica, científica, comunitária, utilitária, arquivística, organizacional, ou para negócios) em uma biblioteca para alcançar a satisfação dos diversos públicos da organização. A promoção, como parte do trabalho de marketing, consiste no uso de canais de comunicação para informar a existência de algo, além de convencer os possíveis interessados a usar ou adquirir aquilo que se promove. Um dos objetivos da promoção da informação na biblioteca universitária é:
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O prazo necessário para duplicar um determinado capital, a uma taxa de 2,5% ao dia, no regime de juros simples é:
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Leia o texto abaixo, extraído (e adaptado) do livro A Dança do Universo, de Marcelo Gleiser, antes de responder a questão abaixo, elaborada a partir dele:
Muitos pensam que a pesquisa científica é uma atividade puramente racional, na qual o objetivismo lógico é o único mecanismo capaz de gerar conhecimento. Como resultado, os cientistas são vistos como insensíveis e limitados, um grupo de pessoas que corrompe a beleza da Natureza ao analisá-la matematicamente. Essa generalização, como a maioria das generalizações, me parece profundamente injusta, já que ela não incorpora a motivação mais importante do cientista, o seu fascínio pela Natureza e seus mistérios. Que outro motivo justificaria a dedicação de toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, senão uma profunda veneração pela sua beleza? A ciência vai muito além da sua mera prática. Por trás das fórmulas complicadas, das tabelas de dados experimentais e da linguagem técnica, encontra-se uma pessoa tentando transcender as barreiras imediatas da vida diária, guiada por um insaciável desejo de adquirir um nível mais profundo de conhecimento e de realização própria. Sob esse prisma, o processo criativo científico não é assim tão diferente do processo criativo nas artes, isto é, um veículo de autodescoberta que se manifesta ao tentarmos capturar a nossa essência e lugar no Universo.
Há milênios, muito antes de esse corpo de conhecimento que hoje chamamos de ciência existir, a relação dos seres humanos com o mundo era bem diferente. A Natureza era respeitada e idolatrada, sendo a única responsável pela sobrevivência de nossa espécie, a qual vivia basicamente da caça e de uma agricultura bastante rudimentar. No temor de que catástrofes naturais, tais como vulcões, tempestades ou furacões destruíssem as suas casas e plantações, ou matassem os animais e peixes, várias culturas atribuíram aspectos divinos à Natureza. Os pormenores desse processo de deificação da Natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria Natureza era divina, a “Deusa-Mãe”. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo. Através dessa relação com os deuses, os indivíduos buscavam ordenar sua existência, dando sentido a fenômenos misteriosos e ameaçadores. Por outro lado, a relação com os deuses tinha também uma função social, impondo valores morais e éticos que eram fundamentais para a coesão do grupo.
É claro que existe uma grande diferença entre um enfoque religioso e um enfoque científico no estudo da origem do Universo. Teorias científicas são supostamente testáveis e devem ser refutadas se elas não descrevem a realidade. Mesmo que no momento estejamos ainda longe de podermos testar modelos que descrevem a origem do Universo, um modelo matemático só será considerado seriamente pela comunidade científica se puder ser testado experimentalmente. Esse fato básico traz várias dificuldades aos modelos que tentam descrever a origem do Universo. Afinal, como podemos testar esses modelos? No momento, o máximo que podemos esperar é que eles nos deem informações sobre certas propriedades básicas do Universo observado. Mesmo que isso esteja ainda longe de ser um teste da utilidade desses modelos, pelo menos já é um começo.
Assinale a afirmativa que, feita a respeito de ideia contida no texto, NÃO pode ser justificada:
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De acordo com a AACR², título equivalente é:
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A avaliação dos serviços oferecidos pelas bibliotecas universitárias deve envolver, segundo Lancaster (1980):
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