Foram encontradas 50 questões.
Em um contêiner em formato de paralelepípedo de dimensões 4,2m x 5,6m x 7m, deseja-se colocar a menor quantidade possível de caixas em formato de cubos, de modo que a soma do volume das caixas seja igual ao volume do contêiner. Então o volume de cada caixa em m3 deve ser igual a:
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Leia o texto a seguir e analise as afirmações.
João Cabral de Melo Neto
Todo mundo aceita que ao homem
cabe pontuar a própria vida:
que viva em ponto de exclamação
(dizem tem alma dionisíaca);
viva em ponto de interrogação
(foi filosofia, ora é poesia);
viva equilibrando-se entre vírgulas
e sem pontuação (na política):
o homem só não aceita do homem
que use a só pontuação fatal:
que use, na frase que ele vive
o inevitável ponto final.
Em: Agrestes, João Cabral de Melo Neto, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1985.
A respeito do recurso utilizado na construção do texto (pontuação) como imagem representativa das atitudes humanas, evidentes no texto anterior, julgue os itens que se seguem.
I. O poeta sugere que o homem decide como viver a sua existência.
II. O homem, segundo o poeta, vê-se atrelado à situações pontuais em sua vida.
III. O homem deve sempre questionar o que vive e presencia.
Assinale a alternativa correta:
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VOCÊ DE NOVO?!
Há quem diga: novela é tudo igual. Nem sempre, porém, isso é culpa da trama, e sim da escalação do elenco. Existe algum computador responsável por destacar os papeis e relacioná-los com os atores? Vai ver é mesmo assim: precisam de uma quarentona sexy e de bem com a vida? Salta uma Vera Fischer; é necessário um barão do café malvado e retrógrado? Que venha Rubem de Falco. Já Deborah Secco encarna frequentemente a desinibida carioca, mesmo em folhetim de época e vestida com renda portuguesa.Se o caso é contratar um sujeito rústico porém-sedutor, tasca logo um Humberto Martins na tela, e se esse tipinho precisar ter menos de 20 anos, será Dado Dolabella. Mas neste ramo do “só interpreto a mim mesmo” ninguém desbanca Alexandre Frota. (...)
Revista Época, 25 de outubro de 2004. Garotas que dizem Ni.
Na afirmação “Já Deborah Secco encarna frequentemente a desinibida carioca, mesmo em folhetim de época e vestida com renda portuguesa.”, a oração destacada:
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A maioridade do povo*
Sem mudanças, a voz das ruas voltará a ecoar
Por Mauricio Dias
Não houve na imprensa brasileira foco mais acertado sobre a reação da presidenta em atenção à voz das ruas. Ele se expressou no diário carioca O Dia, na terça-feira 25. No caminho inverso da motivação que levou à formação de passeatas, o jornal, de viés popular, ilustrou sua primeira página com a manchete: ”Dilma vai às ruas”. Os dias seguintes confirmaram esse caminho inicial, mas no meio do caminho havia pedras. Muitas pedras. Assim, a presidenta Dilma Rousseff se movimentou nos limites do cargo e limitada à tese liberal gráfico:Revista Veja de que é preciso haver ruptura para a criação de uma Constituinte. De qualquer forma, essa mudança no comportamento popular criou uma situação inédita no País. O povo não foi mobilizado por líderes ou partidos políticos. Rompeu amarras e decidiu influir. Nesse ponto atingiu a maioridade. Os governantes, de alto a baixo, temeram. A polícia, fiel à origem de surrar o povo inquieto, baixou o pau. Foi forçada, porém, a recuar e aposentar até mesmo as balas de borracha. Oficialmente, no saldo do conflito, foram presas, em todo o País, quase mil pessoas. Seriam todos arruaceiros? No calor dos acontecimentos, Dilma, tocada pelas cenas transmitidas para o Brasil e para o mundo, “juntou-se” ao movimento. Anunciou decisões e propôs a formação de uma Constituinte restrita, no entanto, à tarefa de fazer a reforma política. A presidenta foi freada. Recuou e não avançou. (...) “Sem a plenitude da participação do povo, o governo não será nunca um governo constitucional, mas governo de fato, dissimulado em aparências constitucionais ou sem essas aparências”, diz o jurista e historiador Raymundo Faoro, em Assembleia Constituinte – A legitimidade recuperada. (...) No movimento das ruas não se projeta uma revolução. Há uma aspiração por mudanças profundas descoladas do processo político fraudulento e viciado. Esse sentimento guia o barulho das multidões nas ruas e o silêncio dos que ainda não se manifestam. Por ora, talvez possam sufocar os anseios. Sem mudanças profundas, no entanto, haverá uma próxima vez. Eles voltarão.
Carta Capital, pág.16, ANO XVII Nº 755, 3 de julho de 2013.
*Paragrafação original do texto alterada para esta prova
O texto A maioridade do povo apresenta um plano discursivo simples que tanto aparece no emprego de certas expressões quanto no modo de organização de parágrafos. Só NÃO corrobora com esta afirmação a alternativa:
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A maioridade do povo*
Sem mudanças, a voz das ruas voltará a ecoar
Por Mauricio Dias
Não houve na imprensa brasileira foco mais acertado sobre a reação da presidenta em atenção à voz das ruas. Ele se expressou no diário carioca O Dia, na terça-feira 25. No caminho inverso da motivação que levou à formação de passeatas, o jornal, de viés popular, ilustrou sua primeira página com a manchete: ”Dilma vai às ruas”. Os dias seguintes confirmaram esse caminho inicial, mas no meio do caminho havia pedras. Muitas pedras. Assim, a presidenta Dilma Rousseff se movimentou nos limites do cargo e limitada à tese liberal gráfico:Revista Veja de que é preciso haver ruptura para a criação de uma Constituinte. De qualquer forma, essa mudança no comportamento popular criou uma situação inédita no País. O povo não foi mobilizado por líderes ou partidos políticos. Rompeu amarras e decidiu influir. Nesse ponto atingiu a maioridade. Os governantes, de alto a baixo, temeram. A polícia, fiel à origem de surrar o povo inquieto, baixou o pau. Foi forçada, porém, a recuar e aposentar até mesmo as balas de borracha. Oficialmente, no saldo do conflito, foram presas, em todo o País, quase mil pessoas. Seriam todos arruaceiros? No calor dos acontecimentos, Dilma, tocada pelas cenas transmitidas para o Brasil e para o mundo, “juntou-se” ao movimento. Anunciou decisões e propôs a formação de uma Constituinte restrita, no entanto, à tarefa de fazer a reforma política. A presidenta foi freada. Recuou e não avançou. (...) “Sem a plenitude da participação do povo, o governo não será nunca um governo constitucional, mas governo de fato, dissimulado em aparências constitucionais ou sem essas aparências”, diz o jurista e historiador Raymundo Faoro, em Assembleia Constituinte – A legitimidade recuperada. (...) No movimento das ruas não se projeta uma revolução. Há uma aspiração por mudanças profundas descoladas do processo político fraudulento e viciado. Esse sentimento guia o barulho das multidões nas ruas e o silêncio dos que ainda não se manifestam. Por ora, talvez possam sufocar os anseios. Sem mudanças profundas, no entanto, haverá uma próxima vez. Eles voltarão.
Carta Capital, pág.16, ANO XVII Nº 755, 3 de julho de 2013.
*Paragrafação original do texto alterada para esta prova
O discurso de Mauricio Dias apresenta várias marcas de recursos retóricos, do início ao fim do texto em tela. Dada essa informação, analise as afirmações que se seguem:
I. Assim como a entoação no discurso oral é uma marca de eloquência, o discurso do texto escrito, por sua vez, vem assinalado com
outras de igual valor. Considerando o veículo de comunicação em que o texto do articulista foi publicado originalmente, dir-se-ia que a marcação de algumas palavras ora em itálico, ora com tamanhos variados, exemplifica o recurso retórico de diferenciação.
II. A palavra “maioridade”, cuja ocorrência se dá em dois momentos no texto, é usada tanto como um resultado positivo da ação do povo brasileiro de ir às ruas, quanto como um marcador inicial de uma nova idade desse mesmo povo. O emprego daquele vocábulo, portanto, pode ser compreendido no discurso do articulista como um recurso retórico lexical.
III. Em certo momento de seu discurso, o autor se apropria de modo irônico, ainda que modificados, dos versos do poeta Carlos Drummond de Andrade. Esse tipo de relação intertextual, no qual se reproduz um texto ou parte dele explicitamente, com outras palavras, sem prejuízo da ideia original, é o que chamamos de paráfrase ou trocadilho de intenção crítica.
IV. De modo geral, a citação, seja ela direta ou indireta, visa conferir credibilidade ao discurso de quem a emprega e, dessa forma, contribuir com a argumentação. Pode-se dizer que, seguindo esse raciocínio, o uso da citação direta no texto de Mauricio Dias encaixa-se harmonicamente em sua redação e, por isso, tem mais intenção estilística autoral que persuasiva argumentativa.
Assinale a alternativa correta:
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Observe o trecho da Planilha Microsoft Excel e responda a questão a seguir:

Ao executar a fórmula apresentada na célula C2, utilizando o operador “&”, o resultado será:
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O gráfico a seguir representa o crescimento do faturamento no setor de aviação regional civil.
Pode-se afirmar que:
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A maioridade do povo*
Sem mudanças, a voz das ruas voltará a ecoar
Por Mauricio Dias
Não houve na imprensa brasileira foco mais acertado sobre a reação da presidenta em atenção à voz das ruas. Ele se expressou no diário carioca O Dia, na terça-feira 25. No caminho inverso da motivação que levou à formação de passeatas, o jornal, de viés popular, ilustrou sua primeira página com a manchete: ”Dilma vai às ruas”. Os dias seguintes confirmaram esse caminho inicial, mas no meio do caminho havia pedras. Muitas pedras. Assim, a presidenta Dilma Rousseff se movimentou nos limites do cargo e limitada à tese liberal gráfico:Revista Veja de que é preciso haver ruptura para a criação de uma Constituinte. De qualquer forma, essa mudança no comportamento popular criou uma situação inédita no País. O povo não foi mobilizado por líderes ou partidos políticos. Rompeu amarras e decidiu influir. Nesse ponto atingiu a maioridade. Os governantes, de alto a baixo, temeram. A polícia, fiel à origem de surrar o povo inquieto, baixou o pau. Foi forçada, porém, a recuar e aposentar até mesmo as balas de borracha. Oficialmente, no saldo do conflito, foram presas, em todo o País, quase mil pessoas. Seriam todos arruaceiros? No calor dos acontecimentos, Dilma, tocada pelas cenas transmitidas para o Brasil e para o mundo, “juntou-se” ao movimento. Anunciou decisões e propôs a formação de uma Constituinte restrita, no entanto, à tarefa de fazer a reforma política. A presidenta foi freada. Recuou e não avançou. (...) “Sem a plenitude da participação do povo, o governo não será nunca um governo constitucional, mas governo de fato, dissimulado em aparências constitucionais ou sem essas aparências”, diz o jurista e historiador Raymundo Faoro, em Assembleia Constituinte – A legitimidade recuperada. (...) No movimento das ruas não se projeta uma revolução. Há uma aspiração por mudanças profundas descoladas do processo político fraudulento e viciado. Esse sentimento guia o barulho das multidões nas ruas e o silêncio dos que ainda não se manifestam. Por ora, talvez possam sufocar os anseios. Sem mudanças profundas, no entanto, haverá uma próxima vez. Eles voltarão.
Carta Capital, pág.16, ANO XVII Nº 755, 3 de julho de 2013.
*Paragrafação original do texto alterada para esta prova
Sobre o subtítulo do texto anterior, considere as seguintes afirmações:
I. Deve costumeiramente compor os textos dissertativos, a fim de chamar a atenção do interlocutor para o juízo de valor do articulista. Ele também contribui como subsídio para o enredamento do leitor.
II. De modo geral, busca antecipar uma leitura acerca do conteúdo do texto, além de valorizar esteticamente a apresentação visual do texto.
III. Os subtítulos são, geralmente, apêndices do texto principal, visto que sua leitura apenas corrobora para uma análise subjetiva de quem escreve o texto. Esse subtítulo, portanto, não foge à regra.
IV. Dado o tipo de texto, é parte estruturante. Logo, é ele o responsável por trazer ao conhecimento do público-leitor os referenciais de que trata a matéria, já que em alguns casos, o título não traduz objetivamente o assunto.
V. Embora não seja enquadrado como um texto, já que é um período simples, tampouco entre em consonância com o título a que se refere, o subtítulo contribuiu para os efeitos de sentido desse artigo.
Considerando, pois, o que foi escrito a cerca do subtítulo, escolha a sequência correta de afirmativas erradas (E) e corretas (C):
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Leia o quadrinho a seguir e responda à questão.

O uso da expressão “antes de” em “Olhe pros dois lados antes de atravessar” indica:
I. A origem de se atravessar.
II. O movimento de atravessar.
III. O modo como se atravessa.
IV. O tempo em que se atravessa.
V. A continuidade de se atravessar.
Assinale a alternativa correta:
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Ainda sobre o texto anterior, da Revista Veja de nº 2027, no que se refere à pontuação, os dois pontos cumprem papel:
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