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Frederick W. Taylor (1856-1915) foi um dos expoentes da corrente de pensamento que atualmente se reconhece como administração científica. Em sua obra Princípios da Administração Científica, de 1911, lançou os fundamentos do que atualmente se considera o pensamento gerencial moderno e influenciou como nenhum outro as feições da organização contemporânea, inclusive as públicas, especialmente no que diz respeito ao planejamento e à organização do trabalho. (BERGUE, 2010, p. 47).
Considerando-se as informações do texto, pode-se afirmar:
O objetivo central dos estudos de Frederick Taylor foi a busca da efetividade no processo de trabalho.
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Frederick W. Taylor (1856-1915) foi um dos expoentes da corrente de pensamento que atualmente se reconhece como administração científica. Em sua obra Princípios da Administração Científica, de 1911, lançou os fundamentos do que atualmente se considera o pensamento gerencial moderno e influenciou como nenhum outro as feições da organização contemporânea, inclusive as públicas, especialmente no que diz respeito ao planejamento e à organização do trabalho. (BERGUE, 2010, p. 47).
Considerando-se as informações do texto, pode-se afirmar:
A administração científica surgiu com Frederick Taylor, nos Estados Unidos, logo após a Primeira Guerra Mundial.
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FOTOGRAFIA
Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
Nos versos “Seria um retrato triste/se não visse em seus olhos um jardim.”, as formas verbais expressam uma qualidade possível e uma ação condicional.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
O termo “contido” funciona como elemento adjetivador de “rosto”.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
As expressões “seu rosto” e “seu semblante” apresentam proximidade semântica no poema.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
O termo “mal” denota ideia de tempo.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
Os olhos silenciosos da figura feminina retratada sugerem a existência de uma realidade idealizada.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
Está implícita no poema a ideia da mulher em seu comedimento, em suas limitações como ser feminino.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
A doutrina religiosa à qual a figura materna se submete ofusca o seu “desejo de beleza”.
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Quando minha mãe posou
para este que foi seu único retrato,
mal consentiu em ter as têmporas curvas.
Contudo, há um desejo de beleza no seu rosto
que uma doutrina dura fez contido.
A boca é conspícua,
mas as orelhas se mostram.
O vestido é preto e fechado.
O temor de Deus circunda seu semblante,
como cadeia. Luminosa. Mas cadeia.
Seria um retrato triste
se não visse em seus olhos um jardim.
Não daqui. Mas jardim.
PRADO, Adélia. Fotografia. O coração disparado. Rio de Janeiro / S. Paulo: Record, 2006. p. 45.
A filha, no poema, estabelece, com a figura da mãe, um contato visual.
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