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Os programas, para fazer 3D na Arquitetura, existem desde o começo dos anos 90, principalmente para produzir imagens finais de apresentação de projetos. Aos poucos, os arquitetos começaram a utilizar programas 3D nas etapas iniciais, provando serem também úteis no apoio à concepção do projeto. No entanto, a geometria produzida nesses programas não contém informações ou propriedades construtivas indexadas. Mais recentemente, a plataforma BIM (Building Information Modeling) veio revolucionar a informática aplicada à Arquitetura.
Sobre a plataforma BIM, é correto afirmar que se pode incorporar informações dentro do projeto e extrair dos desenhos os dados inerentes ao modelo, a exemplo do custo e, diferente de um software de modelagem 3D, a plataforma BIM tem a capacidade de gerar objetos paramétricos.
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Com a utilização de um sistema digital, o desenho pode ser gerado utilizando os comandos próprios para desenhar (line, polyline, circle, etc.), e por meio de comandos de edição ou modificadores (move, copy, mirror, array, etc.), que trabalham transformando a geometria definida.
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A elaboração da Planta Baixa de um projeto arquitetônico torna-se mais organizada, ao utilizar-se o comando de camadas ou Layer. Um bom planejamento dessas camadas é fundamental para se aproveitar a potencialidade do desenho digital.
Para que seja satisfatório o planejamento das camadas, é preciso estabelecer a sua quantidade, além de definir o nome de cada camada, referente a um elemento arquitetônico, a cor das camadas, o tipo de linha, de acordo com a NBR8403 e de acordo com a espessura de linha desejada.
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Segundo o Roteiro de Desenvolvimento de Projeto do IAB, as plantas baixas “definem, no plano horizontal, a compartimentação interna da obra, indicando a designação, a localização, o interrelacionamento e o dimensionamento finais de todos os pisos, dos ambientes, das circulações e dos acessos”.
Planta Baixa do pavimento de uma residência

A Planta Baixa representada pela figura oferece todas as informações necessárias para elaboração dos cortes e fachadas e apresenta, corretamente, as informações do nome e da área dos ambientes, das cotas de nível e de peitoril das janelas, além de estarem adequadas as hachuras de áreas molhadas e a locação de equipamentos fixos.
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| NOME | DESCRIÇÃO | FUNÇÃO |
| Beiral | É a distância entre a parte interna da parede e a extremidade do telhado. | Propicia acumular umidade nas paredes |
| Platibanda | É a parede de pouca altura e acima da cobertura. | Destina-se a encobrir a frente do telhado |
| Rufo | É a peça de arremate entre as telhas ou calhas e a parede. | Veda e evita infiltração de água |
| Calha | É o cano pelo qual desce a água do telhado. | Recebe as águas pluviais, especialmente as do telhado. |
Observando-se o quadro, é possível afirmar que se trata da descrição e da função corretas das partes componentes de um subsistema de cobertura.
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Em geral, a circulação vertical de edifícios pode ser feita por escadas, rampas ou elevadores. O cálculo desses elementos leva em conta o desnível entre os dois pavimentos que se pretende conectar. A fórmula de Blondel é conhecida por considerar o conforto físico de uma pessoa ao subir os degraus num ritmo normal.

Sobre esse projeto e a representação da escada na figura, pode-se inferir que, no pavimento inferior, os degraus acima do plano de corte estão representados corretamente, em linhas de projeção superior, e o desenho da escada, no pavimento superior, está representado corretamente, em linhas contínuas.
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Na prestação de serviços de arquitetura, para o setor público ou privado, é sempre necessário firmar um contrato que estabeleça as condições acordadas para o trabalho a ser executado.
Nesse sentido, em um contrato, deve-se prever, entre outros aspectos, a descrição dos serviços a serem executados, a definição do valor total e a forma de pagamento dos honorários.
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As Normas de Conduta Profissional do Arquiteto, aprovadas pela Assembleia Nacional do Instituto de Arquitetos do Brasil — IAB —, no item Publicidade e Placas, dispõem que o arquiteto não pode requerer, provocar ou recomendar publicidade dos seus méritos ou atividades, sendo vedada a divulgação de doações de projetos, mas consentida a fixação de placas no edifício com a indicação dos autores do projeto, com respectivo número de inscrição no Conselho Profissional.
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No meio técnico, tem-se notícia sobre o descolamento de revestimentos cerâmicos de fachada em edifícios residenciais e comerciais com certa frequência. As causas podem ser as mais diversas, como erros de projeto ou especificação dos materiais, problemas nos materiais ou falhas na execução dos serviços.
Considere essas informações e a seguinte situação: uma placa de cerâmica desprende-se da fachada, atingindo um transeunte e causando-lhe ferimentos. Realizada a perícia, os ensaios apontaram que a argamassa colante especificada pelo projetista era inadequada para uso em fachada.
Nesse caso, o arquiteto responsável técnico pelo projeto e pela execução da fachada assumirá as responsabilidades técnica, civil, penal/criminal e trabalhista do ocorrido.
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A Lei nº 12.378, de 31 de dezembro de 2010, que regulamenta o exercício de Arquitetura e Urbanismo, cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil — CAU/BR — e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal — CAUs — e dá outras providências, entrou integralmente em vigor em 1o de janeiro de 2012, após a posse do Presidente e dos Conselheiros do CAU/BR. Em um de seus artigos, essa lei trata sobre o Registro de Responsabilidade Técnica — RRT.
Sobre o RRT, é correto afirmar que, mesmo sem obrigatoriedade, é possível que o profissional possa realizá-lo, como forma de comprovar autoria ou para composição de seu acervo técnico, pois o registro determina o profissional responsável técnico, sendo que, para a sua efetivação, é necessário o recolhimento prévio da taxa correspondente.
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