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A Universidade Federal da Bahia tem seu começo em 18 de fevereiro de 1808, quando o Príncipe Regente Dom João institui a Escola de Cirurgia da Bahia, primeiro curso universitário do Brasil. Ainda no século XIX, incorporou os cursos de Farmácia (1832) e Odontologia (1864), a Academia de Belas Artes (1877), Direito (1891) e Politécnica (1896). No século XX, Isaías Alves cria a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1941). (UNIVERSIDADE Federal da Bahia..., 2012).
Cursos de Progressão Linear – CPL –, Cursos Superiores de Tecnologia – CST – e Bacharelados Interdisciplinares – BI – são as três modalidades de curso de graduação oferecidas pela UFBA.
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A Universidade Federal da Bahia tem seu começo em 18 de fevereiro de 1808, quando o Príncipe Regente Dom João institui a Escola de Cirurgia da Bahia, primeiro curso universitário do Brasil. Ainda no século XIX, incorporou os cursos de Farmácia (1832) e Odontologia (1864), a Academia de Belas Artes (1877), Direito (1891) e Politécnica (1896). No século XX, Isaías Alves cria a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1941). (UNIVERSIDADE Federal da Bahia..., 2012).
Nos termos do Art. 52 da atual LDBEN – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional –, a UFBA é uma universidade especializada por campo do saber.
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A Universidade Federal da Bahia tem seu começo em 18 de fevereiro de 1808, quando o Príncipe Regente Dom João institui a Escola de Cirurgia da Bahia, primeiro curso universitário do Brasil. Ainda no século XIX, incorporou os cursos de Farmácia (1832) e Odontologia (1864), a Academia de Belas Artes (1877), Direito (1891) e Politécnica (1896). No século XX, Isaías Alves cria a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1941). (UNIVERSIDADE Federal da Bahia..., 2012).
A UFBA não é uma universidade multicampi.
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A Universidade Federal da Bahia tem seu começo em 18 de fevereiro de 1808, quando o Príncipe Regente Dom João institui a Escola de Cirurgia da Bahia, primeiro curso universitário do Brasil. Ainda no século XIX, incorporou os cursos de Farmácia (1832) e Odontologia (1864), a Academia de Belas Artes (1877), Direito (1891) e Politécnica (1896). No século XX, Isaías Alves cria a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1941). (UNIVERSIDADE Federal da Bahia..., 2012).
Ao longo da sua história, a expansão da UFBA ocorreu a partir das sete unidades universitárias que a compunham na época da sua fundação, sendo o Instituto de Humanidades, Artes e Ciências – IHAC – a mais nova das quase trinta unidades atualmente em funcionamento.
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A Universidade Federal da Bahia tem seu começo em 18 de fevereiro de 1808, quando o Príncipe Regente Dom João institui a Escola de Cirurgia da Bahia, primeiro curso universitário do Brasil. Ainda no século XIX, incorporou os cursos de Farmácia (1832) e Odontologia (1864), a Academia de Belas Artes (1877), Direito (1891) e Politécnica (1896). No século XX, Isaías Alves cria a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (1941). (UNIVERSIDADE Federal da Bahia..., 2012).
Estruturada como instituição universitária, a Universidade Federal da Bahia – UFBA – tem o seu início em 1946, sob a liderança empreendedora de Edgard Santos, seu primeiro reitor.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
No Brasil, a instituição universitária foi muito tardia em relação à América Espanhola e à Anglo-Saxônica.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
O contexto histórico da criação da primeira universidade brasileira é o descrito no sétimo parágrafo do texto.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
A história da educação, no Brasil, é um efeito imediato das mudanças preconizadas pelo movimento da Reforma da Igreja na Europa.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
As universidades têm dificuldade de acompanhar os rápidos e profundos avanços da sociedade contemporânea.
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A dinâmica histórica que articulou a universidade pós-medieval, o desenvolvimento da ciência e a emergência do Estado nacional, ao relacionar universidade, ciência e poder, introduz os parâmetros da complexa problemática da universidade na perspectiva do novo século.
A metáfora sugestiva de um reitor francês de que a “universidade é um dinossauro pousado em um aeroporto” parece sugerir que a contradição da instituição universitária no mundo contemporâneo não se limita nem ao universo latino-americano, nem resulta exclusivamente de um processo que atinge seu clímax na hegemonia neoliberal.
Se lançarmos um olhar retrospectivo sobre a instituição universitária, poderemos estabelecer quatro períodos para os fins de nossa análise.
O primeiro, do século XII até o Renascimento, foi o período da invenção da universidade em plena Idade Média, durante o qual se constituiu o modelo da universidade tradicional, a partir das experiências precursoras de Paris e Bolonha, da sua implantação em todo território europeu sob a proteção da Igreja.
O segundo iniciou-se no século XV, época em que a universidade renascentista recebe o impacto das transformações comerciais do capitalismo e do humanismo literário e artístico, mas sofre também os efeitos da Reforma e da Contrarreforma.
No terceiro, a partir do século XVII, marcado por descobertas científicas em vários campos do saber, e do Iluminismo do XVIII, a universidade começou a institucionalizar a ciência, não sem resistências, numa transição para os novos modelos.
No quarto período, que começa no século XIX e se desdobra até os nossos dias, implantou-se a universidade estatal moderna, e foi nessa época que surgiu uma nova relação entre Estado e universidade, estabelecendo suas principais variantes institucionais.
É importante salientar que, enquanto a universidade se alastrava na Europa em todas as suas latitudes — da Península Ibérica à Rússia e do Sul da Itália aos países nórdicos — a instituição aportou nas Américas.
Os conquistadores espanhóis transplantaram para o Caribe, no início do século XVI, a primeira universidade (em Santo Domingo, 1538), inspirada no modelo de Salamanca e, até fins do século XVII, se constituiu uma rede de mais de uma dezena de instituições “públicas e católicas” de norte ao aul do continente. Por sua vez, as colônias norte-americanas da costa leste, após enviarem seus filhos para estudar em Oxford e Cambridge — de 1650 e 1750 — adotaram o modelo dos colégios ingleses, a partir de 1636, em Cambridge (Harvard), Filadélfia, Yale e Princeton e Columbia. (TRINDADE, 2001, p. 9-11).
O conhecimento acerca do atual papel da instituição universitária no Brasil e no mundo e as ideias contidas no texto permitem concluir:
Os fatos históricos mencionados nas duas primeiras linhas do primeiro parágrafo estão associados à Revolução Industrial e às revoluções liberais do século XIX.
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