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Mulher de 35 anos, admitida na emergência com quadro de icterícia e lentificação psicomotora, após ingesta de 30 comprimidos de paracetamol 750mg em tentativa de suicídio. Exames mostram: TGO: 10.000 U/L (VR: 0-35) TGP: 12.200 U/L (VR: 0,35) Bilirrubinas totais: 3,5mg/dl (VR: 0,3-1,2) TAP/INR: normal
Qual o antídoto indicado para a paciente?
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Paciente masculino, 55 anos, comparece à consulta de avaliação após realizar exames ‘’alterados’. Tem diagnóstico de HAS e DM de longa data, com tratamento irregular. Traz os seguintes exames: Cr: 2,5mg/dL (VR: 0,8-1,3) Ur: 70mg/dl (VR: 20-40) Ca: 9,2mg/dL (VR: 8,5-10,6) Na+: 134mEq/L (VR: 132-145) Potássio K+: 5,4mEq/L (VR: 3,5-5,5) Mg++: 2,4mg/dL (1,5-2,4) Fósforo: 6,2mg/dL (VR: 3-4,5) PTH: 100pg/ml (10-65) vit D: 28UI unidade? (VR: 20-30)
Qual o tratamento baseado nas alterações laboratoriais evidenciadas?
LEGENDA: HAS: hipertensão arterial sistêmica; DM: diabetes mellitus; Cr: creatinina; Ur: ureia; Ca: cálcio; Na+: sódio; K+: potássio; Mg++: magnésio; vit D: vitamina D; PTH: paratormônio; VR: valor de referência
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Mulher, 50 anos, comparece à consulta relatando que de longa data apresenta rigidez em mãos ao acordar, que melhora após cerca de 10 minutos, além de dores frequentes em mãos. Nega sinais flogísticos. Exames mostram marcadores inflamatórios negativos. Ao exame, ausência de flogose. Foto abaixo

Qual a opção de terapêutica farmacológica preferencial para a paciente?
(LEGENDA: AINE: antiinflamatório não esteroidal)
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Paciente masculino, 35 anos, comparece à consulta relatando que há 1 semana apresentou episódio de dor de forte intensidade em flanco esquerdo, com irradiação para região genital, associada a náuseas e sem posição de alívio. Na ocasião foi para UPA onde recebeu analgesia, evoluindo com melhora, e foi orientado a buscar acompanhamento ambulatorial. Qual exame de imagem é melhor indicado para o diagnóstico?
LEGENDA: UPA: unidade de pronto-atendimento; TC: tomografia computadorizada
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Homem, 56 anos, admitido na emergência por quadro de dispneia há 5 dias, com piora progressiva, evoluindo com tosse seca e ortopneia. Na admissão, se apresenta dispneico, com estertores em 2/3 inferiores de tórax e extremidades frias. PA: 150 x 70mmHg FC: 100. Nega febre ou expectoração. Sem histórico prévio de doença cardíaca. Não faz uso de medicações. Radiografia de tórax abaixo.

Qual a conduta inicial?
LEGENDA: PA: pressão arterial; FC: frequência cardíaca
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Homem, 40 anos, comparece à emergência na madrugada relatando cefaleia excruciante de forte intensidade (10 em 10), periorbitária esquerda, associada à coriza e intenso mal estar. Ao exame, nota-se ptose palpebral, lacrimejamento excessivo e hiperemia conjuntival ipsilateralmente à dor. Fez uso de dihidroergotamina em casa sem melhora do quadro. Relata que a cefaleia vem se apresentando há 1 semana em crises de intensidade crescente. Qual a melhor opção terapêutica?
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Paciente masculino, 74 anos, comparece em consulta porque decidiu que queria se cuidar melhor. Tem diagnóstico de HAS, sem outras comorbidades, funcionalmente independente. Em uso de indapamida 1,5mg/dia. Fumou dos 20 aos 65 anos, 20 cigarros/dia. Nega sintomas atualmente. Qual a conduta indicada em relação ao rastreio de neoplasias para o paciente?
LEGENDA: PSA: antígeno prostático; USG: ultrassonografia; PSO: pesquisa de sangue oculto nas fezes; TC: tomografia computadorizada
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Mulher, 65 anos, comparece para consulta de reavaliação após início de tratamento anti-hipertensivo. Há 3 meses recebeu prescrição de anlodipina 5mg/dia e desde então vem com queixa de tontura ‘’quase o tempo todo’’, relatando um episódio de queda ao levantar-se da cama devido ao sintoma; além disso, relata edema de membros inferiores. No momento da consulta PA: 150 x 80mmHg. Qual a conduta mais adequada?
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Durante a visita de qualificação, o centro de pesquisa confirmará, geralmente in loco, as informações obtidas na factibilidade. Quais aspectos são verificados na visita de qualificação?
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Um aspecto crucial em pesquisa clínica é assegurar que todos os aspectos do estudo sejam da melhor qualidade possível. Diretrizes para pesquisas de alta qualidade foram desenvolvidas, tais como as Boas Práticas Clínicas. Sobre esse assunto é correto:
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