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O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio. Nesse sentido, a função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Por sua vez, os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
No conjunto das regras deontológicas que orientam o Código de Ética dos servidores públicos federais, verifica-se que o servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto. Ou seja, de acordo com o texto, a moralidade da administração pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que a sua finalidade deve ser sempre:
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, os atos oficiais, aqui entendidos como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. O mesmo se dá com os expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade. A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações e, de outro lado, decorre:
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A burocracia estabelece funções poderosas, muitas vezes vistas como vantagens nas organizações. A função que procura estabelecer julgamentos de acordo com o objetivo, que sejam aceitos de acordo com critérios gerais, é denominada:
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A burocracia profissional da administração pública permite o controle e a coordenação do trabalho de um grande número de pessoas. A dimensão da burocracia que se refere à extensão com que as atividades semelhantes do trabalho são realizadas de uma maneira uniforme é denominada:
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As licitações são conduzidas com base na observância de uma série de princípios que devem orientar a conduta dos agentes envolvidos no certame. Há um princípio que exige que o administrador se paute por preceitos éticos, alinhado com a ideia comum de honestidade. Outro princípio visa afastar o discricionarismo na escolha das propostas, obrigando os julgadores a se aterem aos critérios pré-fixados pela administração pública. Trata-se, respectivamente, dos seguintes princípios:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O termo em destaque no trecho “e reduzir EMISSÕES de CO2” (subtítulo) está corretamente garfado, com SS. Dos pares baixo, aquele em que um dos vocábulos está com a grafia INCORRETA, por ser grafado com Ç, é:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Dos pares de vocábulos abaixo extraídos do texto, aquele em que os dois recebem acento gráfico em razão da mesma regra é:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Transpondo-se para a voz ativa a oração expressa na voz passiva no trecho “O estudo britânico ... foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell” (parágrafo 7), uma possibilidade de redação é:
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BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Das alterações feitas abaixo na redação do trecho “como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais” (parágrafo 2), aquela em que o emprego do pronome relativo está em DESACORDO com as normas da língua é:
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