Foram encontradas 340 questões.
BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O termo em caixa alta no período “A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, ASSIM, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional” (parágrafo 1) pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Provas
BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Lendo-se com atenção o trecho “A solução de um dos maiores problemas ambientais do século ... PODE ESTAR entre os menores organismos do planeta” (parágrafo 1), pode-se deduzir que a locução verbal em destaque exprime:
Provas
BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
Em relação ao que é informado no parágrafo 10: “Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.”, podem ser inferidas as conclusões abaixo, EXCETO que:
Provas
BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
A informação contida no período “Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável” (parágrafo 9) permite ao leitor concluir que:
Provas
BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
De acordo com o texto, o biocombustível produzido pela bactéria E. coli tem inúmeras vantagens, entre as quais NÃO se enquadra o fato de:
Provas
BACTÉRIA PRODUZ ÓLEO COMBUSTÍVEL
Micro-organismo pode gerar diesel e reduzir emissões de CO2
1 A solução de um dos maiores problemas ambientais do século - a crescente emissão de gases-estufa na atmosfera - pode estar entre os menores organismos do planeta, uma bactéria. Pesquisadores da Universidade de Exeter, no Reino Unido, descobriram que a Escherichia coli é capaz de gerar um biocombustível quase igual ao diesel. A bactéria usada no experimento converte açúcar em gordura, uma transformação necessária para a produção de suas membranas celulares. A equipe de Exeter aproveitou o óleo natural deste processo e, assim, criou moléculas de combustível sintético praticamente idênticas às do diesel convencional.
2 A substância desenvolvida pelo projeto britânico não precisa ser mesclada com produtos derivados do petróleo, como normalmente é necessário no biocombustível que provém de óleos vegetais. A produção ainda é pequena e exigirá maior investimento, mas é um sinal alentador para evitar o aumento da temperatura global nas próximas décadas.
3 O diferencial desta pesquisa é a adaptação perfeita da substância criada pela E. coli à tecnologia atual, ou seja, não seria preciso modificar motores, oleodutos ou navios petroleiros para receberem o produto gerado pela bactéria. Até agora, a maioria dos biocombustíveis estudados exigem mudanças na infraestrutura disponível. Pequenas frações deles precisam ser misturadas com petróleo antes de aplicá-los à maioria dos motores.
4 - A produção comercial de biocombustíveis sem a necessidade de modificar veículos é, desde o início, o objetivo do projeto - explica o professor John Love, do Núcleo de Biociências de Exeter. – A substituição, em volumes comerciais, do combustível convencional por este seria um grande passo para reduzirmos a emissão de gases-estufa em 80% até 2050.
5 Segundo Love, outra vantagem do uso da E. coli seria tornar o seu valor independente da flutuação do preço do combustível convencional e da instabilidade política em países produtores de petróleo.
6 - Queremos que fabricantes de automóveis e consumidores de biocombustíveis sequer reparem a diferença entre aquilo que vem da bactéria e o combustível convencional - revela.
7 O estudo britânico, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), foi desenvolvido com assessoria da petrolífera Shell. Rob Lee, do Núcleo de Projetos e Tecnologia da empresa, admite a urgência por um método de manufatura em larga escala como este, a partir da E. coli.
8 - A criação de moléculas de hidrocarboneto é importante para suprirmos a alta demanda que receberemos no futuro – ressalta. – Ainda enfrentamos muitos obstáculos tecnológicos para a comercialização do biocombustível da E. coli mas, uma vez que ele for desenvolvido, conseguiremos simultaneamente responder à crescente procura global e reduzir as emissões de dióxido de carbono.
9 As equipes de Exeter e da Shell revelam que, atualmente, seria necessário um composto unindo “100 litros de bactérias” para conseguir apenas uma colher de chá do biocombustível. Os pesquisadores querem estudar a E. coli por um período de três a cinco anos para conferir se a produção pode ser aprimorada e, assim, tornar-se comercialmente viável.
10 Há, especialmente nos países desenvolvidos e emergentes - os maiores emissores de gases-estufa -, um apelo pela maior adoção de biocombustíveis. A União Europeia quer crescer em 100% o uso destas substâncias. O problema, até agora, era a falta de recursos tecnológicos.
11 A equipe de Love também pesquisará se as bactérias podem converter outros produtos em combustível, como o lixo.
(O Globo, 23/04/2013, p. 28.)
O objetivo básico da pesquisa desenvolvida pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, segundo o texto, é:
Provas
Em relação à recomendação nutricional de lipídeos, o estabelecimento da ingestão máxima deste macronutriente na atualidade considerou fatores como o aumento do risco de obesidade, doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer. Dentro deste contexto, é INCORRETO afirmar que:
Provas
Avaliação nutricional é uma abordagem completa para determinar o estado nutricional do paciente, e permite a implementação do plano de atenção nutricional em função da estrutura do local de atendimento. Todos abaixo são objetivos da avaliação nutricional, EXCETO:
Provas
A gestação na adolescência é um sério problema, enfrentado principalmente por países em desenvolvimento. Milhares de adolescentes engravidam todo ano e apresentam maior risco de dar à luz recém-nascidos de baixo peso. Todos os fatores mencionados abaixo são considerados de risco para um mau resultado da gestação na adolescência, EXCETO:
Provas
O cobre, reconhecido por mais de 100 anos como constituinte normal do sangue, só foi estabelecido como um nutriente essencial nos últimos tempos. Este mineral é componente importante de muitas enzimas, como por exemplo:
Provas
Caderno Container