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Foram encontradas 242 questões.

2403930 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Tudo se regenera: tudo toma uma nova face. O jornal é um sintoma, um exemplo desta regeneração. A humanidade, como o vulcão, rebenta uma nova cratera quanto mais fogo lhe ferve no centro. A literatura tinha acaso nos moldes conhecidos em que preenchesse o fim do pensamento humano? Não; nenhum era vasto como o jornal, nenhum liberal, nenhum democrático, como ele. Foi a nova cratera do vulcão.
Tratemos do jornal, esta alavanca que Arquimedes pedia para abalar o mundo, e que o espírito humano, este Arquimedes de todos os séculos,encontrou.
O jornal matará o livro? O livro absorverá o jornal?
A humanidade desde os primeiros tempos tem caminhado em busca de um meio de propagar e perpetuar a idéia. Uma pedra convenientemente levantada era símbolo representativo de um pensamento. A geração que nascia vinha ali contemplar a idéia da geração aniquilada. [...]
Era preciso um gigante para fazer morrer outro gigante. Que novo parto do engenho humano veio nulificar uma arte que reinara por séculos? Evidentemente era mister uma revolução para apear a realeza de um sistema; mas essa revolução devia ser a expressão de um outro sistema de incontestável legitimidade. Era chegada a imprensa, era chegado o livro.
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A humanidade perdia a arquitetura, mas ganhava a imprensa; perdia o edifício, mas ganhava o livro. O livro era um progresso; preenchia as condições do pensamento humano? Decerto; mas faltava ainda alguma coisa; não era ainda a tribuna comum, aberta à família universal, aparecendo sempre com o sol e sendo como ele o centro de um sistema planetário. A forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão eucarístico da publicidade, é propriedade do espírito moderno: é o jornal.
O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É a locomotiva intelectual em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, altamente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e o fogo das convicções.
O jornal apareceu, trazendo em si o gérmen de uma revolução. Essa revolução não é só literária, é também social, é econômica, porque é um movimento da humanidade abalando todas as suas eminências, a reação do espírito humano sobre as fórmulas existentes do mundo literário, do mundo econômico e do mundo social.
Quem poderá marcar todas as consequências desta revolução?
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lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.
O jornal é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.
O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito, se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.
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Não faltará quem lance o nome de utopista. O que acabo, porém, de dizer me parece racional. Mas não confundam a minha idéia. Admitido o aniquilamento do livro pelo jornal, esse aniquilamento não pode ser total. Seria loucura admiti-lo.
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Quem enxergasse na minha idéia uma idolatria pelo jornal teria concebido uma convicção parva. Se argumento assim, se procuro demonstrar a possibilidade do aniquilamento do livro diante do jornal, é porque o jornal é uma expressão, é um sintoma de democracia; e a democracia é o povo, é a humanidade. Desaparecendo as fronteiras sociais, a humanidade realiza o derradeiro passo, para entrar o pórtico da felicidade, essa terra de promissão.
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, V.III,
1994. Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1859. [Fragmento]
Assinale V, diante das assertivas verdadeiras, e F, diante das falsas.
( ) O termo “este Arquimedes de todos os séculos” refere-se a “espírito humano”.
( ) A pedra “convenientemente levantada”, “símbolo representativo de um pensamento” refere-se à arquitetura.
( ) O jornal é comparado ao pão que alimenta o espírito humano em “a forma que correspondia a estas necessidades, a mesa popular para a distribuição do pão” [...]
A sequência CORRETA é
 

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2403914 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
No Método de Análise de Árvore de Falhas (AAF), é INCORRETO afirmar que
 

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2403727 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Lévy considera os processos sociais como atividades cognitivas e situa a ecologia cognitiva como sendo, EXCETO:
 

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2403626 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Sobre hipertireoidismo, é INCORRETO afirmar que,
 

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2403616 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação aos antipsicóticos, é INCORRETO afirmar que os chamados antipsicóticos atípicos
 

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2403515 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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A questão devem ser respondidas com base nas informações abaixo e a partir da elaboração das demonstrações contábeis previstas na legislação societária.
A Cia Araras apresentava os seguintes saldos em suas contas, nas datas destacadas:
Saldos 31/12/X9 21/12/X8
Capital Social 550.000,00 550.000,00
Clientes Curto Prazo 165.000,00 143.000,00
Custo das Mercadorias Vendidas 440.000,00 470.800,00
Depreciação Acumulada 88.000,00 66.000,00
Dividendos a Pagar 42.350,00
Despesas c/ Créditos de Liquidação Duvidosa 1.100,00 1.177,00
Fornecedores Curto Prazo 110.000,00 220.000,00
Despesas de Depreciação 55.000,00 58.850,00
Participações no Resultado a Pagar Curto Prazo 44.000,00 55.000,00
Receita de Vendas de Mercadorias 1.288.100,00 1.378.267,00
Despesas Financeiras 3.300,00 3.531,00
Estoques 550.000,00 330.000,00
Despesas IRPJ/CSLL 69.300,00 74.151,00
Empréstimos a Sócios Longo Prazo 220.000,00 330.000,00
Empréstimos a Pagar 550.000,00 495.000,00
Despesas de Salários e Encargos 220.000,00 235.400,00
Receitas Financeiras 5.500,00 5.885,00
Imobilizado 440.000,00 440.000,00
Impostos a Pagar Curto Prazo 33.000,00 44.000,00
Impostos Incidentes s/ Vendas 330.000,00 353.100,00
Investimentos 110.000,00 88.000,00
IR/ CSLL a Pagar Curto Prazo 33.000,00 55.000,00
Provisão Para Créditos de Liquidação Duvidosa 3.300,00 2.200,00
Prejuízos Acumulados 123.200,00
Caixa 66.000,00
Receita Venda Imobilizado 33.000,00 35.310,00
Salários e Encargos a Pagar Curto Prazo 44.000,00 33.000,00
Reserva de Lucros 42.350,00 -
Informações:
I. O valor do ICMS incidente sobre as vendas é R$ 210.850,75.
II. O valor do PIS e Cofins incidentes sobre as vendas é R$ 119.149,25.
III. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 108.865,98 de ICMS.
IV. Sobre as mercadorias compradas que foram vendidas, incidiram R$ 55.474,57 de PIS e Cofins.
V. Das despesas com salários e encargos 30% referem-se aos encargos (2/3 INSS e 1/3 FGTS) e o restante (70%) aos salários.
VI. As despesas financeiras foram pagas e as receitas financeiras foram recebidas.
VII. O empréstimo contraído pela empresa foi depositado em caixa.
VIII. Os dividendos são constituídos após a compensação de possíveis prejuízos e constituição de reservas de lucros.
IX. O bem vendido a vista estava totalmente depreciado.
X. A empresa é optante pelo lucro real.
XI. Os empréstimos a pagar possuem carência de 24 meses para início do pagamento.
XII. Os investimentos são de natureza permanente.
O valor do patrimônio líquido em 31/12/X9 é de
 

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2403502 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Amor, só de letras
Conta a história que Dom Pedro II casou-se sem conhecer a sua noiva.Tinha visto um quadro com a cara da princesa. Casamento de interesses políticos lá dos portugueses, fazer o quê? E quando a moça chegou no porto do Rio de Janeiro – consta que – ele fez uma cara emocionada. Pela feiúra da imperial donzela. Mas casou, era o destino, era a desdita.
Tenho um avô que foi pedir a mão da moça e o pai dela disse:
– Essa tá muito novinha. Leva aquela.
E ele levou aquela que viria a ser a minha avó. Ah, a outra morreu solteirona.
Alguns anos depois do grande boom da imigração japonesa, familiares que lá ficaram mandavam noivas para os que cá aportaram. Tudo no escuro. E de olhinhos fechados, ainda por cima.
De uns tempos para cá, o conceito da escolha foi mudando. Até namorar antes valia. Ficava-se antes.
Só que agora, finzinho do finzinho do século, surgiu outro tipo de casamento. O casamento de letras. Letras de textos. O texto - finalmente, digo eu, escritor - virou casamenteiro. Apaixona-se, hoje em dia, pelo texto. Via internet. Via cabo, literalmente. Conheço quatro casos bem próximos. Há gente que desmanchou o casamento de carne e osso por uma aventura no mundo das letras.
Claro que estou me referindo aos encontros via Internet. Começa no chat, com o texto. Gostou do texto, leva para o reservado. E lá, rola. Eu mesmo já me envolvi perdidamente por dois textos belíssimos. Moças de vírgulas acentuadas, exclamações sensuais e risos de entortar qualquer coração letrado ou iletrado.
Sim, pela primeira vez nesta nossa humanidade já tão velhinha, as pessoas estão se conhecendo primeiramente pela palavra escrita. E lida, é claro. Já disse, isso envaidece qualquer escritor. Agora, o texto pode levar ao amor. Uma espécie de amor-de-texto, amor-de-perdição.
A relação, o namoro, começa ali no monitor. Você pode passar algumas horas, dias e até semanas sem saber nada da outra pessoa. Só conhece o texto dela. E é com o texto que vai se fazendo o charme. Você ainda não sabe se a pessoa é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha. E, se não for esperto, nem se é homem ou mulher. Mas vai crescendo uma coisa dentro de você. Algo parecidíssimo com amor. Pelo texto.
Pouco a pouco, você vai conhecendo os detalhes da pessoa. Idade, uma foto, a profissão, a cor. Inclusive onde mora. Sim, porque às vezes você está levando o maior lero com o texto amado e descobre que ele vem lá da Venezuela. Ou do Arroio Chuí. Mas se o texto for bom mesmo, se ele te encanta de fato e impresso, você vai em frente. Mesmo olhando para aquela fotografia - que deve ser a melhor que ela tinha para te escanear [...] você vai em frente. "Uma pessoa com um texto desses..."
A tudo isso o bom texto supera.
Quando eu ouvia um pai ou mãe dizendo que o filho ficava horas na Internet, todo preocupado, eu também ficava. Até que, por força do meu atual trabalho, comecei a navegar pela dita suja. E descobri, muito feliz da vida, que nunca uma geração de jovens brasileiros leu e escreveu tanto na vida. Se ele fica seis horas por dia ali, ou ele está lendo ou escrevendo. E mais: conhecendo pessoas. E amando essas pessoas.
Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto. No caso do amor ali nascido, a feiúra, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.
Quando comecei a escrever um livro pela internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet. Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:
– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto.
Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso? Quer uma prova? Estou fazendo um concurso de crônicas no meu site, entre os leitores/escritores. Entre lá e veja o nível. Pessoas que há pouco tempo odiavam escrever redação nas escolas, estão descobrindo o texto. Leiam e me digam se eu não estou certo. E são jovens, muito jovens.
Como diria Shakespeare, palavras, palavras, palavras. Como diria Pelé, love, love, love.
In: marioprataonline.com.br, Acesso em 05 out. 2010. (Adaptado)
Para o desenvolvimento do texto, o autor faz uso de vários recursos, EXCETO de
 

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2403444 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Considerando-se os pressupostos da Ergonomia, é CORRETO afirmar que
 

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2403434 Ano: 2010
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Em relação às fobias, é INCORRETO afirmar que
 

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2403103 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Amor, só de letras
Conta a história que Dom Pedro II casou-se sem conhecer a sua noiva.Tinha visto um quadro com a cara da princesa. Casamento de interesses políticos lá dos portugueses, fazer o quê? E quando a moça chegou no porto do Rio de Janeiro – consta que – ele fez uma cara emocionada. Pela feiúra da imperial donzela. Mas casou, era o destino, era a desdita.
Tenho um avô que foi pedir a mão da moça e o pai dela disse:
– Essa tá muito novinha. Leva aquela.
E ele levou aquela que viria a ser a minha avó. Ah, a outra morreu solteirona.
Alguns anos depois do grande boom da imigração japonesa, familiares que lá ficaram mandavam noivas para os que cá aportaram. Tudo no escuro. E de olhinhos fechados, ainda por cima.
De uns tempos para cá, o conceito da escolha foi mudando. Até namorar antes valia. Ficava-se antes.
Só que agora, finzinho do finzinho do século, surgiu outro tipo de casamento. O casamento de letras. Letras de textos. O texto - finalmente, digo eu, escritor - virou casamenteiro. Apaixona-se, hoje em dia, pelo texto. Via internet. Via cabo, literalmente. Conheço quatro casos bem próximos. Há gente que desmanchou o casamento de carne e osso por uma aventura no mundo das letras.
Claro que estou me referindo aos encontros via Internet. Começa no chat, com o texto. Gostou do texto, leva para o reservado. E lá, rola. Eu mesmo já me envolvi perdidamente por dois textos belíssimos. Moças de vírgulas acentuadas, exclamações sensuais e risos de entortar qualquer coração letrado ou iletrado.
Sim, pela primeira vez nesta nossa humanidade já tão velhinha, as pessoas estão se conhecendo primeiramente pela palavra escrita. E lida, é claro. Já disse, isso envaidece qualquer escritor. Agora, o texto pode levar ao amor. Uma espécie de amor-de-texto, amor-de-perdição.
A relação, o namoro, começa ali no monitor. Você pode passar algumas horas, dias e até semanas sem saber nada da outra pessoa. Só conhece o texto dela. E é com o texto que vai se fazendo o charme. Você ainda não sabe se a pessoa é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha. E, se não for esperto, nem se é homem ou mulher. Mas vai crescendo uma coisa dentro de você. Algo parecidíssimo com amor. Pelo texto.
Pouco a pouco, você vai conhecendo os detalhes da pessoa. Idade, uma foto, a profissão, a cor. Inclusive onde mora. Sim, porque às vezes você está levando o maior lero com o texto amado e descobre que ele vem lá da Venezuela. Ou do Arroio Chuí. Mas se o texto for bom mesmo, se ele te encanta de fato e impresso, você vai em frente. Mesmo olhando para aquela fotografia - que deve ser a melhor que ela tinha para te escanear [...] você vai em frente. "Uma pessoa com um texto desses..."
A tudo isso o bom texto supera.
Quando eu ouvia um pai ou mãe dizendo que o filho ficava horas na Internet, todo preocupado, eu também ficava. Até que, por força do meu atual trabalho, comecei a navegar pela dita suja. E descobri, muito feliz da vida, que nunca uma geração de jovens brasileiros leu e escreveu tanto na vida. Se ele fica seis horas por dia ali, ou ele está lendo ou escrevendo. E mais: conhecendo pessoas. E amando essas pessoas.
Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto. No caso do amor ali nascido, a feiúra, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.
Quando comecei a escrever um livro pela internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet. Há quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:
– Essa geração vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto.
Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso? Quer uma prova? Estou fazendo um concurso de crônicas no meu site, entre os leitores/escritores. Entre lá e veja o nível. Pessoas que há pouco tempo odiavam escrever redação nas escolas, estão descobrindo o texto. Leiam e me digam se eu não estou certo. E são jovens, muito jovens.
Como diria Shakespeare, palavras, palavras, palavras. Como diria Pelé, love, love, love.
In: marioprataonline.com.br, Acesso em 05 out. 2010. (Adaptado)
De acordo com o texto,
I. Há, contemporaneamente, uma volta ao estabelecimento de relações, sem que as pessoas tenham tido contato físico prévio.
II. Devido a fatores que prejudicam as relações, a Internet é perniciosa a seus usuários, independentemente a que faixa etária pertencem.
III. A entrega completa a uma relação por meio da Internet pode, por vezes, ter como consequência o final de uma relação estabelecida no mundo real.
IV. Um texto bem escrito leva os usuários da Internet a construir imagens idealizadas de seus interlocutores, fazendo com que vários aspectos físicos sejam relevados.
Estão CORRETAS
 

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