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Leia as seguintes frases:

1. Veja bem estes morros ______ se tem ouvido falar.

2. Veja bem estes morros ______ se dedicou muito tempos.

3. Veja bem estes morros ______ brilho incomoda meus olhos.

4. Veja bem estes morros ______se extraem ferro e manganês.

Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE,de acordo com as regras da norma culta, as lacunas nelas presentes.

 

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TEXTO 2

Acorda, amigo,

liberta-te dessa paz podre de milagre

que existe apenas na tua imaginação.

Abre os olhos e olha abre os braços e luta!

Amigo,

antes da morte vir

nasce de vez para a vida.

(FONSECA, Manuel da. Poemas Completos. Lisboa: Portugália, 1969.)

O verbo presente no primeiro verso do poema foi utilizado de forma
 

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522507 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Violência contra a mulher, gênero e machismo
Adriano Senkevics
A violência contra a mulher é um tema imprescindível quando se discute a situação das mulheres no Brasil. Entre outros, porque os indicadores sobre essa temática são assustadores: a cada cinco minutos, uma mulher é agredida no país, segundo o Mapa da Violência 2012 (WAISELFISZ, 2012). Em parâmetros internacionais, o Brasil é o 7º país com as maiores taxas de homicídio feminino entre 84 nações, assassinando 4,4 mulheres em cem mil, perdendo apenas para El Salvador, Trinidad e Tobago, Guatemala, Rússia, Colômbia e Belize.
O mesmo documento aponta que as unidades da federação onde se concentram as taxas de homicídio feminino, calculadas em número de mulheres vítimas de homicídio entre cem mil mulheres, são Espírito Santo (taxa de 9,8), Alagoas (8,3) e Paraná (6,4). Nas melhores posições, Santa Catarina (3,5), São Paulo (3,2) e Piauí (2,5). Ainda, vê-se, pelo gráfico abaixo, que o homicídio de mulheres cresceu vertiginosamente nos últimos 30 anos.
enunciado 522507-1
Notamos um crescimento até o ano de 1996, quando as taxas mantiveram alguma estabilidade até 2006. Neste ano, foi promulgada a lei Maria da Penha (lei 11.340/06), que, em seu primeiro ano de vigência, acompanhou uma queda no número desses casos. Logo a espiral de violência foi retomada, mostrando que só essa política não tem sido suficiente.
Estaríamos equivocados se pensarmos que essas agressões acontecem principalmente nas ruas ou no espaço público de forma geral. Pelo contrário, 68% das agressões documentadas em postos de atendimento ocorrem no próprio ambiente doméstico, em geral pelo cônjuge ou familiares da vítima.
Para compreender o porquê desses dados, é necessário tecer uma análise articulada a uma problemática de gênero. Já dizia a feminista brasileira Heleieth Saffioti (2004, p. 81) que a violência de gênero “não ocorre aleatoriamente, mas deriva de uma organização social de gênero, que privilegia o masculino”.
É sabido que uma histórica desigualdade de gênero marca nossa sociedade, transparecendo-se nos diferentes setores, e que essa desigualdade tem sido em alguma medida questionada e modificada, basta pensarmos, por exemplo, que, se há um século o acesso das mulheres à educação era restrito, hoje elas são maioria em muitos cursos do ensino superior.
Porém, é válido ressaltar que mesmo esses avanços convivem com os aspectos mais tradicionais das relações de gênero. Muda-se o contexto, mas a ideologia atrelada à forma de se entender o masculino e o feminino é praticamente a mesma.
A violência de gênero, seja na forma lesão corporal, de assédio sexual ou de assédio moral, está relacionada à manutenção de uma relação desigual de poder, que autoriza (mesmo com a ilegalidade do ato em si) aos homens a violação do corpo e dos direitos das mulheres, em virtude da reafirmação de uma masculinidade que se coloca, em âmbito público ou privado, superior às mulheres.
É o que acontece com o estupro ou com os assobios e provocações que muitos homens disparam a torto e direito às mulheres nas ruas. Por mais que não vá existir nenhum relacionamento entre os dois, o homem, ao chamar a mulher de “gostosa!”, está reproduzindo a ideia de que, na sua posição masculina, tem o direito de julgar, avaliar ou mesmo de controlar a sexualidade e o corpo de outrem. Em todos esses casos, estamos falando menos de afeto ou de sexo, e sim de poder.
Assim, quando nos deparamos com o alto índice de violência contra a mulher, não devemos olhar apenas o lado da vítima – e de uma sociedade que “produz” mulheres violentadas – mas com igual atenção para o agressor, nos questionando sobre o que levaria à produção de homens ofensores, agressores ou estupradores; para resumir em uma palavra: de homens machistas.
Para enfrentar esse problema, a lei Maria da Penha ou o aumento da segurança podem até contribuir, mas de longe não resolvem. É preciso mais do que prestar assistência às vítimas ou punir os agressores, embora esses dois aspectos sejam essenciais. É necessário, portanto, desconstruir essa masculinidade, questionar esse “modo de ser homem” que reproduz e legitima uma opressão sexista, aqui entendida como a violência de gênero, mas que poderia se estender a qualquer caso em que uma diferença sexual seja utilizada para dar razão a uma desigualdade de gênero.
Essa reflexão deve partir de todas as pessoas, homens e mulheres, e demanda repensar nossas práticas, atitudes e comportamentos: em que medida reproduzimos o machismo no nosso dia-a-dia? Não é uma reflexão simples, pois, se as desigualdades de gênero estivessem colocadas como um inimigo visível, seria fácil combatê-las. Mas é justamente por estarem inseridas na nossa cultura e concepção do masculino e do feminino, que elas se perpetuam. Romper esse ciclo é um desafio, como também uma grande necessidade.
Disponível em: https://ensaiosdegenero.wordpress.com/2012/09/13/violencia-contra-a-mulher-genero-e-machismo/ . Acesso em: 20 jul. 2016.
A ideia de revisão de valores, defendida pelo texto, somente NÃO prevê
 

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O homem pediu várias revistas a Laura para ampliar o acervo de sua empresa. Ele conhece Laura e sabe que muitas editoras podem oferecer a Laura muitos exemplares.
A substituição dos termos destacados por pronomes oblíquos átonos está CORRETA, de acordo com a norma padrão, em
 

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Assinale a alternativa em que o termo grifado é uma palavra substantivada
 

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Assinale a alternativa que preenche adequadamente, de acordo com a norma culta, as lacunas da frase, na sequência.

Regina estava _____ indecisa quanto _____ mandar _____ faturas _____ ___notas fiscais.

 

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Assinale a frase escrita de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
 

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522502 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
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Luz é o melhor remédio


Bactérias são seres microscópicos, invisíveis a olho nu, que podem causar danos à nossa saúde. Para nos livrar delas, muitas vezes os médicos recomendam o uso de antibióticos. Porém, nem sempre esses remédios funcionam, e podem trazer efeitos colaterais indesejáveis. Por isso, cientistas buscam outras formas de eliminar bactérias prejudiciais do nosso organismo. A mais nova delas? Uma lanterna!

Isso mesmo que você leu. Cientistas da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, estão testando uma maneira de eliminar bactérias com a ajuda de raios de luz. A ideia veio de um estudante brasileiro que fez intercâmbio por lá: Caio Guimarães, aluno de engenharia elétrica da Universidade de Pernambuco (UPE).

Trata-se de uma lanterna capaz de destruir os microrganismos, sem causar dano ao hospedeiro. O aparelho, portátil, é composto por um conjunto de microagulhas presas em uma placa que é pressionada contra a pele. As microagulhas são, então, absorvidas pelo organismo, e a luz chega aos tecidos do corpo atingidos pela infecção. Em cerca de uma hora, as bactérias indesejadas são eliminadas. Antes de começar a tratar pessoas com a nova técnica, porém, ainda há muitos testes a serem realizados, que vão verificar se o método é realmente seguro. Mas já é um grande começo.

(Disponível em: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/luz-e-o-melhor-remedio/. Acesso em: 24 jun.2016. Adaptado.)

No trecho:

Antes de começar a tratar pessoas com a nova técnica, porém, ainda há muitos testes a serem realizados, que vão verificar se o método é realmente seguro. Mas já é um grande começo.

A palavra “mas” pode ser substituída no texto, sem alterar seu sentido, por

 

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No trecho: “Essa exposição excessiva contribui para o consumismo, já que a televisão é o principal canal de veiculação de campanhas comerciais que falam diretamente com as crianças”, o conectivo grifado acrescenta ao período uma ideia de
 

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522500 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Violência contra a mulher, gênero e machismo
Adriano Senkevics
A violência contra a mulher é um tema imprescindível quando se discute a situação das mulheres no Brasil. Entre outros, porque os indicadores sobre essa temática são assustadores: a cada cinco minutos, uma mulher é agredida no país, segundo o Mapa da Violência 2012 (WAISELFISZ, 2012). Em parâmetros internacionais, o Brasil é o 7º país com as maiores taxas de homicídio feminino entre 84 nações, assassinando 4,4 mulheres em cem mil, perdendo apenas para El Salvador, Trinidad e Tobago, Guatemala, Rússia, Colômbia e Belize.
O mesmo documento aponta que as unidades da federação onde se concentram as taxas de homicídio feminino, calculadas em número de mulheres vítimas de homicídio entre cem mil mulheres, são Espírito Santo (taxa de 9,8), Alagoas (8,3) e Paraná (6,4). Nas melhores posições, Santa Catarina (3,5), São Paulo (3,2) e Piauí (2,5). Ainda, vê-se, pelo gráfico abaixo, que o homicídio de mulheres cresceu vertiginosamente nos últimos 30 anos.
enunciado 522500-1
Notamos um crescimento até o ano de 1996, quando as taxas mantiveram alguma estabilidade até 2006. Neste ano, foi promulgada a lei Maria da Penha (lei 11.340/06), que, em seu primeiro ano de vigência, acompanhou uma queda no número desses casos. Logo a espiral de violência foi retomada, mostrando que só essa política não tem sido suficiente.
Estaríamos equivocados se pensarmos que essas agressões acontecem principalmente nas ruas ou no espaço público de forma geral. Pelo contrário, 68% das agressões documentadas em postos de atendimento ocorrem no próprio ambiente doméstico, em geral pelo cônjuge ou familiares da vítima.
Para compreender o porquê desses dados, é necessário tecer uma análise articulada a uma problemática de gênero. Já dizia a feminista brasileira Heleieth Saffioti (2004, p. 81) que a violência de gênero “não ocorre aleatoriamente, mas deriva de uma organização social de gênero, que privilegia o masculino”.
É sabido que uma histórica desigualdade de gênero marca nossa sociedade, transparecendo-se nos diferentes setores, e que essa desigualdade tem sido em alguma medida questionada e modificada, basta pensarmos, por exemplo, que, se há um século o acesso das mulheres à educação era restrito, hoje elas são maioria em muitos cursos do ensino superior.
Porém, é válido ressaltar que mesmo esses avanços convivem com os aspectos mais tradicionais das relações de gênero. Muda-se o contexto, mas a ideologia atrelada à forma de se entender o masculino e o feminino é praticamente a mesma.
A violência de gênero, seja na forma lesão corporal, de assédio sexual ou de assédio moral, está relacionada à manutenção de uma relação desigual de poder, que autoriza (mesmo com a ilegalidade do ato em si) aos homens a violação do corpo e dos direitos das mulheres, em virtude da reafirmação de uma masculinidade que se coloca, em âmbito público ou privado, superior às mulheres.
É o que acontece com o estupro ou com os assobios e provocações que muitos homens disparam a torto e direito às mulheres nas ruas. Por mais que não vá existir nenhum relacionamento entre os dois, o homem, ao chamar a mulher de “gostosa!”, está reproduzindo a ideia de que, na sua posição masculina, tem o direito de julgar, avaliar ou mesmo de controlar a sexualidade e o corpo de outrem. Em todos esses casos, estamos falando menos de afeto ou de sexo, e sim de poder.
Assim, quando nos deparamos com o alto índice de violência contra a mulher, não devemos olhar apenas o lado da vítima – e de uma sociedade que “produz” mulheres violentadas – mas com igual atenção para o agressor, nos questionando sobre o que levaria à produção de homens ofensores, agressores ou estupradores; para resumir em uma palavra: de homens machistas.
Para enfrentar esse problema, a lei Maria da Penha ou o aumento da segurança podem até contribuir, mas de longe não resolvem. É preciso mais do que prestar assistência às vítimas ou punir os agressores, embora esses dois aspectos sejam essenciais. É necessário, portanto, desconstruir essa masculinidade, questionar esse “modo de ser homem” que reproduz e legitima uma opressão sexista, aqui entendida como a violência de gênero, mas que poderia se estender a qualquer caso em que uma diferença sexual seja utilizada para dar razão a uma desigualdade de gênero.
Essa reflexão deve partir de todas as pessoas, homens e mulheres, e demanda repensar nossas práticas, atitudes e comportamentos: em que medida reproduzimos o machismo no nosso dia-a-dia? Não é uma reflexão simples, pois, se as desigualdades de gênero estivessem colocadas como um inimigo visível, seria fácil combatê-las. Mas é justamente por estarem inseridas na nossa cultura e concepção do masculino e do feminino, que elas se perpetuam. Romper esse ciclo é um desafio, como também uma grande necessidade.
Disponível em: https://ensaiosdegenero.wordpress.com/2012/09/13/violencia-contra-a-mulher-genero-e-machismo/ . Acesso em: 20 jul. 2016.
Leia as afirmações sobre o último parágrafo do texto.
I. O último parágrafo apresenta uma síntese das ideias nele contidas no texto, apresentando uma ideia contrária, introduzida pela palavra mas. II. Uma das estratégias de sugerir novos caminhos para a discussão acerca do machismo é desqualificar energicamente a lei Maria da Penha. III. Indica posições machistas presentes em nossa sociedade, ressaltando comportamentos usuais, tidos como não agressivos..
Estão corretas as afirmações
 

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