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Como se sabe, alguns substantivos variam em gênero. Ocorre, entretanto, que, sendo o gênero uma categoria convencionada, com o passar do tempo alguns usos acabam por motivar a troca de gêneros. Por isso, é importante um revisor de textos considerar que:
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O modelo entidade relacionamento a seguir serve de referência para a resolução da questão.

Como pode ser realizada a implementação do relacionamento Matrícula? Assinale a consulta correta.
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Nos últimos anos, na área de saúde mental, vêm sendo desenvolvidos programas e ações objetivando a concretização da Reforma Psiquiátrica, no sentido de garantir o avanço no tratamento das pessoas com transtornos mentais. Podem ser considerados dentre os principais componentes e realizações da política de saúde mental do Ministério da Saúde, alinhada com os princípios da Reforma Sanitária Brasileira:
1) O processo de desinstitucionalização de pessoas com longo histórico de internação psiquiátrica tem avançado através da instituição pelo Ministério da Saúde de mecanismos seguros para a redução de leitos no país, entre os quais o Programa de Volta para Casa e a expansão de serviços como os Centros de Atenção Psicossocial e as Residências Terapêuticas.
2) Os Serviços Residenciais Terapêuticos, constituídos para responder às necessidades de moradia de pessoas portadoras de transtornos mentais graves, deve acolher no máximo vinte moradores acompanhados por um cuidador para apoiá-los em busca da autonomia e progressiva inclusão social dos moradores.
3) Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) devem ser complementares ao hospital psiquiátrico, cabendo-lhes o acolhimento e a atenção às pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território, convidando-o à responsabilização e ao protagonismo em toda a trajetória do seu tratamento.
4) O Programa Anual de Reestruturação da Assistência Hospitalar no SUS (PRH) estimula que as reduções de leitos psiquiátricos se efetivem de forma planejada, de modo a não provocarem desassistência nas regiões onde ainda não se constituíram serviços substitutivos.
5) Os Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico ou Manicômios Judiciários em funcionamento no país para presos inimputáveis atualmente são geridos pelo Sistema Único de Saúde em parceria com órgãos da Justiça, submetidos às normas gerais de funcionamento do SUS.
Estão corretas, apenas:
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É informação essencial a ser incluída nos comprovantes (voucher) de material micológico, coletado na natureza, a ser depositado em coleções micológicas:
1) data da coleta.
2) nome completo do coletor.
3) descrição das condições climáticas.
4) localização da área de coleta.
Estão corretas, apenas:
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Que nome se dá à modificação rítmica que transforma dois compassos ternários em três binários, muito comum em movimentos de dança?
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Cabe ao revisor de texto analisar se as regras de concordância estão adequadas para o texto produzido. Assim, assinale a alternativa em que a concordância está inadequada para um texto formal.
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A filtração pode ser efetuada segundo várias concepções: filtração de fluxo descendente ou ascendente, de baixa taxa de filtração ou de alta taxa de filtração, entre outras. Deseja-se tratar a vazão de 360m³/hora através da filtração em unidades de fluxo ascendente. Sabendo-se que a ideia é construir seis filtros em paralelo e que a taxa média máxima recomendada pela norma brasileira para esse tipo de filtro é de 120 metros cúbicos por metro quadrado por dia, a área em metro quadrado de cada filtro deverá ser de:
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Uma resma de papel contém 500 folhas e a altura da resma é de 4,7cm. Qual a espessura de uma folha?
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
“Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.” (§ 6). Com essa afirmação, o autor do Texto reconhece que “todos esses cidadãos brasileiros” são:
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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Ao afirmar que “o desejo pelo diploma universitário [...] mascara um preconceito enraizado na sociedade” (§ 1), o autor do Texto pretendeu dizer que o desejo pelo diploma universitário:
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