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Foram encontradas 275 questões.

631752 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Na figura, cada um dos degraus da escada possui 18 cm de altura e 25 cm de profundidade, conforme os padrões recomendados. Nessas condições, o valor que mais se aproxima do comprimento total do corrimão, em apenas um dos lados da escada, é de:
Enunciado 631752-1
 

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631750 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Os valores das exportações de um determinado país são representados na figura da esquerda, e na figura da direita, a distribuição dessas exportações:
Enunciado 631750-1
Nessas condições, é correto afirmar:
 

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631748 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Em maio de 2017, a Sanepar alterou a forma de cálculo da conta da água e de seu consumo mínimo. Antes da mudança, o valor mínimo era de R$ 33,74 e permitia a utilização de até 10 metros cúbicos de água. Depois da mudança, o valor mínimo passou a ser de R$ 32,90 e permite a utilização de até 5 metros cúbicos de água. Além disso, foram criadas mais faixas de consumo, conforme o quadro ao lado:
Enunciado 631748-1

Com base nessas informações, é correto afirmar:
 

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631746 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Em planilhas eletrônicas como o Excel e o Calc, é comum o uso de fórmulas que facilitam a resolução de cálculos simples ou complexos. Em uma linha de uma dessas planilhas, encontram-se os seguintes valores:

Enunciado 631746-1

A célula C1 indica o resultado da expressão: 8 x A1 + 16 x B1.

Nessas condições, o valor da célula A1 é:

 

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631745 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Fabiana vai ao mercado e compra um quilo de carne por R$ 23,00, um pacote de frutas por R$ 9,20 e duas barras iguais de chocolate. Ao pagar com uma nota de R$ 50,00, recebe R$ 4,40 de troco. Caso Fabiana quisesse comprar três barras de chocolate:
 

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631744 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
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Com vistas a diminuir os custos de produção de uma embalagem, uma indústria modificou o formato dela, mantendo o seu volume e a sua capacidade. As dimensões das caixas ficaram estabelecidas, conforme as figuras ao lado: (Obs.: As figuras estão fora de escala)
Nas condições enunciadas, o valor de h é de:
Enunciado 631744-1
 

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631741 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?

Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.

(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)

No trecho “Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas”, os termos sublinhados indicam:
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Dieta salvadora, por Ruy Castro
A ciência descobre um micróbio adepto de um alimento abundante: o lixo plástico no mar
O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica- também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek (pronuncia-se tchá-pek), um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras entregam, ele fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. São agora bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2019/05/dieta-salvadora.shtml)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?
Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho
Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?
A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.
Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.
Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.
Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.
O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso.shtml)
No trecho “[...] até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho”, a palavra destacada pode ser substituída por:
 

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Considere as seguintes sentenças: 1. Nós já o analisamos em outras situações. 2. Eu te telefonarei assim que for possível. 3. O rapaz não foi visitar ela porque estava doente. 4. Não encontrei o jornal de cujo artigo você me falou.
Estão em conformidade com a norma padrão escrita:
 

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