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Foram encontradas 275 questões.

631715 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Enunciado 631715-1

Sobre a charge ao lado, considere as seguintes afirmativas: 1. A charge tematiza a última reforma ortográfica da Língua Portuguesa. 2. As formações que apresentam prefixo terminado em vogal e o segundo elemento iniciado por s não mais levam hífen. 3. Os sinais representados na charge são o hífen e as reticências.
Assinale a alternativa correta.
 

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Considere o seguinte trecho de uma matéria publicada na revista Galileu:
Durante uma expedição no desfiladeiro subaquático de San Diego Trough, localizado nos Estados Unidos, o cientista Marc Meyers analisava os animais que vivem a cerca de 500 metros abaixo da superfície quando se deparou com exemplares de peixes-dragão.
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto. ( ) Usando um microscópio eletrônico, foi possível identificar que os dentes eram compostos por colágeno e hidroxiapatita (o mesmo mineral de cálcio presente nos ossos e dentes humanos). ( ) Ao realizar uma observação mais cuidadosa, ele se surpreendeu: esses animais, que habitam águas oceânicas profundas, exibem dentes transparentes que são muito poderosos. ( ) “Esses animais ainda não foram investigados, mas suspeito que eles tenham uma estrutura similar”, contou ao jornal britânico The Guardian. ( ) Após coletar alguns animais da espécie e levá-los para um laboratório, o pesquisador constatou que os dentes dos peixe-dragão são quase duas vezes mais afiados que os de um tubarão. ( ) Meyers acredita que existe apenas um pequeno número de peixes que possuem dentes transparentes, como os grupos conhecidos como os Lophiiformes e os Sternoptychidae. (Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2019/06/cientista-encontra-especie-de-peixe-com-dentes-transpa rentes-e-afiados.html)
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
 

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Em relação ao vigente padrão ortográfico da língua portuguesa, considere as seguintes sentenças: 1. Atores já desistiram de grandes papéis no cinema e se arrependeram. 2. Na pré-estreia, meus amigos serão os anfitriões da noite. 3. Eu apoio as escolas ocupadas em SP. 4. A feiura dos lençóis impressionou os hóspedes do hotel.
Está/Estão corretamente acentuada(s) a(s) sentença(s):
 

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Considere o seguinte excerto:
Nossas vidas são baseadas em interações e a comunicação verbal é a ferramenta mais à mão para produzi-las. Ninguém discute a máxima aristotélica de que o homem é um animal social inclinado a exteriorizar opiniões e sentimentos. Portanto, o silêncio imposto implica pesar, e quando um ente querido deixa de nos dirigir a palavra, experimentamos dor. O escritor Henry Fielding, em seu ensaio de 1743 dedicado à conversa, a definiu como a troca de ideias mediante a qual se examina a verdade e na qual cada questão é analisada a partir de diferentes pontos de vista, de modo que o conhecimento seja compartilhado. A história conheceu grandes momentos dessa arte desde que Platão observou que é a mais elevada forma de conhecimento. Muitos séculos depois, começou-se a perceber a relação direta entre a estabilidade política e o mundo da conversa, que David Hume descreveu como a conversa respeitosa na qual se dá e se recebe no interesse de um gozo mútuo. Para manter um intercâmbio linguístico autêntico deve-se deixar de lado a vaidade, a intransigência e o orgulho; assim, a antítese da conversa é a polarização exacerbada.
Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Na primeira linha, “las” faz referência a “nossas vidas”.
2. Na sexta linha, “dessa arte” refere-se a “conversa”.
3. Na oitava linha, “na qual” refere-se a “estabilidade política”.

Assinale a alternativa correta.
 

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631707 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?

Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.

(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)

De acordo com o texto, “ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone”, porque as chamadas telefônicas:
 

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O texto a seguir é referência para a questão.
O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro.
(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
Na frase “Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída”, estabelece-se uma relação de:
 

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O texto a seguir é referência para a questão.

Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?
Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho
Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?
A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.
Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.
Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.
Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.
O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso.shtml)
No trecho “Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?”, a oração grifada indica:
 

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631702 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?

Para iniciar um texto, Hemingway dizia a si mesmo: “Escreva a frase mais verdadeira que você conhece”. Mas, no nosso caso, a psicóloga Cristina Pérez, do Siquia, respondeu por meio de mensagens de áudio às perguntas que lhe enviamos por email. Essa curiosidade metajornalística não tem importância, não altera a qualidade de suas respostas, só ilustra a variedade e fluidez de opções com as quais podemos nos comunicar hoje. Recebemos um email? Respondemos com um áudio. Chegou um áudio de WhatsApp? Respondemos com um texto. Recebemos um telefonema? Não respondemos. Esperamos. Esperamos. E escrevemos: “Você me ligou? Não posso falar, é melhor me escrever”. O paradoxo do grande vício do século XXI é que estamos presos ao celular, mas temos fobia das ligações telefônicas.

É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas como WhatsApp, Telegram e Facebook Messenger é quase o dobro ligações por telefone fixo e celular, segundo o Relatório da Sociedade Digital na Espanha de 2018, da Fundação Telefónica. Não só preferimos as mensagens instantâneas a telefonemas, como também preferimos essas mensagens a interagir com outras pessoas. Ou pelo menos foi o que 95,1% da população espanhola disse preferir (o cara-a-cara só tem 86,6% de popularidade). A ligação telefônica − que, até não muito tempo atrás, esperávamos com alegria ou tolerávamos com resignação, mas nunca evitávamos com uma rejeição universal − se tornou uma presença intrusiva e incômoda, perturbadora e tirânica, mas por quê? “Uma das razões é que quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez. “Por outro lado, também exige de nós uma resposta imediata, ao contrário do que ocorre na comunicação escrita, que nos permite pensar bem no que queremos dizer. E a terceira razão seria o fato de não poder saber de antemão qual será a duração do telefonema”, acrescenta.

(Adaptado. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/01/tecnologia/1559392400_168692.html)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna na segunda linha do segundo parágrafo.
 

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631700 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR
Considere o seguinte trecho: Ninguém discute a ideia homem é um animal social inclinado a exteriorizar opiniões e sentimentos. Portanto, o silêncio imposto implica pesar, e quando um ente querido deixa de nos dirigir a palavra, experimentamos dor.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
 

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631699 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Considere o seguinte início de um texto extraído da seção Viva Bem do site Uol (https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2019/06/18/como-a-teoria-evolucionista-pode-ajudar-a-entender-a-mente-humana.htm):

Do que você tem mais medo, de aranha ou de automóvel?

A seguir, são apresentadas, fora de ordem, as frases que dão continuidade a esse texto. Numere os parênteses, indicando a ordem textual correta.

(  ) Por que então o medo de aranha permanece tão enraizado em nós?
(  ) Se respondeu que é de aranha, está entre a maioria das pessoas.
(  ) Apesar disso, sabemos que, estatisticamente, automóveis oferecem um risco bem maior de nos causar danos físicos e até a morte – vivemos no ambiente urbano e a maior parte das aranhas sequer é venenosa.
(  ) A resposta está na evolução.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.

 

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