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O trabalho produtivo é aquele que, ao se realizar, cria riqueza que, apesar de ser produzida pelo trabalhador, não é dele, pertence ao que não a produziu, ou seja, ao capitalista e aos camponeses.
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A globalização/mundialização do capital tem profundas repercussões na órbita das políticas públicas, em suas diretrizes de focalização, descentralização, desfinanciamento e regressão do legado dos direitos do trabalho, impactando ou redimensionando as demandas dirigidas
aos assistentes sociais, os quais devem garantir que os projetos governamentais sejam executados.
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O trabalho dos profissionais de Serviço Social é polarizado pela trama das relações da sociedade, bem como pelos interesses sociais das teias das relações sociais vigentes, e é no intricado dessas relações que a ação profissional pode garantir a implementação efetiva do projeto-ético-político e/ou envolvê-lo, de várias formas, nos projetos sociais presentes na sociedade.
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A produção e a reprodução das relações sociais não constituem preocupações para os profissionais de Serviço Social, no que se refere à construção de relações mais igualitárias.
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Segundo Iamamoto, os assistentes sociais atuam, nos vários espaços de trabalho, no planejamento e execução de políticas públicas, nas áreas de educação, saúde, previdência, assistência social, habitação, meio ambiente, entre outros, movidos pela perspectiva de defesa e ampliação dos direitos da população, sem a necessidade de considerar o Projeto Ético-Político do Serviço Social.
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O termo “ações afirmativas” refere-se a um conjunto de medidas oriundas da esfera pública e/ou privada, que tem como objetivo provocar condições especiais e temporárias para que grupos sociais, reconhecidamente discriminados, possam alcançar emancipação, autonomia e igualdade de condições.
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A competência profissional deve dar conta da atuação profissional junto ao objeto e/ou matéria-prima da profissão, ou seja, a questão social, nas suas múltiplas expressões e nas diversas políticas públicas, oriundas da anomia da classe trabalhadora e da sua incapacidade de se ajustar à ordem social.
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— Pra falar a verdade, eu não gosto dessas festinhas das irmãs. Tudo misturado, porque eu sou contra isso de tudo misturado. Na sociedade, não é assim mesmo. Não é que a gente quer ser melhor do que os outros. É que “cada macaco no seu galho”. Cada um no seu lugar.
— Misturado como, dona Florípedes?
— Branco e preto. Tudo misturado. Eu sou contra. Porque, vou falar pra você, preto é gente malvada, eles querem te prejudicar. Vamos supor, se minha filha mora na vila, tem amizade com preto e ela vai pra cidade e encontra com amigos. Tá com eles e chega este preto e conversa com ela. Logo vão pensar mal dela. Não é que a gente quer ser mais do que os outros. A gente tem amizade com eles, cumprimenta, mas ir em festa, baile, juntos, não dá certo. Nos clubes da sociedade, tem preconceito mesmo, não adianta acabar com preconceito, porque na sociedade tem mesmo. (KOFES, S. Entre nós, os pobres, eles, os negros. Campinas: IFCH/Unicamp. Dissertação de mestrado, 1976, p. 100).
Tomando-se como referência o tema abordado no texto, pode-se afirmar:
Essa senhora assumiu um comportamento inadequado, pois o preconceito racial pode ser definido como uma atitude negativa com relação a um grupo ou a uma pessoa, baseando-se em um processo de comparação social em que a raça do indivíduo é considerada como ponto positivo de referência.
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No processo de reestruturação produtiva e com o Estado Mínimo, a questão social toma novos contornos, e o Estado lança mão da filantropização, do compartilhamento com a sociedade civil através das parcerias mantidas com as organizações não-governamentais, que recebem pequenos e/ou grandes financiamentos para a realização de projetos pontuais, muitas vezes desvinculados da avaliação e do monitoramento da gestão pública.
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Nos anos 90, consolidam-se as propostas neoliberais que legitimam o processo de reestruturação produtiva da instalação do Estado Mix, como uma redefinição das possibilidades do sistema de proteção social, definido na proposta de Seguridade Social, e garantido na Constituição de 1988. Nesse cenário contraditório, é que se consolida o projeto-ético-político do Serviço Social, ou seja, em finais da década, implementa-se a proposta da Carta Constitucional e, ao mesmo tempo, tem-se a operacionalização das propostas neoliberais financiadas e assumidas pelo Estado brasileiro: por Collor de Mello, depois por Fernando Henrique Cardoso e, em menor proporção, pelo Governo Lula.
Com base na análise do texto, pode-se afirmar:
Os ideários modernos são originários da revolução burguesa que difundem valores, como liberdade, igualdade e fraternidade, ideais que estão assegurados em nossa constituição cidadã, mas, concretamente, ao mesmo tempo que em 1988 se aprova a Carta Magna garantindo direitos sociais, proteção social e seguridade social, o Brasil abre as portas por completo às propostas neoliberais, instaurando o Estado Mix, isto é, um Estado privatizador que cada vez mais deixa as obrigações sociais sob a responsabilidade dos governos municipais.
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