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Foram encontradas 60 questões.

2883906 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

Doe seu jornal.
Não custa nada, mas vale muito.

Enunciado 2996592-1

O seu jornal vai pro lixo? Então chegou a hora de virar essa página. A grande notícia é que agora você pode apoiar a coleta seletiva realizada pelo Projeto Ação Reciclar, da ONG Paciência Viva. É fácil. Você lê o seu jornal hoje e amanhã doa em qualquer dos postos de coleta espalhados por Salvador. Atenção para os locais de entrega: Igrejas da Arquidiocese: N. Sa da Assunção, no Caminho das Árvores; N. Sa da Esperança, no Stiep; N. Sa da Vitória, no Largo da Vitória; Deus Menino, no Engenho Velho de Brotas; Santana, no Rio Vermelho e Conceição da Lapa, na Av. Joana Angélica. Além desses, os prédios comerciais: Salvador Trade Center, Thomé de Souza e Suarez Trade. Doe ainda nos shoppings Salvador e Piedade, no Teatro Vila Velha, além do Estádio Barradão, em dias de jogos.

DOE seu jornal. Não custa nada, mas vale muito. A Tarde, Salvador, 28 dez. 2010. Caderno Últimas,
p. B10. Projeto Ação Reciclar; ONG Paciência Viva. (Site <www.pacienciaviva.org.br>.)

A imagem exposta na peça publicitária evidencia o sujeito emissor da mensagem verbal que impele o sujeito recebedor a agir em benefício do jornal.

 

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2883905 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

Doe seu jornal.
Não custa nada, mas vale muito.

Enunciado 2996591-1

O seu jornal vai pro lixo? Então chegou a hora de virar essa página. A grande notícia é que agora você pode apoiar a coleta seletiva realizada pelo Projeto Ação Reciclar, da ONG Paciência Viva. É fácil. Você lê o seu jornal hoje e amanhã doa em qualquer dos postos de coleta espalhados por Salvador. Atenção para os locais de entrega: Igrejas da Arquidiocese: N. Sa da Assunção, no Caminho das Árvores; N. Sa da Esperança, no Stiep; N. Sa da Vitória, no Largo da Vitória; Deus Menino, no Engenho Velho de Brotas; Santana, no Rio Vermelho e Conceição da Lapa, na Av. Joana Angélica. Além desses, os prédios comerciais: Salvador Trade Center, Thomé de Souza e Suarez Trade. Doe ainda nos shoppings Salvador e Piedade, no Teatro Vila Velha, além do Estádio Barradão, em dias de jogos.

DOE seu jornal. Não custa nada, mas vale muito. A Tarde, Salvador, 28 dez. 2010. Caderno Últimas,
p. B10. Projeto Ação Reciclar; ONG Paciência Viva. (Site <www.pacienciaviva.org.br>.)

No texto, a relação entre a palavra — linguagem verbal — e a imagem — linguagem não verbal — é de interdependência.

 

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2883904 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

No penúltimo parágrafo, há elementos linguísticos que localizam e qualificam nomes comuns.

 

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2883903 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

O termo oracional “que estamos vivendo” constitui um elemento restritivo no contexto da oração.

 

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2883902 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

Na sequência “China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.", sob o ponto de vista da importância política, há, segundo o autor, uma hierarquia na enumeração.

 

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2883901 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

O termo “aqui” refere-se especificamente ao Brasil.

 

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2883900 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

O termo “Entretanto” introduz um pensamento conclusivo que relativiza o que se expressa na frase anterior.

 

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2883899 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

No fragmento “Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa”, o deslocamento da última vírgula para após o termo “1810” produz um novo sentido na frase.

 

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2883898 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

O tema da expectativa de vida do homem é focalizado no texto, com a finalidade de alertar a humanidade para novas demandas na sociedade planetária.

 

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2883897 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFBA
Orgão: UFRB

O mundo viveu, nos últimos 200 anos, um crescimento econômico incomparável. Segundo estudo feito por Hans Rosling, médico sueco, em 1810 a expectativa de vida numa ampla amostra de países era baixa (ao redor de 40 anos), mas com pouca dispersão em torno dessa média. Ao longo de dois séculos, todos melhoraram.

Entretanto, a diferença entre os países aumentou brutalmente, variando de 50 a mais de 80 anos, e só recentemente passou a convergir timidamente. Apesar de não uniforme, é de se valorizar esse desenvolvimento. O que chama a atenção aqui é a similaridade entre o fenômeno relativamente recente da inclusão de consumidores no cenário brasileiro e a inclusão de novos países no desenvolvimento mundial. China, Índia, Indonésia, Vietnã e o próprio Brasil são como a nova classe emergente entrando no jogo global.

A ampliação do consumo de massa certamente é o denominador comum da transformação que estamos vivendo. Com isso está vindo uma demanda por mais informação, por melhores condições de vida e por maior participação nas grandes discussões.

[...]

Em breve, ainda teremos que lidar com os alertas dos estudos que indicam que, se todos os habitantes do planeta tivessem um padrão de consumo semelhante ao de um cidadão norte-americano, os recursos naturais seriam insuficientes.

Seja em termos locais, seja em termos globais, vivemos uma nova era. Essa é a era da inclusão, da participação, da disseminação da informação, da busca da igualdade de oportunidades.

A complexidade de lidar com esse mundo da inclusão é muito maior e, ao mesmo tempo, fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno.

BARBOSA, Fábio Colleti. Tempos de inclusão. A Tarde, Salvador, 2 jan. 2011. Economia, p. B4. Adaptado.

O texto, fundamentalmente, objetiva relatar o que um outro estudioso já produziu sobre a expectativa de vida, no mundo atual.

 

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