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Conforme a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil
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Potyara Pereira (2009), no livro “Política Social no Capitalismo, Tendências Contemporâneas”, apresenta o conceito de política pública. Com relação a esse conceito, considere as afirmações abaixo.
I - Uma política cuja principal marca definidora é o fato de ser pública, isto é, de todos, e não porque seja estatal (do Estado), ou coletiva (de grupos particulares da sociedade) e muito menos individual.
II - Uma estratégia de ação pensada, planejada e avaliada, guiada por uma racionalidade coletiva, na qual tanto o Estado como a sociedade desempenham papéis ativos.
III - Um local privado, delimitado geograficamente, que possibilita a troca de informações através de redes sociais e por meio de assembleias que têm caráter consultivo para a tomada de decisão dos governantes.
IV - Uma iniciativa do mercado capitalista de acesso aos direitos sociais conquistados pela classe trabalhadora, em que cada indivíduo poderá ativar a lei correspondente a sua necessidade através de uma política social.
V - Uma forma de expressar a liberdade e a competitividade da classe trabalhadora em que o Estado deve exercer funções complementares ao mercado capitalista.
Quais afirmações constituem esse conceito?
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O jornal Washington Post fez uma experiência no metrô da cidade. Um dos melhores violinistas do planeta, Joshua Bell, estava em turnê na capital, e a experiência era a seguinte: ele tocaria incógnito seu violino numa estação de metrô. Um boné no chão recolheria as moedas.
As poucas pessoas que deram algum troco sequer pararam para ouvir. Quando Joshua guardou seu violino (que valia três milhões e meio de dólares) não houve aplausos.
Eis minha experiência no metrô de Londres, anos atrás. Estava de férias e já subia a escada para atingir a rua quando me dei conta do tema que vinha de um sax (na época, Kenny G povoou de saxofones as estações de metrô mundo afora). A canção que chegara a mim não era Kenny G. Era algo suave, que reverberava na memória. Memória antiga e afetiva. O que tocava era Manhã de carnaval, de Antônio Maria, meu conterrâneo. Um autor recifense enchia os ares do metrô de Londres. Desci as escadas correndo. O saxofonista era alto e ruivo, dificilmente seria brasileiro.= Fiquei ainda mais comovido.
Ouvi a música até o fim. Depois, agradecendo a honra, coloquei dez libras em seu chapéu. Ele não acreditou, e achou que eu havia me confundido ao dar uma nota de valor tão graúdo. Gesticulei que não, e segui adiante orgulhoso do talento de minha aldeia.
A ilusão durou décadas, e manteve-se intacta até anteontem. Eu passava entre os computadores do escritório quando ouvi o que vinha do monitor de um colega: a introdução de Manhã de carnaval. Voltei sorrindo e já ia contar o antigo episódio do metrô quando entrou a voz. Sim, era a voz: Frank Sinatra, cantando em inglês. Então era isso. O ruivo magrela não conhecia Antônio Maria coisa nenhuma, e tampouco sabia da existência de Recife ou mesmo do Brasil. Conhecia era a versão americana. Ele tocou Frank Sinatra e eu paguei por Antônio Maria. Na mesma hora tive pena das minhas dez libras.
Enquanto a experiência do Washington Post rendeu um prêmio Pulitzer em 2008, a minha rendeu uma bestagem. O título americano da canção, aliás, é uma carapuça. Chama-se A day in the life of a fool (Um dia na vida de um tolo).
Adaptado de: LAURENTINO, A. Maria. Disponível em:
andrelaurentino.blogspot.com.br/2013/03/Maria.html.
Acessado em 11/04/2014.
Com a expressão A ilusão, o narrador faz referência à sua crença inicial de que
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Guia de carreiras: arquitetura e urbanismo
Habilitado para conceber espaços e objetos, o arquiteto e urbanista vê seu mercado se expandir com o ‘boom’ de moradias populares criadas pelo poder público. Porém, apesar de a carreira ter sua imagem vinculada à área de edificações, este profissional também pode trabalhar com paisagismo, cenografia, conservação e preservação de patrimônios históricos e culturais, design gráfico, além de projetar produtos como móveis e utensílios.
O presidente do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo (Sasp), Daniel Amor, diz que todos os anos se formam cerca de 6.500 arquitetos em todo o país, sendo 30% no estado de São Paulo. É muito raro, segundo ele, algum ficar sem emprego. “Durante a faculdade, o estudante faz o estágio supervisionado. Isso o ajuda a conhecer o mercado quando se forma. Há várias oportunidades. Em São Paulo, por exemplo, metade das prefeituras não tem arquitetos.”
Quem está a muitos anos no mercado garante que, para seguir carreira, mais do que saber desenhar – já que o vestibular tem prova de habilidade específica – o aluno precisa ter senso de organização, criatividade e muito jogo de cintura. “É necessário prestar muita atenção, porque, quando menos se espera, o arquiteto é desafiado há pensar em uma solução rápida para um problema de sinalização, acessibilidade, comunicação ou conforto”, afirma Zan Quaresma, arquiteto e diretor de pesquisa do Sasp.
Para Daniel Amor, ao fazer seus projetos, o arquiteto cria obras de arte nas cidades. “Ao criar, o arquiteto não pensa em uma caixa isolada, um volume qualquer. Ele pensa em um elemento que vai transmitir um sentimento e proporcionar algo em quem vê ou usa esse elemento”.
Adaptado de: Guia de carreiras: arquitetura e urbanismo
(http://g1.globo.com/educacao/guia-decarreiras/
noticia/2011/04/guia-de-carreiras-arquiteturae-
urbanismo.html). Acessado em 19 de março de 2014.
Os pronomes sua e seus estabelecem uma relação entre um elemento possuidor e um elemento possuído. Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o elemento possuidor e o elemento possuído na relação estabelecida por esses dois pronomes.
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Conforme a Lei Federal n. 11.091/2005, considere as afirmativas abaixo.
I - Será instituído Incentivo à Qualificação ao servidor que possuir educação formal superior ao exigido para o cargo de que é titular, na forma de regulamento.
II - Na contagem do interstício necessário à Progressão por Mérito Profissional, não será aproveitado o tempo computado desde a última progressão.
III - O interstício para Progressão por Mérito Profissional na Carreira é de 20 (vinte) meses contados da posse.
Quais estão corretas?
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Guia de carreiras: arquitetura e urbanismo
Habilitado para conceber espaços e objetos, o arquiteto e urbanista vê seu mercado(a) se expandir com o ‘boom’ de moradias populares criadas pelo poder(e) público. Porém, apesar de a carreira ter sua imagem(d) vinculada à área de edificações(b), este profissional também pode trabalhar com paisagismo, cenografia, conservação e preservação de patrimônios históricos e culturais, design gráfico, além de projetar produtos como móveis e utensílios.
O presidente(a) do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo(b) (Sasp), Daniel Amor(c), diz que todos os anos se formam cerca de 6.500 arquitetos em todo o país, sendo 30% no estado(d) de São Paulo. É muito raro, segundo ele, algum ficar sem emprego(e). “Durante a faculdade, o estudante faz o estágio supervisionado. Isso o ajuda(c) a conhecer o mercado quando se forma(a). Há várias oportunidades. Em São Paulo, por exemplo, metade(d) das prefeituras não tem arquitetos.”
Quem está a muitos anos no mercado garante que, para seguir carreira(e), mais do que saber desenhar – já que o vestibular(c) tem prova de habilidade(a) específica – o aluno(c) precisa ter senso(e) de organização, criatividade e muito jogo de cintura. “É necessário prestar muita atenção, porque, quando menos se espera, o arquiteto é desafiado(d) há pensar em uma solução rápida para um problema(b) de sinalização, acessibilidade, comunicação ou conforto”, afirma Zan Quaresma, arquiteto e diretor de pesquisa do Sasp.
Para Daniel Amor, ao fazer seus projetos, o arquiteto cria obras de arte nas cidades. “Ao criar, o arquiteto não pensa em uma caixa isolada, um volume qualquer(b). Ele pensa em um elemento que vai transmitir um sentimento e proporcionar algo em quem vê ou usa esse elemento”.
Adaptado de: Guia de carreiras: arquitetura e urbanismo
(http://g1.globo.com/educacao/guia-decarreiras/
noticia/2011/04/guia-de-carreiras-arquiteturae-
urbanismo.html). Acessado em 19 de março de 2014.
Assinale a alternativa que contenha apenas substantivos.
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A questão a seguir se refere ao texto abaixo.
Guia de carreiras: arquitetura e urbanismo
Habilitado para conceber espaços e objetos, o arquiteto e urbanista vê seu mercado se expandir com o ‘boom’ de moradias populares criadas pelo poder público. Porém, apesar de a carreira ter sua imagem vinculada à área de edificações, este profissional também pode trabalhar com paisagismo , cenografia , conservação e preservação de patrimônios históricos e culturais, design gráfico, além de projetar produtos como móveis e utensílios.
O presidente do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo (Sasp) , Daniel Amor , diz que todos os anos se formam cerca de 6.500 arquitetos em todo o país, sendo 30% no estado de São Paulo. É muito raro, segundo ele, algum ficar sem emprego. “Durante a faculdade , o estudante faz o estágio supervisionado. Isso o ajuda a conhecer o mercado quando se forma. Há várias oportunidades. Em São Paulo, por exemplo, metade das prefeituras não tem arquitetos.”
Quem está a muitos anos no mercado garante que, para seguir carreira, mais do que saber desenhar – já que o vestibular tem prova de habilidade específica – o aluno precisa ter senso de organização, criatividade e muito jogo de cintura. “É necessário prestar muita atenção, porque, quando menos se espera, o arquiteto é desafiado há pensar em uma solução rápida para um problema de sinalização, acessibilidade, comunicação ou conforto”, afirma Zan Quaresma, arquiteto e diretor de pesquisa do Sasp.
Para Daniel Amor, ao fazer seus projetos, o arquiteto cria obras de arte nas cidades. “Ao criar, o arquiteto não pensa em uma caixa isolada, um volume qualquer. Ele pensa em um elemento que vai transmitir um sentimento e proporcionar algo em quem vê ou usa esse elemento”.
Adaptado de: Guia de carreiras: arquitetura e urbanismo
(http://g1.globo.com/educacao/guia-decarreiras/
noticia/2011/04/guia-de-carreiras-arquiteturae-
urbanismo.html). Acessado em 19 de março de 2014.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) As vírgulas (em vermelho) têm a função de isolar elemento intercalado.
( ) As vírgulas (em azul) têm a função de separar um vocativo.
( ) A vírgula (em verde) tem a função de isolar um adjunto adverbial.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Conforme Reis (2002), o projeto ético-político do Serviço Social brasileiro vincula-se a projeto de transformação da sociedade. Ao atuarmos no movimento contraditório das classes sociais, imprimimos uma direção social às ações profissionais que favorecem a um ou a outro projeto societário. O entendimento dos elementos construtivos que apresentam materialidade ao projeto pode se dar a partir de três dimensões articuladas entre si. Com relação a essas dimensões, considere os itens abaixo.
I - Produção do conhecimento no interior do Serviço Social, dimensão político-organizativa da profissão e dimensão jurídico-política da profissão.
II - Lei de Regulamentação da profissão de Assistente Social, Código de Ética Profissional do Serviço Social de 1993 e Resolução 493/2006 CFESS.
III - Diretrizes Gerais para o Curso de Serviço Social, Projeto de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, e Código de Ética Profissional do Assistente Social (1993).
Quais estão corretos?
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Conforme Couto (2004), na obra O Direito Social e a Assistência Social na Realidade Brasileira: uma equação possível? o direito social é
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A Assistência Social, enquanto política pública que compõe o tripé da Seguridade Social, e considerando as características da população atendida por ela, deve, fundamentalmente, inserir-se na articulação intersetorial com outras políticas públicas sociais, particularmente, as de Saúde, Educação, Cultura, Esporte, Emprego, Habitação, entre outras, para que as ações não sejam fragmentadas e se mantenha o acesso e a qualidade dos serviços para todas as famílias e indivíduos. Nesse sentido, a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (2012) apresenta como princípios organizativos
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