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Foram encontradas 670 questões.

2236940 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Numa estação transmissora de FM, o equipamento obrigatório para monitoração do transmissor é o:
 

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2236939 Ano: 2014
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
O grau de invasividade que alerta para os possíveis protocolos que podem causar dor ou distresse aos animais se enquadra na classificação:
 

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2236938 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
No laboratório, foram recebidos ao mesmo tempo: carnes congeladas, frango resfriado e ervilha em conserva. O armazenamento desses gêneros deve ser realizado na seguinte ordem:
 

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2236937 Ano: 2014
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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Considerando o ganho-de-ponto e a nitidez de um impresso em offset, assinale a opção de lineatura adequada à impressão de um encarte promocional a ser realizado em papel de jornal:
 

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2236936 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
No ano de 2013, o Brasil alcançou o terceiro lugar no ranking mundial de produção de cerveja, atrás apenas de China e EUA. Sobre a produção de cerveja é correto afirmar:
 

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2236935 Ano: 2014
Disciplina: Nutrição
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ

Uma empresa X, que desejava terceirizar o serviço de alimentação, contratou a empresa Y para produzir e distribuir refeições em suas dependências. A fim de receber benefícios tributários, a empresa X se cadastrou no Programa de Alimentação do Trabalhador, o que exigiu o cadastramento da empresa Y no mesmo programa. Com base neste caso, a empresa Y solicitou registro no PAT na seguinte categoria:

 

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2236934 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
Em um sistema de modulação digital QAM, o sinal de uma portadora é modulado em amplitude e em fase, constituindo um fasor em que cada amplitude, associada a cada fase, representa um símbolo que traduz uma palavra binária. Esses fasores são gerados pela soma de duas funções ortogonais, q(t) (quadrature) e i(t) (in-phase), sendo q(t) = Q sen ωt e i (t) = I cos ωt, com valores variados de I e Q.
Na modulação 64 QAM, para que sejam gerados os fasores, I e Q podem assumir os valores:
 

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De acordo com Sassaki (2010), a acessibilidade atitudinal compreende a ausência de:
 

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2236928 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
TEXTO 1
SERGIO CASTRO/ESTADÃO CONTEÚDO
Enunciado 3157647-1
A gestão da água não construiu um sistema interligado que
equilibrasse demanda e estoque
O MITO DA ESTIAGEM DE SÃO PAULO
Luis Antonio Bittar Venturi
A água é um dos recursos naturais mais abundantes no planeta e as quantidades existentes sobram diante da necessidade humana. Mesmo considerando apenas as águas doces continentais, 3% do total da Terra, há muito mais água do que a capacidade humana de utilizá-la. Indo além, apenas a quantidade de água que precipita anualmente só na superfície dos continentes (cerca de 110 km3) já seria capaz, se fosse captada e armazenada, de suprir toda a humanidade. Considerando a água subterrânea, o Alter do Chão, maior aquífero do mundo sob a Bacia Amazônica, armazena água suficiente (86 mil km3) para abastecer a humanidade por pelo menos três séculos, já que ele é continuamente recarregado pela infiltração de água proveniente da atmosfera e da superfície.
Os estoques de água doce são inesgotáveis, na medida em que são alimentados principalmente pelos oceanos, infinitos via evaporação e precipitação, ou seja, pelo ciclo hidrológico, que depende de forças físicas as quais o homem nunca poderá interromper. Enquanto existirem, o ciclo funcionará e os estoques de água doce nos continentes serão repostos indefinidamente.
O alerta de que a água vai acabar, portanto, não tem fundamento. Obviamente que a água não se distribui equitativamente pelo planeta. Há regiões com muita água, normalmente na zona tropical, na qual a evaporação é maior, e regiões áridas, onde, por razões específicas da dinâmica climática, as taxas de evaporação são maiores do que a precipitação, gerando déficit de reposição de estoques de água doce. Esse não é o caso de São Paulo, cidade situada em uma região úmida, com elevados índices pluviométricos, em grande parte decorrente da umidade trazida do oceano pelas massas de ar.
Enquanto o Sol brilhar, a Terra girar e a Lei da Gravidade não for “revogada”, as recargas de água doce na Região Sudeste estarão garantidas, em volumes muito superiores à nossa necessidade.
POR QUE FALTA ÁGUA EM SÃO PAULO?
Considerando apenas a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), há mananciais na parte norte da região, a (Serra da Cantareira.), e em toda a parte sul, na região da Bacia do Guarapiranga, do Alto Cotia etc., além de reservatórios (represamentos artificiais) que formam um sistema de abastecimento. Além disso, São Paulo importa água de outras bacias, como a do Rio Piracicaba, como também planeja fazer com a Bacia do Rio Ribeira de Iguape.
Ocorre que, embora haja diversas fontes de abastecimento para a região, elas não estão interligadas. Trata-se de um sistema desconexo, no qual, se falta água em um reservatório por um período – como tem ocorrido com a Cantareira –, não há como compensar esse déficit com a água dos outros. Os sistemas Alto Cotia e Guarapiranga, por exemplo, estiveram, em 2014, com níveis de água superiores ao da Cantareira, que sozinha abastece cerca de 8 milhões de pessoas.
Mas não puderam “socorrer” essa demanda por não estarem interligados. Havendo um período de estiagem natural mais prolongado, como tem ocorrido na Cantareira, a retirada de água tornou-se mais intensa do que a reposição natural dos estoques, daí o porquê de suas represas estarem secas. A gestão dos recursos hídricos não foi inteligente o suficiente para construir um sistema interligado que equilibrasse demandas e estoques. Se assim o tivessem feito, jamais faltaria água em São Paulo, pois o total de água existente em torno da RMSP é mais do que suficiente para atender à demanda.
Outro fator auxiliar na compreensão da falta d’água em São Paulo refere-se às perdas, que estão entre 27% e 30% de toda a água tratada. Elas advêm, sobretudo, de vazamentos e de captações clandestinas, embora, nesse último caso, apesar da ilegalidade, não haja o desperdício, não haja a perda de fato da água como há nos vazamentos. Alguém a está usando, só que sem pagar.
Texto adaptado. Publicado na edição
91, out. 2014 http://www.cartanaescola.com.br/single/show/445
O principal argumento do texto 1 em defesa da tese de que não há risco de a água doce acabar baseia-se na:
 

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2236927 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFRJ
Orgão: UFRJ
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De acordo com a RDC nº 67/2007 da Anvisa, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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