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O adenocarcinoma da vesícula biliar é um tumor com alta morbimortalidade. Entre os fatores associados a esse quadro, o que está relacionado a pior prognóstico é
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O adenocarcinoma gástrico é um dos tumores mais comuns do trato digestivo. Na classificação endoscópica de Bormann, a lesão úlcero infiltrativa é considerada grau
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O carcinoma de células escamosas (CEC) do esôfago está entre os mais letais tumores digestivos. Para os CEC localizados no esôfago superior, na região cervical, a conduta preconizada atualmente é
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O trauma torácico tem grande relevância para a prática do cirurgião geral devido à sua significativa morbimortalidade. Tendo isso em mente, analise as afirmativas abaixo.
I Os arcos costais intermediários (4 a 9), que são lesados mais comumente na porção anterior, sofrem a maioria dos traumas fechados.
II As fraturas do esterno e das escápulas resultam, geralmente, de impacto direto e podem ser acompanhadas de contusão pulmonar e lesão cardíaca contusa.
III A existência de fraturas dos últimos arcos costais (10 a 12) deve aumentar a suspeita de trauma hepatoesplênico.
IV Os doentes com lesão torácica penetrante sem pulso e sem atividade elétrica miocárdica são candidatos à toracotomia na sala de emergência.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Radiografias da coluna cervical são indicadas para todos os doentes traumatizados portadores de dor na linha média do pescoço, sensibilidade à palpação, défices neurológicos relacionados à coluna cervical, alteração do nível de consciência, suspeita de intoxicação ou mecanismo de trauma significativo causador de lesão que desvie a atenção. Nesse contexto,
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No ATLS (Advanced Trauma Life Support), os pacientes são avaliados e as prioridades de tratamento são estabelecidas de acordo com suas lesões, seus sinais vitais e o mecanismo de lesão. As funções vitais do doente devem ser avaliadas rápida e eficientemente. O seu tratamento deve consistir em avaliação primária, reanimação das funções vitais e avaliação secundária pormenorizada, e o início do tratamento definitivo. Esse processo, que constitui o ABCDE dos cuidados do doente traumatizado e identifica as condições que implicam risco à vida, é realizado por meio da sequência abaixo.
A – Via aérea com proteção da coluna cervical.
B – Ventilação e respiração.
C – Circulação com controle da hemorragia.
D – Disfunção, estado neurológico.
E – Exposição/controle do ambiente: despir completamente o doente, mas prevenindo a hipotermia.
No que se refere a essa sequência,
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A hiponatremia é uma condição importante nos cuidados pré e pós-operatórios do paciente cirúrgico, devendo ser prontamente reconhecida e adequadamente tratada. Essa condição pode
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Uma das complicações preveníveis mais importantes no pós-operatório de cirurgias de grande porte é a trombose venosa profunda e o tromboembolismo pulmonar. Baseando-se no Escore PERC, deve-se continuar a investigação caso o paciente
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Uma criança de 10 kg, levada por familiares ao pronto-socorro, sofreu queimadura térmica (fogo/fogueira), em festa junina, de segundo e terceiro graus em todo o membro superior direito, face, pescoço e tronco anterior. Chegou gemente, saturando 97%, FC: 125, FR: 36 irpm, sem rouquidão e sem estridor. Após avaliação inicial, a conduta adequada para o caso é
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A classificação de hemorragia em quatro classes baseada em sinais clínicos é uma ferramenta para estimar a porcentagem da perda aguda de sangue. As alterações representam uma condição de hemorragia contínua e servem somente como um guia para o tratamento inicial. Esse sistema de classificação é útil para enfatizar os sinais precoces e a fisiopatologia do choque. Diante disso, analise as afirmativas abaixo.
I Os sintomas clínicos na hemorragia Classe II incluem taquicardia (FC > 120 no adulto), taquipneia, diminuição da pressão sistólica e pressão de pulso normal.
II O controle da hemorragia e a reposição com solução balanceada devem ser iniciados precocemente, tão logo a pressão arterial se reduza ou não possa ser aferida.
III Hemorragia Classe II caracteriza perda de 15% a 30% do volume sanguíneo em um adulto de 70 kg (perda volêmica de 750 a 1.500 mL de sangue).
IV É perigoso aguardar que o doente traumatizado se enquadre numa classificação fisiológica precisa antes de iniciar a restauração agressiva de volume.
Entre as afirmativas, estão corretas
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