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Uma situação de emergência cirúrgica é o sangramento por varizes esofagianas não controlado por endoscopia. Entre as técnicas cirúrgicas disponíveis, a que apresenta o maior o grau de eficácia em parar o sangramento é a
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Paciente de 54 anos, obeso, fumante, deu entrada em PS deambulando com dificuldade, com dor abdominal em fossa ilíaca esquerda há 6 dias, mas com piora importante, nas últimas 24 h, em intensidade e localização agora difusas. Ao exame: fáceis de dor, FC 120, FR 30, saturando 97% em O2 ambiente, TA: 100 x 60, defesa quando realizada manobra de descompressão brusca do abdome de forma difusa. Realizou exames laboratoriais: leucócitos em 16.000 com 8% de bastão e PCR 80. Foi solicitada tomografia de abdome, notando-se sinais de diverticulite aguda caracterizados por espessamento parietal do sigmoide, divertículos, densificação da gordura regional, líquido livre e presença de gás extraluminal difuso, indicando pneumoperitônio. Em relação a esse caso,
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O estudo manométrico da acalasia evoluiu consideravelmente nos últimos anos com a manometria de alta resolução. De acordo com a Classificação de Chicago, o grau definido por apersitalse no corpo do esôfago e por pressurização panesofágica, em, no mínimo, 20% das deglutições, é o
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O megaesôfago é uma patologia relativamente comum, e o seu tratamento nas formas avançadas é cirúrgico. Uma das cirurgias utilizadas consiste na realização de uma cardioplastia tipo GRÖNDHAL associada a uma gastrectomia parcial com reconstrução em Y de Roux. Esse procedimento também é conhecido como cirurgia de
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A pancreatite aguda é uma doença potencialmente letal. A classificação de Atlanta foi criada em 1992 e revisada em 2012 para melhor estratificação e manuseio dessa doença. Segundo a Classificação de Atlanta 2012, uma pancreatite com complicações locais ou sistêmicas sem persitência de falência aguda é considerada
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As hérnias hiatais estão entre as alterações anatômicas relacionadas à Doença do Refluxo Gastroesofágico. A respeito dessas hérnias, analise as afirmativas abaixo.
I A tipo I é a hérnia paraesofágica.
II A tipo II é a hérnia por deslizamento.
III A tipo III é a combinação de hérnias tipos I e II.
IV A tipo IV é quando ocorre migração de outras estruturas.
Entre as afirmativas, estão corretas
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Apesar de apresentar bons resultados cirúrgicos, o tratamento cirúrgico da Doença do Refluxo Gastroesofágico pode apresentar falhas em até 15% dos pacientes. O sintoma mais frequentemente relacionado a falha técnica é
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A Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) é uma patologia do sistema digestivo bastante comum, inicialmente de tratamento clínico. Entre as complicações da DRGE, a que NÃO se beneficia de tratamento cirúrgico é
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Uma das urgências abdominais mais comuns é a colecistite aguda. Segundo o Consenso de Tokyo (2018), considera-se diagnóstico definitivo de colecistite aguda se o paciente apresentar
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Nas últimas décadas, a Discinesia da Vesícula Biliar (DVB) tem sido reconhecida como a principal causa da dor abdominal em pacientes com desordens funcionais gastrointestinais sem alterações aparentes nos órgãos abdominais. Nesse sentido, considera-se um critério mandatório para o diagnóstico de DVB
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