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Homem de 45 anos procurou a UPA com quadro de palpitações taquicárdicas e dispneia. Relata ser hipertenso em uso de 100 mg de losartana e 5 mg de anlodipino. Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Como apresentava hipotensão arterial, foi submetido a cardioversão elétrica sincronizada, sem intercorrências, e evoluiu com normalização da pressão arterial e melhora dos sintomas. O tratamento recomendado para o caso é iniciar
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A avaliação dos aneurismas de aorta pode ser realizada por ecocardiograma, angiotomografia e ressonância magnética. A indicação para intervenção vai depender da etiologia, da presença de sintomas, dos diâmetros e da velocidade de crescimento. Nesse contexto, o caso clínico que apresenta indicação de correção cirúrgica do aneurisma de aorta ascendente é
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Homem de 61 anos, negro, com antecedentes de HAS, DM2, dislipidemia e infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento de ST há 4 meses, realizou angioplastia com stent farmacológico em terço proximal de artéria descendente anterior, após mais de 24 horas do início da dor, sem outras lesões coronarianas obstrutivas. Evoluiu com quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 32%), atualmente em CF III da NYHA, aderente ao tratamento medicamentoso e às orientações dietéticas. Refere ter apresentado edema bipalpebral e de lábios após utilizar o enalapril, que melhorou após sua suspensão. Realizou exames laboratoriais com NT-proBNP de 2000, sem outras alterações significativas. Está em uso, há 3 meses, de carvedilol 25 mg 12/12h, candesartana 32 mg, 1x ao dia, espironolactona 25 mg, empagliflozina 10 mg, furosemida 40 mg, 1x ao dia, AAS 100 mg e atorvastatina 40 mg. Exame físico sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar, PA 138 x 86 mmHg, FC 60 bpm, sem outras alterações significativas. Realizou o eletrocardiograma abaixo.

Após 3 meses do ajuste terapêutico, o paciente evoluiu com melhora para classe funcional II. O cardiologista optou por repetir o ecocardiograma, que mostrou fração de ejeção de 34%, e solicitou perfil de ferro com valores referentes a ferritina de 127 ng/mL e saturação de 22%. Realizou novo eletrocardiograma, sem mudanças significativas em relação ao anterior. Nesse momento, o tratamento mais adequado é
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Homem de 61 anos, negro, com antecedentes de HAS, DM2, dislipidemia e infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento de ST há 4 meses, realizou angioplastia com stent farmacológico em terço proximal de artéria descendente anterior, após mais de 24 horas do início da dor, sem outras lesões coronarianas obstrutivas. Evoluiu com quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 32%), atualmente em CF III da NYHA, aderente ao tratamento medicamentoso e às orientações dietéticas. Refere ter apresentado edema bipalpebral e de lábios após utilizar o enalapril, que melhorou após sua suspensão. Realizou exames laboratoriais com NT-proBNP de 2000, sem outras alterações significativas. Está em uso, há 3 meses, de carvedilol 25 mg 12/12h, candesartana 32 mg, 1x ao dia, espironolactona 25 mg, empagliflozina 10 mg, furosemida 40 mg, 1x ao dia, AAS 100 mg e atorvastatina 40 mg. Exame físico sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar, PA 138 x 86 mmHg, FC 60 bpm, sem outras alterações significativas. Realizou o eletrocardiograma abaixo.

Em relação ao tratamento da insuficiência cardíaca, conforme as recomendações da Atualização de Tópicos Emergentes da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca – 2021, deve-se
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Atleta da seleção brasileira de remo, em treinamento para o campeonato mundial da modalidade, foi submetido a exames cardiológicos. Ecocardiograma demonstrou hipertrofia ventricular esquerda. Um parâmetro que favorece o diagnóstico de coração de atleta é
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A pericardite aguda decorre da inflamação do saco pericárdico e é uma causa importante de dor torácica na unidade de emergência, sendo responsável por aproximadamente 5% das causas de etiologia não isquêmica. O paciente com pericardite aguda que poderá realizar o tratamento e seguimento clínico de forma ambulatorial, com menor risco de complicações, é
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Jogador profissional de futebol, de 25 anos, teve diagnóstico de miocardite há 3 semanas após quadro viral de vias aéreas superiores. Evolui bem, assintomático, com área de realce tardio mesoepicárdico em parede ínfero-lateral na ressonância cardíaca, apresentando fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 51%. O cardiologista consultado, após estudar atentamente as recomendações da Diretriz Brasileira de Miocardites de 2022, orientou que,
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Mulher de 36 anos está em investigação de quadro de cansaço inespecífico e dor torácica atípica. Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Nesse caso, o diagnóstico eletrocardiográfico é
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Nos últimos anos, os inúmeros avanços tecnológicos na área médica trouxeram benefícios para os pacientes e para os profissionais de saúde. Mesmo com toda a tecnologia, anamnese e exame físico bem feitos continuam a fazer parte da boa prática médica. Em relação a semiologia cardiovascular,
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Mulher de 53 anos, obesa e hipertensa, com diagnóstico de carcinoma ductal invasivo em mama esquerda, HER 2 positivo, iniciou tratamento com trastuzumabe, evoluindo com queda da fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FE) de 61% para 45%, de forma assintomática. De acordo com a Diretriz Brasileira de Cardio-Oncologia-2020, a paciente deverá iniciar tratamento para insuficiência cardíaca (IC), manter acompanhamento com o cardio-oncologista, realizando avaliação seriada com ecocardiogramas, biomarcadores e
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