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Foram encontradas 963 questões.

2520502 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Enunciado 2818015-1
Com relação ao Texto, analise as afirmativas abaixo.
I. Na Tirinha A, o autor utiliza palavras em língua indígena com o intuito de que crianças indígenas tenham acesso ao texto.
II. A variedade linguística empregada na Tirinha B é prestigiada em situações formais de uso da língua.
III. Em ambas as tirinhas, a linguagem é usada para a construção social dos personagens.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2520500 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Relacione as colunas abaixo, que tratam dos tipos, das características e dos usos dos diferentes tipos de água utilizados em laboratório.
Tipos Características Usos
I. Água destilada A. Para a obtenção desse tipo de água, são utilizados filtros para a remoção de íons, substâncias orgânicas e microrganismos. 1. Pode ser utilizada na primeira etapa de lavagem de vidrarias e materiais de laboratório.
II. Água deionizada B. Esse tipo de água passa por processos de evaporação e condensação. 2. É preferencialmente utilizada em ensaios de biologia molecular.
III. Água ultrapura C. Nesse tipo de água podem ser encontrados íons, componentes orgânicos e microrganismos. 3. Utilizada para o enxágue final das vidrarias e materiais de laboratório e para o preparo de soluções.
IV. Água comum D. Para a obtenção desse tipo de água são utilizadas colunas de trocas iônicas. 4. Pode ser utilizada para a produção de soluções-tampão.
Assinale a alternativa que apresenta a CORRETA correlação das colunas.
 

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2520483 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) com relação às tendências contemporâneas relacionadas à avaliação de desempenho (AD).
( ) Crescimento do envolvimento do trabalhador nos processos de AD.
( ) Utilização, por parte do superior hierárquico imediato, de instrumentos e escalas como fontes de informação para a AD.
( ) Mudança de foco de AD de ação discreta, pontual, para a ênfase processual.
( ) Maior flexibilidade de processo de AD em função do reconhecimento da importância de variáveis contextuais sobre o comportamento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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2520480 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Com relação à qualidade de vida no trabalho, assinale a alternativa que preenche CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas abaixo.
Qualidade de vida no trabalho é um conjunto de de uma empresa que envolve e de melhorias e inovações , tecnológicas e estruturais dentro e fora do ambiente de trabalho, visando propiciar condições de para e durante a realização do trabalho.
 

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2520475 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE apenas atividades inerentes ao protocolo.
 

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Ler ficção nos torna mais empáticos
Estudo afirma que se pode aprender sobre as emoções ao explorar a vida interior de personagens fictícios
Marya González Nieto
Ler ficção fomenta a empatia. Os leitores podem formar ideias sobre as emoções, as motivações e os pensamentos dos outros(1) e transferir essas experiências para a vida real. É o que afirma Keith Oatley, psicólogo e romancista, em uma revisão de um estudo sobre os benefícios da leitura para a imaginação, publicado nesta terça-feira na Trends in Cognitive Sciences.
Nessa nova pesquisa são apresentados fundamentalmente dois estudos que embasam a tese de Oatley. No primeiro deles se pedia a vários participantes que imaginassem uma cena a partir de frases sucintas, tais como “um tapete azul escuro” ou “um lápis de listras laranjas”(2), enquanto permaneciam conectados a um aparelho de ressonância magnética. A cena que deveriam imaginar, com base nas pistas que lhes iam sendo dadas, era a de uma pessoa que ajudava uma outra cujo lápis havia caído no chão. Oatley explica que depois de os participantes escutarem apenas três frases tiveram uma maior ativação do hipocampo, uma região do cérebro associada com a aprendizagem e a memória. “Os escritores não precisam descrever cenários de modo exaustivo(3), só têm de sugerir uma cena e a imaginação do leitor fará o resto”, acrescenta.
A teoria de Oatley, professor emérito de psicologia aplicada e desenvolvimento humano na Universidade de Toronto, se baseia em que a ficção simula uma espécie de mundo social que provoca compreensão e empatia no leitor. “Quando lemos ficção nos tornamos mais aptos a compreender as pessoas e suas intenções”, explica o pesquisador. Essa resposta também é encontrada nas pessoas que veem histórias de ficção na televisão ou jogam videogames com uma narrativa em primeira pessoa. O que é comum a todas as modalidades de ficção é a compreensão das características que atribuímos aos personagens, segundo Oatley.
O outro experimento incluído na revisão do estudo consistia em que os participantes adivinhassem o que outras pessoas estavam pensando ou sentindo, a partir de fotografias dos olhos delas. Para isso podiam escolher entre quatro termos que descreviam estados de ânimo – por exemplo, “reflexivo” ou “impaciente”. A conclusão foi que as respostas dos leitores de ficção deram lugar a termos mais aproximados que as dos leitores de ensaios e livros de não ficção. Além desses estudos realizados por Oatley, o psicólogo também apresenta outras pesquisas que endossam suas conclusões, como uma realizada por Frank Hakemulder, pesquisador de língua e literatura no Institute for Cultural Inquiry (ICON) da Universidade Utrecht. Hakemulder afirma que a complexidade dos personagens literários ajuda os leitores a terem ideias mais sofisticadas acerca das emoções dos outros.
Todos esses experimentos se inserem em um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro(4). Há alguns anos, em 2009, quando o mesmo autor publicou o primeiro estudo sobre a questão, não havia tanta disposição e expectativa em relação a esses temas. A guinada da comunidade científica na direção desse tipo de pesquisa é algo que se produziu nos últimos anos. “Os pesquisadores estão reconhecendo agora que na imaginação há algo importante a estudar”, diz Oatley.
A característica mais importante do ser humano é a sociabilidade, afirma Oatley. “O que nos diferencia é que nós, humanos, nos socializamos com outras pessoas de uma forma que não está programada pelo instinto, como é o caso dos animais”, explica o psicólogo, para quem a ficção pode ampliar a experiência social e ajudar a entendê-la(5).
Relacione a coluna 1 à coluna 2, identificando a função sintática que os termos em destaque estão desempenhando no Texto.
Coluna 1 Coluna 2
1. “Os leitores podem formar ideias sobre as emoções, as motivações e os pensamentos dos outros [...].” ( ) Objeto direto
2. “No primeiro deles se pedia a vários participantes que imaginassem uma cena a partir de frases sucintas, tais como ‘um tapete azul escuro’ ou ‘um lápis de listras laranjas’ [...].” ( ) Objeto indireto
3. “Os escritores não precisam descrever cenários de modo exaustivo [...].” ( ) Complemento nominal
4. “Todos esses experimentos se inserem em um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro.” ( ) Adjunto adnominal
5. “‘O que nos diferencia é que nós, humanos, nos socializamos com outras pessoas de uma forma que não está programada pelo instinto, como é o caso dos animais’, explica o psicólogo, para quem a ficção pode ampliar a experiência social e ajudar a entendê-la.” ( ) Adjunto adverbial
Assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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2520437 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Assinale a alternativa CORRETA a respeito da produção do conhecimento científico em psicologia das organizações e do trabalho (POT) no Brasil.
 

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2520422 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com base nas normas de segurança contra incêndio do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina, analise as afirmativas abaixo.
I. A central de gás não pode ser instalada em garagens, subsolos ou porões e não poderá ser construída com um afastamento inferior a 1,00 m de fossos, ralos de escoamento de água ou de esgoto, caixas de rede de luz e telefone, da fossa ou do sumidouro.
II. “Carga de incêndio específica” é a soma das energias caloríficas que poderiam ser liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis presentes na edificação, inclusive os revestimentos das paredes, divisórias, pisos e tetos, dividida pela área do espaço considerado, em valor expresso em MJ/m² ou kcal/m².
III. Entre os diversos detectores automáticos de incêndio, podem ser citados quebra-vidro push button, detectores de fumaça, detectores de temperatura e detectores de chama.
IV. Nos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, o modelo eletrogeométrico, também conhecido como “esfera rolante”, serve para delimitar o volume de proteção dos captores, sejam eles constituídos de hastes, cabos, elementos estruturais ou de uma combinação destes.
V. A vistoria para “Habite-se” é realizada em todos os imóveis, exceto em edificações escolares e em edificações residenciais unifamiliares, independentemente da complexidade do imóvel ou da área construída.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Ora pois, uma língua bem brasileira
Análise de textos antigos e de entrevistas expõe as marcas próprias do idioma no país, o alcance do R caipira e os lugares que preservam modos antigos de falar
Carlos Fioravanti
A possibilidade de ser simples, dispensar elementos gramaticais teoricamente essenciais e responder “sim, comprei” quando alguém pergunta “você comprou o carro?” é uma das características que conferem flexibilidade e identidade ao português brasileiro. A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos trinta anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de duzentos anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.
A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o “urubu” de São Paulo ser chamado de “corvo” no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.
Associar o R caipira apenas ao interior paulista, porém, é uma imprecisão geográfica e histórica, embora o R desavergonhado tenha sido uma das marcas do estilo matuto do ator Amácio Mazzaropi em seus 32 filmes, produzidos de 1952 a 1980. Seguindo as rotas dos bandeirantes paulistas em busca de ouro, os linguistas encontraram o R supostamente típico de São Paulo em cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, formando um modo de falar similar ao português do século XVIII. Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.
A história da língua portuguesa no Brasil está trazendo à tona as características preservadas do português, como a troca do L pelo R, resultando em pranta em vez de planta. Camões registrou essa troca em Os lusíadas – lá está um frautas no lugar de flautas – e o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa a deixou registrada em diversas composições, em frases como “frechada do teu olhar”, do samba Tiro ao Álvaro. Em levantamentos de campo, pesquisadores da USP observaram que moradores do interior tanto do Brasil quanto de Portugal, principalmente os menos escolarizados, ainda falam desse modo. Outro sinal de preservação da língua identificado por especialistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, dessa vez em documentos antigos, foi a gente ou as gentes como sinônimo de “nós” e hoje uma das marcas próprias do português brasileiro.
Célia Lopes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), encontrou registros de a gente em documentos do século XVI e, com mais frequência, a partir do século XIX. Era uma forma de indicar a primeira pessoa do plural, no sentido de todo mundo com a inclusão necessária do eu. Segundo ela, o emprego de a gente pode passar descompromisso e indefinição: quem diz a gente em geral não deixa claro se pretende se comprometer com o que está falando ou se se vê como parte do grupo, como em “a gente precisa fazer”. Já o pronome nós, como em “nós precisamos fazer”, expressa responsabilidade e compromisso. Nos últimos 30 anos, ela notou, a gente instalou-se nos espaços antes ocupados pelo nós e se tornou um recurso bastante usado por todas as idades e classes sociais no país inteiro, embora nos livros de gramática permaneça na marginalidade.
Outro sinal da evolução do português brasileiro são as construções híbridas, com um verbo que não concorda mais com o pronome, do tipo tu não sabe?, e a mistura dos pronomes de tratamento você e tu, como em “se você precisar, vou te ajudar”. Os portugueses europeus poderiam alegar que se trata de mais uma prova de nossa capacidade de desfigurar a língua lusitana, mas talvez não tenham tanta razão para se queixar. Célia Lopes encontrou a mistura de pronomes de tratamento, que ela e outros linguistas não consideram mais um erro, em cartas do marquês do Lavradio, que foi vice-rei do Brasil de 1769 a 1796, e, mais de dois séculos depois, em uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Linguistas de vários estados do país estão desenterrando as raízes do português brasileiro ao examinar cartas pessoais e administrativas, testamentos, relatos de viagens, processos judiciais, cartas de leitores e anúncios de jornais desde o século XVI, coletados em instituições como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. A equipe de Célia Lopes tem encontrado também na feira de antiguidades do sábado da Praça XV de Novembro, no centro do Rio, cartas antigas e outros tesouros linguísticos, nem sempre valorizados. “Um estudante me trouxe cartas maravilhosas encontradas no lixo”, ela contou.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/04/08/ora-pois-uma-lingua-bem-brasileira/?cat=capa>. Acesso em: 21 jul. 2016. [Adaptado]
Considere os seguintes trechos, retirados do Texto.
“A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o ‘urubu’ de São Paulo ser chamado de ‘corvo’ no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas.”
“Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte.”
“Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.”
Assinale a alternativa CORRETA.
Os pronomes em negrito retomam, respectivamente, os termos:
 

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2520339 Ano: 2016
Disciplina: Libras
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o texto.
Perlin (2005) tenta delinear diferentes discursos de ouvintismo entre os surdos. Um desses discursos é o que defende uma igualdade natural entre surdos e ouvintes, porém continua com o encapsulamento do surdo na cultura ouvinte. Esse discurso admite que os surdos sejam bilinguistas e biculturalistas, reconhecendo em parte a cultura surda mas não esquecendo que o surdo precisa se integrar numa sociedade de cultura ouvinte. Trata-se do ouvintismo:
 

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