Foram encontradas 963 questões.
Assinale a alternativa que preenche CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas abaixo.
A Política de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalho do Servidor Público Federal vigente abrange o , sendo sustentada a partir dos seguintes eixos: , e .
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o texto.
O mercado de lâmpadas para iluminação modificou-se significativamente nos últimos anos em virtude dos avanços tecnológicos e da necessidade do uso mais eficiente da energia elétrica. Assim, as lâmpadas do tipo LED estão ocupando um espaço importante, em substituição a outros tipos.
Considere a tabela abaixo com dados sobre algumas lâmpadas do tipo LED existentes no mercado.
| Lâmpada |
Potência
(W)
|
Fluxo luminoso
(lm)
|
Temperatura de cor
(K)
|
| I | 5 | 450 | 6500 |
| II | 6 | 500 | 3000 |
| III | 9 | 855 | 6500 |
| IV | 10 | 860 | 6500 |
|
V
|
12 | 1040 | 3000 |
A lâmpada com a maior eficiência energética é a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um composto X pode ser determinado por espectroscopia UV-vis. Uma curva de calibração, apresentada no gráfico abaixo, é construída a partir de uma solução-padrão estoque desse composto. Uma amostra contendo o composto X apresenta absorbância igual a 0,55 nas mesmas condições de medida dos padrões. Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a concentração desse composto na amostra.

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase.
Para atuar com surdo-cegos, o guia-intérprete deve se apropriar de diversos métodos de comunicação, tais como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o texto.
O projeto político-pedagógico é um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas da escola, na busca de alternativas viáveis para instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias. O projeto político-pedagógico se relaciona com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis, que são:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Brentari, Hulst, Kooij e Sandler (manuscr.) apud Quadros e Karnopp (2004) propõem um modelo para representação fonológica de configurações de mão denominado “Um sobre todos e todos sobre um” (One over all and all over one). Os autores chegam ao nível de especificação do nó configuração dos dedos a fim de dar conta das configurações de mão encontradas. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE as três dimensões, sob o conjunto de configurações de dedos, que os autores distinguem.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas.
Em um circuito indutivo alimentado por uma fonte de tensão senoidal, a corrente é da tensão e o fator de potência é . Em um circuito capacitivo alimentado por uma fonte de tensão senoidal, a corrente é da tensão e o fator de potência é .
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ora pois, uma língua bem brasileira
Análise de textos antigos e de entrevistas expõe as marcas próprias do idioma no país, o alcance do R caipira e os lugares que preservam modos antigos de falar
Carlos Fioravanti
A possibilidade de ser simples, dispensar elementos gramaticais teoricamente essenciais e responder “sim, comprei” quando alguém pergunta “você comprou o carro?” é uma das características que conferem flexibilidade e identidade ao português brasileiro. A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos trinta anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de duzentos anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.
A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o “urubu” de São Paulo ser chamado de “corvo” no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.
Associar o R caipira apenas ao interior paulista, porém, é uma imprecisão geográfica e histórica, embora o R desavergonhado tenha sido uma das marcas do estilo matuto do ator Amácio Mazzaropi em seus 32 filmes, produzidos de 1952 a 1980. Seguindo as rotas dos bandeirantes paulistas em busca de ouro, os linguistas encontraram o R supostamente típico de São Paulo em cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, formando um modo de falar similar ao português do século XVIII. Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.
A história da língua portuguesa no Brasil está trazendo à tona as características preservadas do português, como a troca do L pelo R, resultando em pranta em vez de planta. Camões registrou essa troca em Os lusíadas – lá está um frautas no lugar de flautas – e o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa a deixou registrada em diversas composições, em frases como “frechada do teu olhar”, do samba Tiro ao Álvaro. Em levantamentos de campo, pesquisadores da USP observaram que moradores do interior tanto do Brasil quanto de Portugal, principalmente os menos escolarizados, ainda falam desse modo. Outro sinal de preservação da língua identificado por especialistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, dessa vez em documentos antigos, foi a gente ou as gentes como sinônimo de “nós” e hoje uma das marcas próprias do português brasileiro.
Célia Lopes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), encontrou registros de a gente em documentos do século XVI e, com mais frequência, a partir do século XIX. Era uma forma de indicar a primeira pessoa do plural, no sentido de todo mundo com a inclusão necessária do eu. Segundo ela, o emprego de a gente pode passar descompromisso e indefinição: quem diz a gente em geral não deixa claro se pretende se comprometer com o que está falando ou se se vê como parte do grupo, como em “a gente precisa fazer”. Já o pronome nós, como em “nós precisamos fazer”, expressa responsabilidade e compromisso. Nos últimos 30 anos, ela notou, a gente instalou-se nos espaços antes ocupados pelo nós e se tornou um recurso bastante usado por todas as idades e classes sociais no país inteiro, embora nos livros de gramática permaneça na marginalidade.
Outro sinal da evolução do português brasileiro são as construções híbridas, com um verbo que não concorda mais com o pronome, do tipo tu não sabe?, e a mistura dos pronomes de tratamento você e tu, como em “se você precisar, vou te ajudar”. Os portugueses europeus poderiam alegar que se trata de mais uma prova de nossa capacidade de desfigurar a língua lusitana, mas talvez não tenham tanta razão para se queixar. Célia Lopes encontrou a mistura de pronomes de tratamento, que ela e outros linguistas não consideram mais um erro, em cartas do marquês do Lavradio, que foi vice-rei do Brasil de 1769 a 1796, e, mais de dois séculos depois, em uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Linguistas de vários estados do país estão desenterrando as raízes do português brasileiro ao examinar cartas pessoais e administrativas, testamentos, relatos de viagens, processos judiciais, cartas de leitores e anúncios de jornais desde o século XVI, coletados em instituições como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. A equipe de Célia Lopes tem encontrado também na feira de antiguidades do sábado da Praça XV de Novembro, no centro do Rio, cartas antigas e outros tesouros linguísticos, nem sempre valorizados. “Um estudante me trouxe cartas maravilhosas encontradas no lixo”, ela contou.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/04/08/ora-pois-uma-lingua-bem-brasileira/?cat=capa>. Acesso em: 21 jul. 2016. [Adaptado]
Com relação aos processos de formação de palavras, analise as afirmativas abaixo.
I. As palavras “vice-rei” e “ex-presidente” são formadas pelo mesmo processo.
II. A palavra “compromisso” é formada por dois radicais, por meio de um processo de composição.
III. As palavras “bandeirantes” e “teoricamente” são formadas por processos de derivação.
IV. A palavra “indefinição” é formada por derivação parassintética.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre o dimensionamento do condutor neutro, considere as seguintes afirmativas.
I. O condutor neutro de um circuito monofásico deve ter a mesma seção do condutor de fase.
II. Quando comum a mais de um circuito monofásico, o condutor neutro deve ter seção igual ou superior à soma das seções dos respectivos condutores de fase.
III. A seção do condutor neutro de um circuito com duas fases e neutro não deve ser inferior à seção dos condutores de fase, podendo ser igual à dos condutores de fase se a taxa de terceira harmônica e seus múltiplos não for superior a 33%.
IV. Quando, em um circuito trifásico com neutro ou em um circuito com duas fases e neutro, a taxa da terceira harmônica e seus múltiplos for superior a 33%, pode ser necessário um condutor neutro com seção superior à dos condutores de fase.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o texto.
O módulo de Young (coeficiente de elasticidade), medido em Pa, define a relação entre tensão aplicada a um material sólido, em Pa, e a sua deformação por unidade de comprimento original. Considerando deformações na região elástica, para um mesmo valor de tensão aplicado a diversos materiais, a deformação será crescente para os materiais ordenados como segue:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container