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A fototerapia é um procedimento amplamente utilizado no tratamento da icterícia neonatal. Nos últimos anos, passou por vários tipos de aparelhos e lâmpadas com melhora na efetividade do tratamento.
Sobre a fototerapia utilizada nas unidades neonatais e alojamentos conjuntos, é CORRETO afirmar.
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As infecções congênitas causadas pelo grupo das TORCHS manifestam-se clinicamente de forma semelhante porém algumas manifestações são muito características de cada uma delas.
Diante disso, é INCORRETO afirmar que:
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Devido à alta prevalência de toxoplasmose no Brasil, deve-se realizar em toda gestante, no início do pré-natal, a investigação sorológica para toxoplasmose.
Visando o diagnóstico da toxoplasmose congênita, analise as seguintes afirmativas:
I. A persistência da IgG positiva ao final do primeiro ano de vida, ou a elevação dos títulos nos primeiros meses confirmam a infecção na criança.
II. A presença de IgM após o 5º dia de vida não pode ser considerado diagnóstico de infecção congênita no neonato.
III. Gestantes reinfectadas ou que reativaram infecção prévia não apresentam risco para o feto, se ela for imunocompetente.
IV. Quando valores de IgG e IgM estão próximos dos valores de referência para a positividade do laboratório, esse resultado deve equivaler a infecção pregressa ou IgM residual.
Marque a alternativa CORRETA.
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RN de 29 semanas, com 1.200g, é admitido na UTIN em função de síndrome do desconforto respiratório e insuficiência respiratória de instalação precoce. Mãe com 29 anos, saudável, gestação sem intercorrências. No entanto, apresentou febre e disúria, durante três dias, e entrou em trabalho de parto. O parto foi normal e a parturiente continuava sintomática. O bebê nasceu deprimido e necessitou de reanimação, em sala de parto. Recebeu suporte ventilatório, surfactante exógeno e antibióticos (a hemocultura do RN identificou Streptococcus agalactiae e evoluiu bem após a primeira semana. Leite materno foi ordenhado a partir de três dias pós-natais e passou a ser oferecido sem processamento prévio a partir do quarto dia, com aumento progressivo do volume. A criança foi submetida a exame de detecção de DNA do CMV na saliva com uma semana de vida, cujo resultado foi negativo. Permaneceu sob assistência ventilatória até o final da segunda semana.
A partir daí, não necessitou mais de suporte de oxigênio e foi transferido para a unidade de cuidados intermediários, onde foi alimentado com leite materno não processado administrado por sonda orogástrica. Na quarta semana de vida, passou a apresentar episódios de apneia, com dependência de oferta de oxigênio, e notaram-se resíduos alimentares. Na ocasião, sua hemoglobina era de 7g/dL. Não havia recebido transfusão até então, mas, neste episódio, recebeu transfusão de concentrado de hemácias (15mL/kg), sem ter havido modificação das manifestações. Investigaram-se outras causas para o quadro clínico apresentado (sepse bacteriana, insuficiência cardíaca, enterocolite necrosante, distúrbios metabólicos, entre outras), mas não foram confirmadas. Detectaram-se, em sangue periférico, 50.000 plaquetas/mm3, neutrófilos 850/mm3, gamaglutamiltransferase = 250UI, transaminase glutâmica oxalacética (TGO) = 100UI.
Na quinta semana de vida, observou-se melhora dos sinais e das alterações laboratoriais.
Considerando-se que o teste de detecção de DNA do CMV foi positivo na urina obtida desse RN, durante a quarta semana de vida, qual das alternativas a seguir inclui medidas necessárias para essa criança?
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Recém nascido de parto vaginal, 40 semanas de idade gestacional, peso de 3250 gramas, APGAR 9/10 e com boas condições de nascimento sendo encaminhado juntamente com a mãe para o alojamento conjunto. Evoluindo, após 24 horas de vida com sopro cardíaco suave e sem repercussões hemodinâmicas. Realizado texto do coraçãozinho com saturação em membro superior direito 98% e, em membro inferior esquerdo, 93%.
Qual conduta deverá ser tomada?
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E.F.C. 35 anos, GIIPIA0, 40 semanas, DHEG em uso de metildopa, foi internada com epigastralgia, cefaleia, com hemograma com plaquetopenia, AST E ALT elevadas, evoluindo com crise convulsiva, administrado sulfato de magnésio, cardiotocografia com centralização fetal, sendo indicado cesária de emergência. Recém nascido nasceu banhado em mecônio, deprimido, não chorou ao nascer, tônus ruim. Indique a alternativa cuja conduta seja a mais CORRETA para o caso descrito, segundo as novas normas do Curso de Reanimação Neonatal.
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A insuficiência renal aguda é uma das maiores complicações do paciente internado, na unidade de terapia intensiva pediatrica.
Escolar, 8 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva pediátrica, com quadro de choque séptico devido pneumonia bacteriana. Apresenta-se em ventilação mecânica com parâmetros moderados e FIO2 de 60 % , adrenalina contínua 0,3 mcg/kg/min, sonda vesical de demora com diurese < 0,5 ml/kg/h por mais de 12 horas. Após cálculo do clearance de creatinina, foi identificado redução de 50 % da taxa de filtração glomerular. De acordo com os critérios pRIFLE ,qual estágio de lesão renal aguda esse paciente se encontra?
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H.F.R 40 anos, GIIPIA0, idade gestacional pela DUM 36 semanas, pré-natal adequado, no USG obstétrico morfológico foi identificado hérnia diafragmática á esquerda com presença de estômago e alças intestinais no tórax do feto. Ao nascimento, foram realizadas as seguintes medidas: intubação orotraqueal e ventilação manual em T, sendo admitido na UTI neonatal e colocado em ventilação com volume garantido 6ml/kg, realizado oximetria pré e pós DUCTAl de 85 e 60% respectivamente e ecocardiografia funcional, no leito com gradiente de pressão da artéria pulmonar aumentado e insuficiência tricúspide. Indique o diagnóstico provável e a melhor opção terapêutica.
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Derrame pericárdico é uma situação drástica, com elevado riscos de vida para a criança criticamente doente. Lactente, 6 meses, cardiopata (tetralogia de fallot), em pós operatório imediato (primeiras 12 h de pós-cirurgia), evoluindo com hipotensão persistente, bulhas cardíacas hipofonéticas, turgência jugular e dispneia importante.
Qual o diagnóstico mais provavel?
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O abdome agudo cirúrgico, na infância, é frequente motivo de atendimento à criança. Sobre a apendicite aguda, na infância, indique a afirmação INCORRETA.
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