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Recém -nascido, sexo masculino, 23 dias de vida, com história de pré-natal, natal e pós-natal sem intercorrências. Está em aleitamento materno exclusivo e mãe refere que, há 2 dias, começou a apresentar vômitos e está choroso. Nega diarreia, febre e qualquer outro sintoma. Mãe refere ter colhido o teste do pezinho, mas ainda não recebeu os resultados. Você faz como uma das hipóteses diagnósticas a hiperplasia congênita de supra-renal.
Em relação a esse distúrbio metabólico, é CORRETO afirmar:
1. Neste momento, este recém-nascido apresenta hiponatremia e a confirmação do diagnóstico é feita com o aumento da 17-OH- progesterona.
2. O diagnóstico deste recém-nascido é Hiperplasia Congênita de Supra-Renal forma perdedora de sal e para tratamento adequado, neste momento, é necessário hidratação venosa, corticoterapia com hidrocortisona ou metilprednisolona e 9-alfa- fludrocortisona.
3. Na alta hospitalar, este recém-nascido necessita apenas fazer o uso via oral de prednisona.
4. No exame físico deste recém-nascido, com certeza, foi encontrado algum grau de ambiguidade genital. 5. É preconizado para este paciente, dobrar a dose do corticóide, em períodos de estresse.
Marque a alternativa CORRETA.
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A maioria dos diagnósticos de Diabetes Mellitus tipo 1 são feitos no Pronto-Socorro, com o paciente em Cetoacidose Diabética.
No quadro laboratorial de Cetoacidose Diabética, são evidenciadas as seguintes alterações:
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Criança, 2 anos e 6 meses, apresenta quadro de poliúria, polidipsia e dificuldade de ganho de peso (SIC) . A mãe refere que aceita normalmente a alimentação e que como já havia pensado que podia ser Diabetes tipo1, fez um exame de glicemia que veio normal e já fez, por conta própria, várias dosagens de glicemia capilar em jejum e sempre comvaçores normais. Está preocupada, pois sabe que troca muito mais fraldas encharcadas neste filho comparando com o irmão mais velho.
Ao exame físico: Criança ativa, reativa, emagrecida (peso= 9 Kg), desidratação leve, eupneico, acianótico, afebril. ACV: RCR 2T, BNF, sem sopros; FC = 100; AR: MV audível bilateralmente sem ruídos adventícios. Abdome : pouco escavado, RHA+, sem visceromegalias. Extremidades: pulsos cheios, boa perfusão periférica.
Com essa história, tendo sido descartado DM1, o provável diagnóstico é Diabetes Insipidus. Pensando nisso, foram solicitados os exames pertinentes para confirmar.
Indique qual afirmativa, dentre as apresentadas, confirma o diagnóstico de Diabetes Insipidus Central.
1. Hipernatremia e aumento da osmolaridade sérica (acima de 300mOsm/Kg), com dosagem de sódio urinário diminuídos e diminuição da osmolalidade urinária (abaixo de 300mOsm/Kg).
2. Hipernatremia e diminuição da osmolaridade sérica (abaixo de 300mOsm/Kg). com dosagem de sódio urinário diminuídos e aumento da osmolalidade urinária (acima de 300mOsm/Kg).
3. Hiponatremia e aumento da osmolaridade sérica (acima de 300mOsm/Kg). Com dosagem de sódio urinário aumentados e diminuição da osmolalidade urinária (abaixo de 300mOsm/Kg).
4. Hiponatremia e diminuição da osmolaridade sérica (abaixo de 300mOsm/Kg). com dosagem de sódio urinário aumentados e aumento da osmolalidade urinária (acima de 300mOsm/Kg).
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Pré escolar, 4 anos, feminino, iniciou, há cerca de 5 dias, quadro com febre elevada (Temperatura axilar 39 C), odinofagia e hiporexia. Após 48 h, evoluiu com nódulos subcutâneos dolorosos em membros inferiores, livedo reticular, além de dor e edema em joelhos e tornozelos. Úlceras e áreas de necrose surgiram em segmentos distais de pés, após cerca de 7 dias do início do quadro, quando buscou atendimento em Pronto Socorro local. Foi internado e realizou os seguintes exames laboratoriais:
Hemograma: hb 10,6 ht 31,8 VCM 82 HCM 28 CHCM 34. Plaquetas 250 mil. Leucócitos 16800 ( S 75 %, Eo 7 %, L 15%). PCR 126 mg/L. VHS 160 mm/h. ASLO 600 Ul/ml. Urina 1: ph 6, densidade 1020, glicose ausente, proteinas ausente, cristais ausentes, celulas epiteliais e cilindros ausentes, cetonas ausente.
Qual o diagnóstico?
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Lactente de 10 meses de idade, sexo feminino, nascido de parto normal a termo em domicilio, filho de mãe infectada pelo HIV, sem uso de terapia antirretroviral. Vacinação incompleta. Em aleitamento materno e alimentação semelhante a da família. Trazida para primeira consulta com pediatra em unidade de saúde. Ao exame físico, apresenta-se clinicamente com lesões cutâneas, sob a forma de escamas graxentas branco-amareladas sobre placas eritematosas em fronte, sulco naso-geniano, regiões pré-esternal e médio-dorsal e áreas intertriginosas, além de couro cabeludo.
Qual o diagnóstico?
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Pré escolar, 1 ano e 6 meses, sexo masculino, há cerca de 3 semanas febre com temperatura superior a 38 graus. Após 2 dias do inicio do quadro, foi atendido em Pronto Socorro e como não apresentava outros sinais e sintomas e não apresentava alterações no exame físico foi orientado a realizar curva térmica e uso de antitérmicos, se necessário. Após 5 dias, mantendo febre e irritabilidade buscou novo atendimento e embora não apresentasse alterações ao exame físico, exceto hiperemia de orofaringe, foi orientado uso de amoxicilina, por 10 dias. Após 24 h do inicio do antibiótico, estava afebril. Após 7 dias de ter concluído uso do antibiótico, voltou a ter febre por mais 48 h, hiporexia e adinamia. Nega alterações urinárias e nas evacuações. Nega vômitos. Criança ingressou na creche há cerca de 4 semanas. Neste terceiro atendimento, apresentava-se ao exame físico: BEG, ativa e reativa, febril ao toque (temperatura axilar 38,8 graus), taquipneica, hipocorada, hidratada. AP: MV presente, sem RA. AC: BCNF RR EM 2 T SEM SOPROS. Otoscopia: membrana timpânica translúcida bilateralmente. Oroscopia: ausência de ulceras e ou hiperemia em orofaringe e mucosa oral. Pele sem lesões. Abdome inocente. SNC sem sinais meníngeos. MM com boa perfusão periférica, sem edemas. Ausência de gânglios em cadeias axilar, cervical, inguinal e retroauricular. HMG hb 12 ht 36 plaquetas 200 mil leucócitos: 9900 (S 45% B 0% L 65%). Urina 1: sem alterações. PCR: 2 mg/L. VHS 10 mm/h. TGO 20 TGP 24. Sorologias: CMV IgG reagente IgM não reagente. EBV IgG reagente IgM não reagente. Parvovírus B19 IgG reagente IgM não reagente. Herpes vírus IgG reagente IgM não reagente.
Qual o diagnóstico?
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Escolar 6 anos, sexo feminino, iniciou lesões avermelhadas e elevadas em membros inferiores, com prurido intenso associado após picada por formigas em pés. As lesões se espalharam rapidamente por todo o corpo sendo que algumas confluíram formando placas em abdome e dorso. Não apresentou tosse, desconforto respiratório ou sensação de sufocamento. Foi levada imediatamente ao Posto de Saúde próximo de sua residência onde recebeu Hidrocortisona e Difenidramina injetáveis e teve alta após 1 hora, com melhora do quadro e mantendo apenas algumas lesões em tronco. Criança com historia prévia de alergia a picada por insetos.
Indique o diagnóstico CORRETO.
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Lactente, 1 ano e 2 meses, sexo masculino, há 48 horas apresentando febre, irritabilidade, tosse seca e desconforto respiratório. Mãe refere que a criança sempre está gripada e, neste ano, já teve 2 internações hospitalares por pneumonia. A ultima internação, há cerca de 3 meses, esteve em Unidade de Terapia Intensiva sendo submetida à ventilação mecânica e drenagem torácica devido derrame pleural. Nega crises de broncoespasmos prévios. Vacinação completa. Pais não consanguíneos. Não frequenta creche.
Ao exame físico: Regular estado geral, dispneico (Tiragem intercostal), FR 48 irm, febril (Temperatura axilar 38,5), hipocorado, hidratado.
AP: MV presente e rude com estertores crepitantes em base de hemitórax direito. AC: BCNF RR EM 2 T SEM SOPROS
Abdome sem visceromegalias. Pele sem lesões. MMII com boa perfusão periférica, sem edemas. Rx torax AP: Condensação heterogênea em base de hemitorax direito.
Além de internação hospitalar e tratamento da pneumonia atual, qual a conduta apropriada?
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O aleitamento materno é uma prática comprovadamente benéfica para lactentes, principalmente, quando praticado de forma exclusiva até os 6 meses de idade, quando deverá ser iniciada a complementação.
Considerando as afirmativas a seguir:
I. Aleitamento materno: uso do leite da mãe direto da mama ou ordenhado, independente de estar recebendo ou não outros alimentos.
II. Aleitamento materno exclusivo: a criança recebe apenas leite materno, direto do seio ou ordenhado, ou leite humano de outra fonte, sem outros líquidos ou sólidos, com exceção de gotas ou outros medicamentos.
III. Aleitamento materno predominante: a criança recebe, além do leite materno, água, ou bebidas a base de água, sucos de frutas ou medicamentos.
IV. Aleitamento materno complementado: além do leite humano, a criança recebe qualquer sólido ou semi-sólido a fim de complementar o leite humano e não de substituilo (águas, chás e substitutos do leite).
Indique a alternativa CORRETA.
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A icterícia neonatal pode ser deflagrada por uma incompatibilidade do tipo Rh (mais grave) ou ABO (menos grave), quando se considera as causas hemolíticas, além daquelas causadas por antígenos eritrocitários irregulares.
Considerando a icterícia por incompatibilidade ABO, indique a alternativa INCORRETA.
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