Foram encontradas 65 questões.
Pimenta e Anastasiou (2005) nos coloca que o desafio a ser hoje enfrentado para avançar no processo de desenvolvimento profissional mediante a preparação pedagógica não se dará em separado de processos de desenvolvimento pessoal e institucional. Uma possível saída é:
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Pimenta e Anastasiou (2005) ressalta as consequências da visão moderna e pós-moderna de ciência nos processos de ensino e nas formas de organização curricular, bem como suas implicações no tipo de profissional que se pretende formar. Para tanto, refere-se a um paradigma como possibilidade de respaldar novas formas de organização curricular mais integradoras das disciplinas e para métodos de ensino que favoreçam um processo de construção do conhecimento mais significativos à formação humana e profissional dos alunos. Tal paradigma é:
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Paro (2006), “No caso da escola mantida pelo Estado, somente o costume generalizado nos leva a chamá-la pública, já que esta palavra constitui apenas um eufemismo para o termo “estatal”, ou a expressão de uma intenção cada vez mais difícil de se ver concretizada. A escola estatal só será verdadeiramente pública no momento em que a população no momento escolarizável tiver acesso geral e indiferenciado a uma boa educação escolar. E isso só se garante”...
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Libâneo (2004), “A tendência nas práticas de avaliação numa perspectiva de educação emancipatória, é assegurar cada vez mais nas instituições o caráter educativo da avaliação: meio de revisão das ações do professor-práticas de ensino, interação com os alunos de modo que tome decisões com maior conhecimento de causa”. Para dar conta desta tarefa, a avaliação adotada deverá ser, a emancipatória que tem essas características, exceto:
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Licínio (2003), “Os modelos formais ou racionais, de sistema social, políticos, culturais, subjetivos, de ambiguidade ou de anarquia organizada, institucionais são exemplos de modelos analíticos com que deparamos na literatura e que têm suportado muitas investigações sobre a escola. Associadas a estes e a outros modelos, encontramos várias imagens e metáforas”:
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Libâneo, Oliveira e Toschi (2007), “A desobrigação do Estado na área educacional apresenta-se atualmente, com intensidade, no ensino superior; Na educação básica, orientado até mesmo por organismos internacionais como o Banco Mundial, o Estado deve atender o ensino público, uma vez que esse nível de educação é considerado imprescindível na organização do trabalho”. Tal atendimento, no entanto, vem sendo conduzido por:
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Vasconcelos (2009), “O planejamento se coloca no campo da ação, do fazer; todavia, não parte do nada: existem definições prévias (teoria, valores, etc) que precisam ser explicitadas. O Projeto de Ensino-Aprendizam está atrelado a uma concepção de educação, que, por sua vez, está relacionada às”:
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Vasconcelos (2009) faz uma diferenciação entre plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto. Prefere o projeto porque:
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Libâneo, Oliveira e Toschi (2007), “[...] baseiase na relação orgânica entre a direção e a participação dos membros da equipe. Acentua a importância da busca de objetivos comuns assumidos por todos. Defende uma forma coletiva de tomada de decisões”. Este enunciado se refere à concepção de organização e gestão escolar:
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Libâneo, Oliveira e Toschi (2004), “As políticas educacionais e diretrizes organizacionais e curriculares são portadoras de intencionalidades, ideias, valores, atitudes, práticas, que influenciam as escolas e seus profissionais na configuração de práticas formativas”:
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