Foram encontradas 140 questões.
Texto para o item.
Estava num aposento vasto, com janelas para uma rua lateral, e todo ele era forrado de estantes de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da Prosopopéia; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia-se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta ora lá faltava nas estantes do major. De História do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Rocha Pita, Frei Vicente do Salvador, Capistrano de Abreu, Southey, Varnhagen, além de outros mais raros ou menos famosos. Então no tocante a viagens e explorações, que riqueza! Lá estavam todos esses últimos viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente. Além destes, havia livros subsidiários: dicionários, manuais, enciclopédias, compêndios, em vários idiomas.
Vê-se assim que a sua predileção pela poética de Porto Alegre e Magalhães não lhe vinha de uma irremediável ignorância das línguas literárias da Europa; ao contrário, o major conhecia bem sofrivelmente francês, inglês e alemão; e se não falava tais idiomas, lia-os e traduzia-os corretamente. A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida. Policarpo era patriota.
Lima Barreto. Triste fim de Policarpo Quaresma.
Internet: <www.bibvirt .futuro.usp.br>.
A partir do fragmento de texto ao lado, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, julgue o item a seguir.
Os “viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente”, a que se refere o narrador, às linhas 19 e 20, eram, em larga medida, cientistas europeus que buscavam ampliar seus horizontes de conhecimento, sobretudo em relação à natureza, em uma época — o século XIX — em que a moderna industrialização se expandia e apontava para a universalização do capitalismo.
Provas
Texto para o item.
Estava num aposento vasto, com janelas para uma rua lateral, e todo ele era forrado de estantes de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da Prosopopéia; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia-se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta ora lá faltava nas estantes do major. De História do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Rocha Pita, Frei Vicente do Salvador, Capistrano de Abreu, Southey, Varnhagen, além de outros mais raros ou menos famosos. Então no tocante a viagens e explorações, que riqueza! Lá estavam todos esses últimos viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente. Além destes, havia livros subsidiários: dicionários, manuais, enciclopédias, compêndios, em vários idiomas.
Vê-se assim que a sua predileção pela poética de Porto Alegre e Magalhães não lhe vinha de uma irremediável ignorância das línguas literárias da Europa; ao contrário, o major conhecia bem sofrivelmente francês, inglês e alemão; e se não falava tais idiomas, lia-os e traduzia-os corretamente. A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida. Policarpo era patriota.
Lima Barreto. Triste fim de Policarpo Quaresma.
Internet: <www.bibvirt .futuro.usp.br>.
A partir do fragmento de texto ao lado, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, julgue o item a seguir.
Ao afirmar que Policarpo era patriota, o narrador resume o quadro geral da sociedade brasileira. A rigor, o sentimento nacionalista é muito forte no Brasil desde o início da colonização e, graças a ele, a independência foi conquistada em 1822.
Provas
Texto para o item.
Estava num aposento vasto, com janelas para uma rua lateral, e todo ele era forrado de estantes de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da Prosopopéia; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia-se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta ora lá faltava nas estantes do major. De História do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Rocha Pita, Frei Vicente do Salvador, Capistrano de Abreu, Southey, Varnhagen, além de outros mais raros ou menos famosos. Então no tocante a viagens e explorações, que riqueza! Lá estavam todos esses últimos viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente. Além destes, havia livros subsidiários: dicionários, manuais, enciclopédias, compêndios, em vários idiomas.
Vê-se assim que a sua predileção pela poética de Porto Alegre e Magalhães não lhe vinha de uma irremediável ignorância das línguas literárias da Europa; ao contrário, o major conhecia bem sofrivelmente francês, inglês e alemão; e se não falava tais idiomas, lia-os e traduzia-os corretamente. A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida. Policarpo era patriota.
Lima Barreto. Triste fim de Policarpo Quaresma.
Internet: <www.bibvirt .futuro.usp.br>.
A partir do fragmento de texto ao lado, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, julgue o item a seguir.
Pelos livros mencionados no segundo parágrafo do texto, conclui-se que o personagem era tão patriota que não comprava obras de autores estrangeiros.
Provas
Texto para o item.
Estava num aposento vasto, com janelas para uma rua lateral, e todo ele era forrado de estantes de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da Prosopopéia; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia-se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta ora lá faltava nas estantes do major. De História do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Rocha Pita, Frei Vicente do Salvador, Capistrano de Abreu, Southey, Varnhagen, além de outros mais raros ou menos famosos. Então no tocante a viagens e explorações, que riqueza! Lá estavam todos esses últimos viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente. Além destes, havia livros subsidiários: dicionários, manuais, enciclopédias, compêndios, em vários idiomas.
Vê-se assim que a sua predileção pela poética de Porto Alegre e Magalhães não lhe vinha de uma irremediável ignorância das línguas literárias da Europa; ao contrário, o major conhecia bem sofrivelmente francês, inglês e alemão; e se não falava tais idiomas, lia-os e traduzia-os corretamente. A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida. Policarpo era patriota.
Lima Barreto. Triste fim de Policarpo Quaresma.
Internet: <www.bibvirt .futuro.usp.br>.
A partir do fragmento de texto ao lado, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, julgue o item a seguir.
Nas linhas de 9 a 11, os artigos definidos que acompanham os nomes dos autores podem ser retirados sem que isso represente alteração de sentido do trecho literário.
Provas
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto para o item.
Estava num aposento vasto, com janelas para uma rua lateral, e todo ele era forrado de estantes de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da Prosopopéia; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia-se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta ora lá faltava nas estantes do major. De História do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Rocha Pita, Frei Vicente do Salvador, Capistrano de Abreu, Southey, Varnhagen, além de outros mais raros ou menos famosos. Então no tocante a viagens e explorações, que riqueza! Lá estavam todos esses últimos viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente. Além destes, havia livros subsidiários: dicionários, manuais, enciclopédias, compêndios, em vários idiomas.
Vê-se assim que a sua predileção pela poética de Porto Alegre e Magalhães não lhe vinha de uma irremediável ignorância das línguas literárias da Europa; ao contrário, o major conhecia bem sofrivelmente francês, inglês e alemão; e se não falava tais idiomas, lia-os e traduzia-os corretamente. A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida. Policarpo era patriota.
Lima Barreto. Triste fim de Policarpo Quaresma.
Internet: <www.bibvirt .futuro.usp.br>.
A partir do fragmento de texto ao lado, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, julgue o item a seguir.
No segundo parágrafo do texto, são citados prosadores, ficcionistas do Romantismo.
Provas
Texto para o item.
Estava num aposento vasto, com janelas para uma rua lateral, e todo ele era forrado de estantes de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião.
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como tais: o Bento Teixeira, da Prosopopéia; o Gregório de Matos, o Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros. Podia-se afiançar que nem um dos autores nacionais ou nacionalizados de oitenta ora lá faltava nas estantes do major. De História do Brasil, era farta a messe: os cronistas, Gabriel Rocha Pita, Frei Vicente do Salvador, Capistrano de Abreu, Southey, Varnhagen, além de outros mais raros ou menos famosos. Então no tocante a viagens e explorações, que riqueza! Lá estavam todos esses últimos viajantes que tocavam no Brasil, resumida ou amplamente. Além destes, havia livros subsidiários: dicionários, manuais, enciclopédias, compêndios, em vários idiomas.
Vê-se assim que a sua predileção pela poética de Porto Alegre e Magalhães não lhe vinha de uma irremediável ignorância das línguas literárias da Europa; ao contrário, o major conhecia bem sofrivelmente francês, inglês e alemão; e se não falava tais idiomas, lia-os e traduzia-os corretamente. A razão tinha que ser encontrada numa disposição particular de seu espírito, no forte sentimento que guiava sua vida. Policarpo era patriota.
Lima Barreto. Triste fim de Policarpo Quaresma.
Internet: <www.bibvirt .futuro.usp.br>.
A partir do fragmento de texto ao lado, extraído da obra Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, julgue o item a seguir.
Depreende-se do primeiro parágrafo do fragmento apresentado que o trecho “a sua reunião”é uma referência a uma reunião do personagem “major” com outras pessoas, na sua biblioteca.
Provas
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto para lo ítem.
Una lengua como la que habla la comunidad hispana posee una indudable importancia social, política, tecnológica y económica aparte de la tradicional riqueza cultural y literaria. La lengua española es hoy la cuarta del mundo por el número de hablantes, la segunda después del inglés, como vehículo de comunicación internacional, y la tercera como lengua internacional en política, economía y cultura. Para el año 2010 el español será la primera lengua como vehículo de comunicación internacional. Se puede afirmar que sólo hay dos idiomas con posible expresión e influencia mundial: el inglés y el español. El español es muy probable que en este siglo aumente su presencia mundial, y que pueda ser considerado como segunda lengua.
Idem.
De acuerdo con las estructuras del texto, juzgue lo ítem subsecuente.
El año “2010”por extenso se escribe dos mil diez.
Provas
Texte pour le proposition.
Apprendre des langues:
défis économiques, défis culturels
Il n’y a pas de langues minoritaires ou de grandes langues, il n’y a que des langues maternelles qui modèlent l’individu dans sa spécificité personnelle et dans son environnement social. Et toute langue maternelle est à préserver. Perdre une langue, c’est perdre une part du patrimoine commun, et c’est la raison pour laquelle le nivellement des cultures et donc des langues est absolument à éviter.
L’apprentissage des langues est important pour la prospérité économique. Nous entrons dans un monde globalisé. Nous vivons de plus en plus dans un grand marché unique et sans frontière. Donc parler les langues étrangères sera une nécessité, premièrement pour avoir un emploi et deuxièmement pour garder un emploi. Et ce n’est pas seulement le cadre supérieur ou l’expert informatique qui a besoin de compétences linguistiques, c’est aussi le vendeur au magasin, la réceptionniste, l’ouvrier, l’infirmière.
D’après Viviane Reding, membre de la commission européenne responsable de l’education et de la culture. 8 Conférence e Internationale sur les Langues Minoritaires. Saint-Jacques de Compostelle, le 22 novembre 2001.
Selon le texte, on peut affirmer que
la globalisation provoque le chômage.
Provas
This text refers to item.
Because English is so widely spoken, it has been referred to as a “global language”. While English is not an official language in many countries, it is the language most often taught as a second language around the world. It is also, by international treaty, the official language for aircraft/airport communication. Its widespread acceptance as a first or second language is the main indication of its worldwide status.
There are numerous arguments for and against English as a global language. On one hand, having a global language aids in communication and in pooling information (for example, in the scientific community). On the other hand, it leaves out those who, for one reason or another, are not fluent in the global language. It can also marginalize populations whose first language is not the global language, and lead to a cultural hegemony of the populations speaking the global language as a first language. Most of these arguments hold for any candidate for a global language, though the last two counter-arguments do not hold for languages not belonging to any ethnic group — like Esperanto.
A secondary concern with respect to the spread of global languages (including major non-English languages such as Spanish) is the resulting disappearance of minority languages, often along with the cultures and religions that are primarily transmitted in those languages. English has been implicated in a number of historical and ongoing so-called “language deaths” and “linguicides” around the world, many of which have also led to the loss of cultural heritage. Language death caused by English has been particularly pronounced in areas such as Australia and North America, where speakers of indigenous languages have been displaced or absorbed by speakers of English in the process of colonization.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (with adaptations).
In the text,
“any” can be replaced by some without changing its meaning.
Provas
This text refers to item.
Because English is so widely spoken, it has been referred to as a “global language”. While English is not an official language in many countries, it is the language most often taught as a second language around the world. It is also, by international treaty, the official language for aircraft/airport communication. Its widespread acceptance as a first or second language is the main indication of its worldwide status.
There are numerous arguments for and against English as a global language. On one hand, having a global language aids in communication and in pooling information (for example, in the scientific community). On the other hand, it leaves out those who, for one reason or another, are not fluent in the global language. It can also marginalize populations whose first language is not the global language, and lead to a cultural hegemony of the populations speaking the global language as a first language. Most of these arguments hold for any candidate for a global language, though the last two counter-arguments do not hold for languages not belonging to any ethnic group — like Esperanto.
A secondary concern with respect to the spread of global languages (including major non-English languages such as Spanish) is the resulting disappearance of minority languages, often along with the cultures and religions that are primarily transmitted in those languages. English has been implicated in a number of historical and ongoing so-called “language deaths” and “linguicides” around the world, many of which have also led to the loss of cultural heritage. Language death caused by English has been particularly pronounced in areas such as Australia and North America, where speakers of indigenous languages have been displaced or absorbed by speakers of English in the process of colonization.
Internet: <http://en.wikipedia.org> (with adaptations).
In the text,
“whose” refers to “language”.
Provas
Caderno Container