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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
O dito popular tempo é dinheiro é confirmado no texto, quando o autor se reporta às mudanças trazidas pela moderna industrialização, até mesmo no modo como as pessoas se relacionam entre si, com o sistema produtivo e com a noção de tempo.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
A fuga do homem do campo em direção aos centros urbanos, geralmente em busca de melhores condições de vida, é fenômeno recente, que o mundo conheceu nas últimas décadas do século passado.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
Historicamente, a Revolução Industrial consolidou o capitalismo como sistema econômico dominante e, sob o ponto vista geográfico, foi decisiva para que ele se universalizasse, atingindo as mais diversas regiões do planeta.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
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No que se refere à urbanização, uma distinção feita pelo texto pode ser assim sintetizada: enquanto nos países ricos o desenvolvimento das cidades obedece a um rígido planejamento, de modo a evitar muitos problemas, nos países pobres a falta de planejamento é a tônica.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
Uma característica marcante do mundo contemporâneo, especialmente visível ao longo do século XX, é o reduzido nível de urbanização dos países menos desenvolvidos, o que pode ser explicado pelo baixo índice de industrialização de suas economias.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
Deduz-se do texto que a urbanização das sociedades contemporâneas está profundamente ligada ao fenômeno da industrialização, de sorte que as duas frases finais do 1.º parágrafo podem ser assim reescritas: À proporção que as populações foram se deslocando para os centros urbanos e abandonando a zona rural, as cidades foram crescendo sem planejamento e sem organização.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
Uma forte razão para que as mudanças advindas da industrialização ocorressem primeiro na Inglaterra é o fato de ter sido esse país o pioneiro da Revolução Industrial, o que lingüisticamente está marcado no texto, às linhas de 3 a 6, pelo advérbio “inicialmente” e pela
seqüência “se concretizaram (...) na Inglaterra” e “se projetaram (...) pela Europa”.
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A Revolução Industrial produziu uma série de transformações em todos os setores da vida humana — individual e coletiva. Essas mudanças se concretizaram inicialmente na Inglaterra e somente a partir da segunda metade do século XIX se projetaram de forma bastante semelhante pela Europa. Um dos desdobramentos mais visíveis foi o crescimento das cidades, vinculado de algum modo às indústrias. As populações foram se deslocando gradativamente para os centros urbanos, abandonando a zona rural. As cidades cresciam sem planejamento e organização.
Nas cidades, o modo como as pessoas enxergavam o mundo, a natureza e os homens começou a mudar. Lentamente, o distanciamento da natureza tornava-se uma realidade evidente. O progresso técnico revelava a ação do homem controlando cada vez mais a natureza através da razão. O tempo diário já não era mais medido pela natureza; o relógio, regrando o tempo do trabalho e das pessoas, ocupava lugar de destaque. A noção de tempo útil vinculado à produção de alguma
coisa se firmava.
José Geraldo Vinci de Moraes. História geral e contemporânea
(séculos XVIII–XX). Brasília: FUNAG, 1996, p. 19 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os aspectos históricos e geográficos do tema por ele abordado, julgue o item .
A Revolução Industrial não se reduz às inovações técnicas; seus efeitos se manifestam nos mais diversos setores da sociedade, da economia propriamente dita às questões culturais.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto para o item.
Onde canta o sabiá
Minha terra tem palmeiras,
onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá...
Que brasileiro nunca ouviu estes versos algum dia, saudando a terra onde as aves, os amores, as flores são melhores do que em qualquer outro lugar? Escrito por Gonçalves Dias, em 1843, durante o Romantismo, com suas preocupações com a terra natal e a origem da nação, o poema Canção do Exílio passou das antologias poéticas aos manuais escolares. Seus enunciados entraram em nossa história cotidiana desde meados do século XIX e ao longo do XX, de modo que certas imagens (o sabiá, a palmeira) e alguns versos soltos do poema (“nosso céu tem mais estrelas”; “não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá”) se tornaram fatos comuns do imaginário brasileiro.
A Canção do Exílio é um dos textos-fundadores de nossa cultura. Criaram-se a partir dele imagens de identidade brasileira, num percurso que pode ser seguido através de várias linhas ou matrizes. A Canção do Expedicionário, de Guilherme de Almeida — ligado ao
contexto modernista dos anos 30 e 40 —, com certo tom tradicional, canta a natureza brasileira e retoma símbolos nacionais, como a Moema, a Iracema, o Sabiá, dialogando também com as modinhas do cancioneiro popular:
Deixei lá atrás meu terreiro,
28 meu limão, meu limoeiro,
meu pé de jacarandá
lá no alto da colina
31 onde canta o sabiá.
A partir do movimento modernista, a retratação otimista da paisagem tropical começou a alterar-se, conforme se tomava consciência dos problemas econômicos e culturais legados dos tempos coloniais. “Sabiás”, “palmeiras”, “minha terra” aparecem desestabilizando os valores e os sentidos consagrados pela tradição anterior. Assim, num segundo tipo de imagem, as releituras da Canção do Exílio vinculam natureza e cultura, relendo-se o poema-fundador com perspectiva crítica, que aponta para ruínas culturais, esquecimentos,
lacunas políticas e sociais.
Beatriz de Moraes Vieira. Internet:
<www.nossahistoria.net> (com adaptações).
Considerando o conteúdo e a expressão do texto, julgue o item a seguir.
Entre os expoentes da literatura brasileira, são poetas contemporâneos de Guilherme de Almeida: Lima Barreto, Carlos Drummond de Andrade, Gonçalves Dias, Mário Quintana e João Cabral de Melo Neto.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Texto para o item.
Onde canta o sabiá
Minha terra tem palmeiras,
onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá...
Que brasileiro nunca ouviu estes versos algum dia, saudando a terra onde as aves, os amores, as flores são melhores do que em qualquer outro lugar? Escrito por Gonçalves Dias, em 1843, durante o Romantismo, com suas preocupações com a terra natal e a origem da nação, o poema Canção do Exílio passou das antologias poéticas aos manuais escolares. Seus enunciados entraram em nossa história cotidiana desde meados do século XIX e ao longo do XX, de modo que certas imagens (o sabiá, a palmeira) e alguns versos soltos do poema (“nosso céu tem mais estrelas”; “não permita Deus que eu morra, sem que volte para lá”) se tornaram fatos comuns do imaginário brasileiro.
A Canção do Exílio é um dos textos-fundadores de nossa cultura. Criaram-se a partir dele imagens de identidade brasileira, num percurso que pode ser seguido através de várias linhas ou matrizes. A Canção do Expedicionário, de Guilherme de Almeida — ligado ao
contexto modernista dos anos 30 e 40 —, com certo tom tradicional, canta a natureza brasileira e retoma símbolos nacionais, como a Moema, a Iracema, o Sabiá, dialogando também com as modinhas do cancioneiro popular:
Deixei lá atrás meu terreiro,
28 meu limão, meu limoeiro,
meu pé de jacarandá
lá no alto da colina
31 onde canta o sabiá.
A partir do movimento modernista, a retratação otimista da paisagem tropical começou a alterar-se, conforme se tomava consciência dos problemas econômicos e culturais legados dos tempos coloniais. “Sabiás”, “palmeiras”, “minha terra” aparecem desestabilizando os valores e os sentidos consagrados pela tradição anterior. Assim, num segundo tipo de imagem, as releituras da Canção do Exílio vinculam natureza e cultura, relendo-se o poema-fundador com perspectiva crítica, que aponta para ruínas culturais, esquecimentos,
lacunas políticas e sociais.
Beatriz de Moraes Vieira. Internet:
<www.nossahistoria.net> (com adaptações).
Considerando o conteúdo e a expressão do texto, julgue o item a seguir.
As duas estrofes das canções citadas no texto têm o mesmo ritmo, métrica, estrofação e rima.
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