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Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
práticas conservacionistas de manejo, como, por exemplo, o plantio direto. A estimativa é que, por meio de atividades agrícolas e de mudanças no uso da terra, poderiam ser retirados de 0,4 Pg/ano a 0,8 Pg/ano de carbono da atmosfera.
Internet:<www.portaldoagronegocio.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, relativo à informação e ao conceito contido no texto acima.
A produção de dióxido de carbono a partir da queima de folhas secas de cana-de-açúcar corresponderia a uma transformação na qual ocorre transferência de elétrons e mudanças associadas de estados de oxidação.
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Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
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Todas as substâncias que contêm carbono, citadas no texto, correspondem a funções orgânicas.
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Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
práticas conservacionistas de manejo, como, por exemplo, o plantio direto. A estimativa é que, por meio de atividades agrícolas e de mudanças no uso da terra, poderiam ser retirados de 0,4 Pg/ano a 0,8 Pg/ano de carbono da atmosfera.
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Sabendo-se que a massa atômica do carbono é 12,0 u, de acordo com o texto, estima-se que se podem retirar mais de 6 × 1013 mol/ano de carbono da atmosfera, por meio de atividades agrícolas e de mudança do uso da terra.
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naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
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As partículas compartilhadas pelos átomos que formam as moléculas do biocombustível obtido a partir da cana-de-açúcar estão situadas nos respectivos núcleos desses átomos.
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Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
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No caso específico do emprego de uma quantidade n de matéria do biocombustível citado, emite-se menos massa de carbono que n mols do principal combustível fóssil utilizado em veículos automotores, porque o biocombustível apresenta menor massa molar.
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Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
práticas conservacionistas de manejo, como, por exemplo, o plantio direto. A estimativa é que, por meio de atividades agrícolas e de mudanças no uso da terra, poderiam ser retirados de 0,4 Pg/ano a 0,8 Pg/ano de carbono da atmosfera.
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O processo, citado no texto, de conversão de gás carbônico em massa vegetal pode ser corretamente representado, mesmo que de maneira simplificada, pela seguinte equação.
C6H12O6 + 6 O2 \( → \) 6 CO2 + 6 H2O \( Δ \)H < 0
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- Química InorgânicaSubstância e mistura: substância simples, substância composta e mistura. Alotropia
Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
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Nas moléculas da substância citada que contém nitrogênio, o átomo ligado aos átomos de nitrogênio, ao constituir moléculas diatômicas da respectiva substância simples, forma moléculas da substância mais abundante da atmosfera.
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Em termos quantitativos, ao se levarem em conta as emissões e os processos naturais de absorção, anualmente, a atmosfera ganha, aproximadamente, 5 Pg (1 Pg = 1015 g) de carbono, que não será absorvido e se acumulará na atmosfera. Esse excedente é originado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis. A situação se agrava muito se for somado a esse dado o fato de que há muito mais carbono armazenado em combustíveis fósseis na terra que na atmosfera. A queima em larga escala desses reservatórios levaria a sérias mudanças na atmosfera terrestre, especialmente se isso ocorresse em um intervalo de tempo muito mais curto que os dos processos
naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
práticas conservacionistas de manejo, como, por exemplo, o plantio direto. A estimativa é que, por meio de atividades agrícolas e de mudanças no uso da terra, poderiam ser retirados de 0,4 Pg/ano a 0,8 Pg/ano de carbono da atmosfera.
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Na molécula do monóxido citado no texto, os dois átomos idênticos estão ligados por ligações covalentes triplas.
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naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
práticas conservacionistas de manejo, como, por exemplo, o plantio direto. A estimativa é que, por meio de atividades agrícolas e de mudanças no uso da terra, poderiam ser retirados de 0,4 Pg/ano a 0,8 Pg/ano de carbono da atmosfera.
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O efeito estufa é um fenômeno que teve início a partir da Revolução Industrial e resulta de emissões de gases industriais e daqueles produzidos na queima de combustíveis utilizados em indústrias.
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naturais de reciclagem. Historicamente, grandes quantidades de CO2 têm sido liberadas para a atmosfera com a queimada de campos e florestas, em regiões agrícolas ou pastagens, no contexto de um desenvolvimento não-sustentável. Estima-se que cerca de 30% da quantidade total de gases do efeito estufa emitidos no mundo sejam originados de atividades agrícolas. Contudo, deve-se salientar que, em um balanço preciso da contribuição da agricultura para o aquecimento global da Terra e do efeito de sistemas de manejo, além do gás CO2, é fundamental a quantificação das emissões dos gases N2O e CH4, os quais, apesar de liberados em menor quantidade pelo solo, apresentam um efeito em massa equivalente a cerca de 270 e 25 vezes, respectivamente, em relação ao do CO2, para o aquecimento da Terra. Entretanto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de CO2 na atmosfera. Por meio da fotossíntese, pode-se converter o CO2 da atmosfera em massa vegetal e, por meio do manejo adequado dessa massa, pode-se reter o carbono no solo, caracterizando-se um “seqüestro de carbono” da atmosfera pelo solo. Nesse sentido, algumas ações podem ser realizadas para reduzir emissões de gases em atividades agropecuárias e(ou) possibilitar seqüestro de carbono, tais como: emprego de biocombustível (álcool da cana-de-açúcar, por exemplo), ações de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e aplicação de
práticas conservacionistas de manejo, como, por exemplo, o plantio direto. A estimativa é que, por meio de atividades agrícolas e de mudanças no uso da terra, poderiam ser retirados de 0,4 Pg/ano a 0,8 Pg/ano de carbono da atmosfera.
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Conforme explicado no texto, a agricultura pode ser uma aliada importante no controle da concentração de uma substância citada no texto que é produzida em transformações cujas quebras e formações de ligações resultam em liberação de energia.
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