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Somos parte da Terra e ela é parte de nós
Os olhos e as mentes intelectuais da humanidade começaram, no século XX, a reconhecer os povos nativos como culturas diferentes das civilizações oficiais e vislumbraram contribuições sociais e ambientais deixadas pelos guerreiros que tiveram o sonho como professor. Mas a maior contribuição que os povos da floresta podem deixar ao homem branco é a prática de ser uno com a natureza interna de si. A tradição do Sol, da Lua e da Grande Mãe ensina que tudo se desdobra de uma fonte única, formando uma trama sagrada de relações e interrelações, de modo que tudo se conecta a tudo. O pulsar de uma estrela na noite é o mesmo do coração. Homens, árvores, serras, rios e mares são um corpo, com ações interdependentes. Esse conceito só pode ser compreendido através do coração, ou seja, da natureza interna de cada um. Quando o humano das cidades petrificadas largar as armas do intelecto, essa contribuição será compreendida. Nesse momento, entraremos no ciclo da unicidade, e a Terra sem males se manifestará no reino humano.
Kaka Werá Jecupé. A terra dos mil povos: história indígena do Brasil contada por um índio. Rio de Janeiro: Fundação Petrópolis, 1998, p. 61 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
O texto se desenvolve com apoio em duas formas diferentes de ver o mundo: uma delas identificada com “Os olhos e as mentes intelectuais da humanidade”, “homem branco” e “o humano das cidades petrificadas”; outra, com “povos nativos”, “guerreiros” e “povos da floresta”.
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Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir.
Na linha 3, foi utilizada a expressão “pré-história”, que, em si mesma, geralmente, é empregada para identificar o estágio da evolução das sociedades anterior ao domínio da escrita.
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Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir .
Os três períodos finais do trecho apresentado sugerem que a autora — por meio de “muito trabalho” — consegue, finalmente, desvincular “ato” de “fato” ao estabelecer a correspondência do ato de escrever com o ato de pensar.
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Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir .
Na linha 4, os vocábulos “nunca” e “sim” estão empregados como substantivos, conforme evidencia a estrutura lingüística em que ocorrem.
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Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir .
Na linha 2, a opção pela omissão do acento indicativo de crase nas duas ocorrências de “a” indica que a autora imprimiu um sentido genérico à expressão “outra molécula” e à palavra “vida”, visto que não empregou o artigo definido feminino antes de ambas.
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Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-préhistória já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir .
No trecho apresentado, o narrador é onisciente, como se pode verificar, por exemplo, em “Sempre houve”, e a narrativa se constrói em terceira pessoa, como evidencia o segmento “Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou”.
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Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-préhistória já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir .
Esse trecho exemplifica a utilização de seqüências dissertativas, em que são apresentados conceitos abstratos, na construção de uma narrativa.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-préhistória já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir.
Por focalizar problemas da sociedade rural, esse romance de Clarice Lispector aproxima-se da obra de José Lins do Rego.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o que, mas sei que o universo jamais começou.
Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.
Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-préhistória já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos — sou eu que escrevo o que estou escrevendo.
Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 17.
Considerando o trecho acima, extraído da obra A Hora da Estrela, de Clarice Lispector, julgue o item a seguir.
Clarice Lispector inclui-se entre os autores do romance introspectivo, da literatura intimista, que se caracteriza, na literatura brasileira moderna, por um questionamento do ser.
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Na espécie humana, o alimento entra no tubo digestório pela boca, onde se inicia a digestão, por meio da mastigação e do contato do alimento com a saliva. A saliva é formada, basicamente, por água (98%), enzimas e eletrólitos dissolvidos. Um eletrólito encontrado na saliva é o fosfato. A concentração considerada normal para esse íon, na saliva, situa-se entre 1,4 × 10-3 mol/L e 3,90 × 10-2 mol/L.
A figura I, a seguir, mostra um crânio no qual o músculo masseter exerce uma força F no maxilar inferior, que é articulado. Durante a mastigação, com a mandíbula fechada, uma força G também atua sobre o maxilar inferior, conforme ilustrado. A situação é modelada utilizando-se o sistema cartesiano \( xOy \) da figura II, em que b = 3a = 7,5 cm, Fy corresponde à componente vertical da força F e O, o ponto em torno do qual o maxilar se articula.

Considerando que, no instante em que a mandíbula está fechada, a componente Fy tenha módulo igual a 12 N e a área total de contato entre os dentes superiores e inferiores seja de 0,5 cm2, julgue o item.
O fosfato pode ser representado por uma estrutura de Lewis em que não se obedece à regra do octeto.
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