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Até o final do século passado, Eduardo Kac, representante da bioarte, conduziu duas importantes experiências de arte transgênica, sendo a primeira delas a da coelha Alba. Kac aplicou ao pelo de uma coelha uma proteína verde fluorescente isolada de uma medusa da região noroeste do Pacífico. O animal que contém essa proteína emite luz verde brilhante quando exposto à radiação ultravioleta. A coelha utilizada por Kac, originalmente pertencente a uma família albina (sem nenhum pigmento de cor na pele), foi geneticamente modificada por meio da aplicação de uma versão incrementada do gene fluorescente. Alba deveria ser mostrada publicamente no programa Artransgénique, do Festival Avignon Numérique, em junho de 2000, mas a exibição foi proibida pela direção do instituto de pesquisa onde a coelha foi geneticamente modificada.
Internet: <www.cibercultura.org.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
Depreende-se do texto que as produções dos bioartistas fundamentam-se em procedimentos éticos adotados em laboratórios de genética e biotecnologia e incorporam a proposta inovadora de reconhecimento dos direitos dos animais.
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Até o final do século passado, Eduardo Kac, representante da bioarte, conduziu duas importantes experiências de arte transgênica, sendo a primeira delas a da coelha Alba. Kac aplicou ao pelo de uma coelha uma proteína verde fluorescente isolada de uma medusa da região noroeste do Pacífico. O animal que contém essa proteína emite luz verde brilhante quando exposto à radiação ultravioleta. A coelha utilizada por Kac, originalmente pertencente a uma família albina (sem nenhum pigmento de cor na pele), foi geneticamente modificada por meio da aplicação de uma versão incrementada do gene fluorescente. Alba deveria ser mostrada publicamente no programa Artransgénique, do Festival Avignon Numérique, em junho de 2000, mas a exibição foi proibida pela direção do instituto de pesquisa onde a coelha foi geneticamente modificada.
Internet: <www.cibercultura.org.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
Arte e ciência têm a mesma origem, mas, enquanto o cientista, em sua prática, volta-se para a formulação e a consolidação de paradigmas, o artista, em sua obra, propõe a desconstrução das regras vigentes.
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Até o final do século passado, Eduardo Kac, representante da bioarte, conduziu duas importantes experiências de arte transgênica, sendo a primeira delas a da coelha Alba. Kac aplicou ao pelo de uma coelha uma proteína verde fluorescente isolada de uma medusa da região noroeste do Pacífico. O animal que contém essa proteína emite luz verde brilhante quando exposto à radiação ultravioleta. A coelha utilizada por Kac, originalmente pertencente a uma família albina (sem nenhum pigmento de cor na pele), foi geneticamente modificada por meio da aplicação de uma versão incrementada do gene fluorescente. Alba deveria ser mostrada publicamente no programa Artransgénique, do Festival Avignon Numérique, em junho de 2000, mas a exibição foi proibida pela direção do instituto de pesquisa onde a coelha foi geneticamente modificada.
Internet: <www.cibercultura.org.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
Artista da vanguarda expressionista alemã, Wassily Kandinsky optou por base espiritual na criação e materialização das obras de arte, realizando experiências de equivalência entre sons e cores.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Os “modelos e materiais” mencionados no texto devem ser entendidos como similares aos que são usados na composição musical contemporânea.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido do texto, o primeiro período poderia ser reescrito da seguinte forma: Na Idade Média, a prática musical da Europa influenciou-se pela música grega.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Como sons de timbres iguais e frequências diferentes são ondas sonoras de formatos distintos, é possível identificar se uma mesma nota foi emitida por lira ou flauta.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
Os “intervalos musicais” expressam a distância entre as notas de uma escala ou, em termos físicos, a diferença entre as frequências dessas notas.
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Foi a teoria, e não a prática, dos gregos que afetou a música da Europa Ocidental na Idade Média. Temos muito mais informação acerca das teorias musicais gregas do que da música propriamente dita. Essas teorias eram de dois tipos: doutrinas sobre a natureza da música, o seu lugar no cosmos, os seus efeitos e a forma conveniente de usá-la na sociedade humana; e descrições sistemáticas dos modelos e materiais da composição musical.
Nos ensinamentos de Pitágoras, a música e a aritmética não eram disciplinas separadas: os números eram considerados a chave de todo o universo espiritual e físico, e, assim, o sistema de sons e ritmos musicais, regido pelos números, exemplificava a harmonia do cosmo.
Para pensadores como Claudio Ptolomeu, o mais sistemático dos teóricos antigos da música, a astronomia e o estudo dos corpos celestes estavam diretamente relacionados ao estudo dos intervalos musicais.
Donald J. Grout e Claude V. Palisca. História da música ocidental. Lisboa: Gradiva, 1994 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima e as ideias por ele suscitadas, julgue o item a seguir.
O “sistema de sons” desenvolvido pelos gregos em experiências com partições de corda e a consequente descoberta das frequências associadas a comprimentos variados de corda resultaram na invenção da lira.
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Os contemporâneos de Leonardo da Vinci encaravam-no como um ser estranho e misterioso. Príncipes e chefes militares queriam usar esse surpreendente mago como engenheiro militar na construção de fortificações e canais, novas armas e dispositivos bélicos. É provável que o próprio Leonardo não alimentasse a ambição de ser considerado um cientista. A exploração da natureza era para ele, em primeiro lugar e acima de tudo, um meio de adquirir conhecimentos sobre o mundo visível — conhecimentos de que necessitaria para a sua arte.
E. H. Gombrich. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2011, p. 294 (com adaptações).
Com relação às artes e à filosofia relacionadas ao Renascimento, assinale a opção correta.
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Os contemporâneos de Leonardo da Vinci encaravam-no como um ser estranho e misterioso. Príncipes e chefes militares queriam usar esse surpreendente mago como engenheiro militar na construção de fortificações e canais, novas armas e dispositivos bélicos. É provável que o próprio Leonardo não alimentasse a ambição de ser considerado um cientista. A exploração da natureza era para ele, em primeiro lugar e acima de tudo, um meio de adquirir conhecimentos sobre o mundo visível — conhecimentos de que necessitaria para a sua arte.
E. H. Gombrich. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2011, p. 294 (com adaptações).
Tendo como referências iniciais a imagem e o texto apresentados acima, julgue o item a seguir.
Na Revolução Científica do século XVI, a influência aristotélica foi importante para o desenvolvimento do método de observação científica. Posteriormente, no entanto, Aristóteles foi rejeitado pelos modernos, devido ao uso da lógica aristotélica para a demonstração das supostas verdades universais postuladas na Idade Média.
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