Por motivo de segurança, vários locais utilizam detectores de metal. Em geral, um detector de metal consiste de uma bobina por onde passa uma corrente elétrica capaz de gerar um campo magnético, cujo comportamento é afetado quando a bobina se aproxima de metais. Com relação aos princípios físicos envolvidos nesse tipo de dispositivo, julgue os próximos itens.
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Considerando a obra Inserções em circuitos ideológicos: projeto cédula, de Cildo Meireles, julgue os itens seguintes.
O sujeito da oração “Quem matou Herzog?”, carimbada na nota de 1 cruzeiro, é indeterminado.
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Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
O texto evoca a dinâmica da experiência cinematográfica por meio do emprego de expressões nominais coordenadas, como nos trechos “Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista” (l. 17 a 19) e “imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais” (l. 26 a 28).
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Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
A partir da construção de cenários artificiais ou virtuais ou por meio da utilização de lugares reais, o cinema se apropria do espaço geográfico para criar novas possibilidades de leituras, permitindo compreender a organização socioespacial das sociedades, sejam elas reais ou fictícias.
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Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
Depreende-se do emprego da primeira pessoa do plural no trecho “Alimentamo-nos” (l.26) que o autor inclui-se entre os espectadores de cinema.
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Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
De acordo com o segundo parágrafo, o cinema é uma arte mais complexa do que as artes exclusivamente verbais ou sonoras, uma vez que, nos filmes, o texto é declarado e a música pode ser vista.
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Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
No primeiro parágrafo do texto, o autor lamenta que o cinema seja uma manifestação cultural de pequeno alcance, apreciada apenas pelas elites da sociedade.
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Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
Apesar de as palavras “sentadamente” (l.9) e “quintuplamente” (l.12) não serem formas próprias da língua portuguesa, é possível inferir seu significado e sua função sintática a partir do contexto em que aparecem.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Comunidade das pequenas salas de cinema, não muita gente, e a que houver tocada em cheio como o coração tocado por um dedo vibrante, tocada, a pequena assembleia humana, por um sopro noturno, uma ação estelar. Não se vai lá em busca de catarse direta, mas de arrebatamento, cegueira, transe. Vão alguns em busca de beleza, dizem. É uma ciência de ritmo, ciclo, luz miraculosamente regulada, uma ciência de espessura e transparência da matéria? De todos os pontos da trama luminosa, ao fundo da assembleia sentadamente muda morrendo e ressuscitando segundo a respiração na noite das salas, a mão instruída nas coisas mostra, rodando quintuplamente esperta, a volta do mundo, a passagem de campo a campo, fogo, ar, terra, água, éter, verdade transmutada, forma. (...)
A escrita não substitui o cinema nem o imita, mas a técnica do cinema, enquanto ofício propiciatório, suscita modos esferográficos de fazer e celebrar. Olhos contempladores e pensadores, mão em mãos seriais, movimento, montagem da sensibilidade, música vista (ouçam também com os olhos!) (...) O arroubo é uma atenção votada às miúdas cumplicidades com o mundo, o mundo em frases, em linhas fosforescentes, em texto revelado, como se diz que se revela uma fotografia ou se revela um segredo. O poema, o cinema, são inspirados porque se fundam na minúcia e no rigor das técnicas da atenção ardente.
Alimentamo-nos de imagens emendadas, representações conjugadas simbolicamente, pontos fortes e luminosos, pensamentos bucais (...). A imagem é um ato pelo qual se transforma a realidade, é uma gramática profunda no sentido em que refere que o desejo é profundo, e profunda a morte, e a vida ressurrecta.
Herberto Helder Cinemas In: Relâmpago: Revista de Poesia n º 3, 1998, p 7-8 (com adaptações)
Com relação ao texto Cinemas, do poeta português Herberto Helder, e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens de 1 a 8 e assinale a opção correta no item 9, que é do tipo C.
As redes sociais e as informações transmitidas em filmes têm um papel restrito ao entretenimento.
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Por motivo de segurança, vários locais utilizam detectores de metal. Em geral, um detector de metal consiste de uma bobina por onde passa uma corrente elétrica capaz de gerar um campo magnético, cujo comportamento é afetado quando a bobina se aproxima de metais. Com relação aos princípios físicos envolvidos nesse tipo de dispositivo, julgue os próximos itens.
O campo magnético produz uma corrente induzida no fio condutor da bobina, a qual, por sua vez, gera um campo magnético que se opõe ao campo original.
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A corrente elétrica que passa pela bobina e gera o campo magnético é denominada corrente de Foucault.
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