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O experimento de Michelson-Morley foi realizado para se verificar a hipótese de haver um meio (o éter) em que as ondas de luz se propagam. O esquema desse experimento, anterior ao surgimento da teoria especial da relatividade, está mostrado na figura acima. Nele, um raio de luz parte de uma fonte S e, ao chegar a um espelho semitransparente, divide-se em um raio \( \alpha \), que trafega na direção AB (ida e volta), e em um raio \( \beta \), que trafega na direção AC (ida e volta). A direção AC é posicionada de modo a ser paralela à direção do movimento da Terra ao redor do Sol, que se dá com velocidade vT (suposta retilínea para o experimento em questão). Os dois raios encontram-se novamente no espelho semitransparente e dirigem-se para um sensor de luz D, que capta eventuais interferências entre eles. As distâncias AB e AC são iguais a L.
A partir do experimento de Michelson-Morley descrito e dos princípios da teoria especial da relatividade, julgue o item a seguir, considerando \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2_T}{c^2}}} \), em que c é a velocidade da luz.
Considerando que as ondas correspondentes aos raios de luz refletidos pelos espelhos B e C são descritas, respectivamente, pelas funções fAB (t) = cos\( \pi \)t e fAC(t) = cos(\( \pi \)t + \( \pi \)/3), assinale a opção cujo gráfico representa a função que melhor descreveria a interferência desses raios, obtida no sensor de luz, em D.
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O experimento de Michelson-Morley foi realizado para se verificar a hipótese de haver um meio (o éter) em que as ondas de luz se propagam. O esquema desse experimento, anterior ao surgimento da teoria especial da relatividade, está mostrado na figura acima. Nele, um raio de luz parte de uma fonte S e, ao chegar a um espelho semitransparente, divide-se em um raio \( \alpha \), que trafega na direção AB (ida e volta), e em um raio \( \beta \), que trafega na direção AC (ida e volta). A direção AC é posicionada de modo a ser paralela à direção do movimento da Terra ao redor do Sol, que se dá com velocidade vT (suposta retilínea para o experimento em questão). Os dois raios encontram-se novamente no espelho semitransparente e dirigem-se para um sensor de luz D, que capta eventuais interferências entre eles. As distâncias AB e AC são iguais a L.
A partir do experimento de Michelson-Morley descrito e dos princípios da teoria especial da relatividade, julgue o item a seguir, considerando \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2_T}{c^2}}} \), em que c é a velocidade da luz.
Do ponto de vista da teoria newtoniana, segundo a qual a velocidade da luz deve ser composta com a velocidade da Terra conforme somas ou diferenças usuais de velocidade, os tempos que a luz levava para percorrer as distâncias AB e AC (ida e volta) seriam, respectivamente, \( t_{AB} = \dfrac{2\gamma L}{c} \) e \( t_{AC} = \dfrac{2\gamma^2 L}{c} \).
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O experimento de Michelson-Morley foi realizado para se verificar a hipótese de haver um meio (o éter) em que as ondas de luz se propagam. O esquema desse experimento, anterior ao surgimento da teoria especial da relatividade, está mostrado na figura acima. Nele, um raio de luz parte de uma fonte S e, ao chegar a um espelho semitransparente, divide-se em um raio \( \alpha \), que trafega na direção AB (ida e volta), e em um raio \( \beta \), que trafega na direção AC (ida e volta). A direção AC é posicionada de modo a ser paralela à direção do movimento da Terra ao redor do Sol, que se dá com velocidade vT (suposta retilínea para o experimento em questão). Os dois raios encontram-se novamente no espelho semitransparente e dirigem-se para um sensor de luz D, que capta eventuais interferências entre eles. As distâncias AB e AC são iguais a L.
A partir do experimento de Michelson-Morley descrito e dos princípios da teoria especial da relatividade, julgue o item a seguir, considerando \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2_T}{c^2}}} \), em que c é a velocidade da luz.
As teorias do éter remontam a ideias já defendidas por Aristóteles, quando este negava a inexistência do vácuo.
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O experimento de Michelson-Morley foi realizado para se verificar a hipótese de haver um meio (o éter) em que as ondas de luz se propagam. O esquema desse experimento, anterior ao surgimento da teoria especial da relatividade, está mostrado na figura acima. Nele, um raio de luz parte de uma fonte S e, ao chegar a um espelho semitransparente, divide-se em um raio \( \alpha \), que trafega na direção AB (ida e volta), e em um raio \( \beta \), que trafega na direção AC (ida e volta). A direção AC é posicionada de modo a ser paralela à direção do movimento da Terra ao redor do Sol, que se dá com velocidade vT (suposta retilínea para o experimento em questão). Os dois raios encontram-se novamente no espelho semitransparente e dirigem-se para um sensor de luz D, que capta eventuais interferências entre eles. As distâncias AB e AC são iguais a L.
A partir do experimento de Michelson-Morley descrito e dos princípios da teoria especial da relatividade, julgue os itens de 79 a 83, considerando \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2_T}{c^2}}} \), em que c é a velocidade da luz, e assinale a opção correta.
A diferença de fase no experimento de Michelson-Morley pode ser calculada pela expressão \( \omega \)(th - tv), em que \( \omega \) é a frequência da luz, th é o tempo que a luz leva para mover-se de A a C (ida e volta) e t v é o tempo que a luz leva para mover-se de A a B (ida e volta), como mostrado na figura.
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O experimento de Michelson-Morley foi realizado para se verificar a hipótese de haver um meio (o éter) em que as ondas de luz se propagam. O esquema desse experimento, anterior ao surgimento da teoria especial da relatividade, está mostrado na figura acima. Nele, um raio de luz parte de uma fonte S e, ao chegar a um espelho semitransparente, divide-se em um raio \( \alpha \), que trafega na direção AB (ida e volta), e em um raio \( \beta \), que trafega na direção AC (ida e volta). A direção AC é posicionada de modo a ser paralela à direção do movimento da Terra ao redor do Sol, que se dá com velocidade vT (suposta retilínea para o experimento em questão). Os dois raios encontram-se novamente no espelho semitransparente e dirigem-se para um sensor de luz D, que capta eventuais interferências entre eles. As distâncias AB e AC são iguais a L.
A partir do experimento de Michelson-Morley descrito e dos princípios da teoria especial da relatividade, julgue os itens de 79 a 83, considerando \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2_T}{c^2}}} \), em que c é a velocidade da luz, e assinale a opção correta.
Segundo a hipótese da teoria da relatividade especial de que a luz tem sempre a mesma velocidade, independentemente da velocidade da fonte, o resultado do experimento de Michelson-Morley, ou seja, a figura de interferência obtida no sensor de luz em D, não deveria modificar quando a orientação do aparelho, com relação ao movimento da Terra, fosse alterada em 90º.
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O experimento de Michelson-Morley foi realizado para se verificar a hipótese de haver um meio (o éter) em que as ondas de luz se propagam. O esquema desse experimento, anterior ao surgimento da teoria especial da relatividade, está mostrado na figura acima. Nele, um raio de luz parte de uma fonte S e, ao chegar a um espelho semitransparente, divide-se em um raio \( \alpha \), que trafega na direção AB (ida e volta), e em um raio \( \beta \), que trafega na direção AC (ida e volta). A direção AC é posicionada de modo a ser paralela à direção do movimento da Terra ao redor do Sol, que se dá com velocidade vT (suposta retilínea para o experimento em questão). Os dois raios encontram-se novamente no espelho semitransparente e dirigem-se para um sensor de luz D, que capta eventuais interferências entre eles. As distâncias AB e AC são iguais a L.
A partir do experimento de Michelson-Morley descrito e dos princípios da teoria especial da relatividade, julgue os itens de 79 a 83, considerando \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2_T}{c^2}}} \), em que c é a velocidade da luz, e assinale a opção correta.
A teoria especial da relatividade subscreve a ideia de que tudo é relativo.
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As concepções de como o mundo é — se há um vazio (vácuo) ou se todos os fenômenos se dão em um plenum, se as coisas estão constituídas de átomos ou não — não são as únicas a mudar ao longo da história. As concepções sobre o que são tempo e espaço também mudaram bastante. Mais recentemente, no início do século XX, a teoria da relatividade restrita veio modificar, de maneira ainda mais profunda, o que se deve considerar como espaço, tempo e suas relações.
Segundo Galileu, Newton e alguns outros cientistas, um ao observador A que está em movimento com velocidade vA com relação a um observador B, parado com relação ao solo, teria sua posição xA e seu tempo tA , com relação à posição xB e ao tempo tB de B, dados por
I) \( x_A = x_B + v_At_A;t_A = t_B \)
Entretanto, segundo a teoria da relatividade especial, essa
relação deveria ser dada por
II) \( x_A = \gamma (x_B + v_At_B); t_A = \gamma (t_B + \dfrac{v_Ax_B}{c^2}) \) em que \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2A}{c^2}}} \) é a velocidade da luz..
A partir das informações acima, julgue o item seguinte.
Sabendo-se que, segundo Santo Agostinho, o tempo é uma distensão da alma, ou seja, o tempo é uma decorrência dos estados psicológicos dos seres humanos, como os de apreensão ou expectativa, é correto afirmar que a moderna concepção de tempo da física é compatível com a de Santo Agostinho.
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As concepções de como o mundo é — se há um vazio (vácuo) ou se todos os fenômenos se dão em um plenum, se as coisas estão constituídas de átomos ou não — não são as únicas a mudar ao longo da história. As concepções sobre o que são tempo e espaço também mudaram bastante. Mais recentemente, no início do século XX, a teoria da relatividade restrita veio modificar, de maneira ainda mais profunda, o que se deve considerar como espaço, tempo e suas relações.
Segundo Galileu, Newton e alguns outros cientistas, um ao observador A que está em movimento com velocidade vA com relação a um observador B, parado com relação ao solo, teria sua posição xA e seu tempo tA , com relação à posição xB e ao tempo tB de B, dados por
I) \( x_A = x_B + v_At_A;t_A = t_B \)
Entretanto, segundo a teoria da relatividade especial, essa
relação deveria ser dada por
II) \( x_A = \gamma (x_B + v_At_B); t_A = \gamma (t_B + \dfrac{v_Ax_B}{c^2}) \) em que \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2A}{c^2}}} \) é a velocidade da luz..
A partir das informações acima, julgue o item seguinte.
De acordo com as expressões listadas em II, vale a seguinte igualdade: \( x_A^2 - c^2t_A^2 = x_b^2 - c^2 tB^2 \)
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As concepções de como o mundo é — se há um vazio (vácuo) ou se todos os fenômenos se dão em um plenum, se as coisas estão constituídas de átomos ou não — não são as únicas a mudar ao longo da história. As concepções sobre o que são tempo e espaço também mudaram bastante. Mais recentemente, no início do século XX, a teoria da relatividade restrita veio modificar, de maneira ainda mais profunda, o que se deve considerar como espaço, tempo e suas relações.
Segundo Galileu, Newton e alguns outros cientistas, um ao observador A que está em movimento com velocidade vA com relação a um observador B, parado com relação ao solo, teria sua posição xA e seu tempo tA , com relação à posição xB e ao tempo tB de B, dados por
I) \( x_A = x_B + v_At_A;t_A = t_B \)
Entretanto, segundo a teoria da relatividade especial, essa
relação deveria ser dada por
II) \( x_A = \gamma (x_B + v_At_B); t_A = \gamma (t_B + \dfrac{v_Ax_B}{c^2}) \) em que \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2A}{c^2}}} \) é a velocidade da luz..
A partir das informações acima, julgue o item seguinte.
Considere que, em um duelo, um observador fixo sobre a superfície da Terra (referencial B), onde estão os dois duelistas (B1 e B2), nota que ambos, separados um do outro pela distância \( x_{B_1} - x_{B_2} = D \), atiram ao mesmo tempo. Nessa situação, segundo a teoria da relatividade especial, para um observador movendo-se com velocidade vA com relação à superfície da Terra, os dois duelistas teriam atirado com uma diferença de tempo cujo módulo é dado por\( \Delta t_A = \dfrac{\gamma v_A D}{c^2} \), que indica que a noção de simultaneidade depende do estado de movimento do observador.
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As concepções de como o mundo é — se há um vazio (vácuo) ou se todos os fenômenos se dão em um plenum, se as coisas estão constituídas de átomos ou não — não são as únicas a mudar ao longo da história. As concepções sobre o que são tempo e espaço também mudaram bastante. Mais recentemente, no início do século XX, a teoria da relatividade restrita veio modificar, de maneira ainda mais profunda, o que se deve considerar como espaço, tempo e suas relações.
Segundo Galileu, Newton e alguns outros cientistas, um ao observador A que está em movimento com velocidade vA com relação a um observador B, parado com relação ao solo, teria sua posição xA e seu tempo tA , com relação à posição xB e ao tempo tB de B, dados por
I) \( x_A = x_B + v_At_A;t_A = t_B \)
Entretanto, segundo a teoria da relatividade especial, essa
relação deveria ser dada por
II) \( x_A = \gamma (x_B + v_At_B); t_A = \gamma (t_B + \dfrac{v_Ax_B}{c^2}) \) em que \( \gamma = \dfrac{1}{\sqrt{1-\dfrac{v^2A}{c^2}}} \) é a velocidade da luz..
A partir das informações acima, julgue o item seguinte.
As expressões I e II indicam que o tempo, na física de Galileu e Newton, é uma grandeza absoluta, ao passo que, na teoria da relatividade especial, é uma grandeza relativa ao estado de movimento do observador.
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