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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
O Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (SIASS) foi instituído pelo Decreto nº 6.833/2009 e tem por objetivo coordenar e integrar ações e programas voltados ao estado de saúde do servidor. Para os fins desse Decreto, considera-se promoção, prevenção e acompanhamento da saúde as:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
A Portaria nº 1.823/2012, institui a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora que:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
O Anexo nº 1 da Norma Regulamentadora nº 15, descreve os Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente e os tempos de exposição permitidos aos trabalhadores. Qual o tempo máximo de exposição diária permissível para um trabalhador exposto, sem proteção adequada, a um nível de ruído contínuo de 100 dB(A)?
|
NÍVEL DE |
MÁXIMA EXPOSIÇÃO DIÁRIA |
| 85 |
8 horas |
| 86 |
7 horas |
| 87 |
6 horas |
| 90 |
4 horas |
| 100 | X |
| 115 |
7 minutos |
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
O Anexo nº 14 da Norma Regulamentadora nº 15 define a relação das atividades que envolvem agentes biológicos cuja insalubridade é caracterizada pela avaliação qualitativa. Determina insalubridade de grau médio os trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infectocontagiante em:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI
A Orientação Normativa nº 4/2017, estabelece orientação sobre a concessão dos adicionais de insalubridade, periculosidade, irradiação ionizante e gratificação por trabalhos com raios-X ou substâncias radioativas. De acordo com seu art. 9º, em relação ao adicional de insalubridade e periculosidade, considera-se exposição habitual:
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Texto E

(DAVIS, Jim. Presente para Liz.
Tirinhas do Garfield, [s. l.: s. n.], 2013. Disponível em: http://tirinhasdogarfield.blogspot.com/2013/02/presente-para-liz.html. Acesso em: 2 fev. 2020.)
Marque a alternativa em que o verbo mantém a mesma forma escrita quando conjugado no presente do indicativo e no pretérito perfeito do indicativo.
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Texto E

(DAVIS, Jim. Presente para Liz.
Tirinhas do Garfield, [s. l.: s. n.], 2013. Disponível em: http://tirinhasdogarfield.blogspot.com/2013/02/presente-para-liz.html. Acesso em: 2 fev. 2020.)
Identifique a alternativa em que o termo sublinhado não é uma preposição (acompanhada ou não de artigo).
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Texto E

(DAVIS, Jim. Presente para Liz.
Tirinhas do Garfield, [s. l.: s. n.], 2013. Disponível em: http://tirinhasdogarfield.blogspot.com/2013/02/presente-para-liz.html. Acesso em: 2 fev. 2020.)
A afirmação do Garfield, no último quadrinho, significa que:
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Uma tese é uma tese
Sabe tese, de faculdade? Aquela que se defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.
As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte.
O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre – sempre – uma decepção. Em tese. Impossível ler uma tese de cabo a rabo.
São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspeta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós?
Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da históriaa. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.
Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecretad. O mundo para, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta.
E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois da defesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese. O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo.
Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser – tem de ser! – daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra tambémb. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290.
Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática.
Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande)c. Ou seja, uma versão para nós, pobres ignorantes que não votamos no Apud Neto.
[...]
(PRATA, Mario. Uma tese é uma tese.
Mario Prata: Site oficial, [s. l.: s. n.], 1998. Disponível em: https://marioprata.net/cronicas/uma-tese-e-uma-tese/. Acesso em: 1 fev. 2020.)
Identifique a alternativa em que o termo sublinhado é o núcleo do sujeito da frase extraída do texto de Mário Prata.
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Uma tese é uma tese
Sabe tese, de faculdade? Aquela que se defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.
As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantesa assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte.
O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantesb. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre – sempre – uma decepção. Em tese. Impossível ler uma tese de cabo a rabo.
São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspetad, sisudac e compenetrada em si mesma. E nós?
Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.
Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo para, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta.
E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois da defesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese. O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo.
Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser – tem de ser! – daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra também. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290.
Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática.
Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres ignorantes que não votamos no Apud Neto.
[...]
(PRATA, Mario. Uma tese é uma tese.
Mario Prata: Site oficial, [s. l.: s. n.], 1998. Disponível em: https://marioprata.net/cronicas/uma-tese-e-uma-tese/. Acesso em: 1 fev. 2020.)
Identifique a alternativa em que o termo extraído do texto não está definido corretamente, tendo em vista o contexto abordado por Mario Prata.
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