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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e considera:
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Com base na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, considere que um servidor da Universidade Federal de Itajubá foi nomeado para outro cargo inacumulável.
Considerando que ele tomou posse no cargo para o qual foi nomeado, é correto afirmar:
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De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988 (artigos 37 a 41), julgue as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. As funções de confiança destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento e são exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo.
II. O servidor público estável não perderá o cargo em nenhuma hipótese. Sendo o cargo extinto ou declarada a sua desnecessidade, o servidor ficará em disponibilidade.
III. É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical.
IV. É vedada a acumulação remunerada de cargos, porém, havendo compatibilidade de horários, não haverá impedimento para um cargo de professor com outro técnico ou científico.
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O Brasil, como bem sabemos, é um país de poucas letras. Durante 300 anos, foram proibidas a impressão e a circulação de livros. E nunca, em 500 e tantos anos, a educação foi assunto a merecer atenção e cuidados efetivos seja de governantes, seja de boa parte da própria sociedade.
O resultado é o baixo índice de letramento da população brasileira em geral. Um triste déficit, acumulado historicamente, de leitura e escrita. São poucos os que leem regularmente (dizem as estatísticas que não passam de 30 milhões) e menos ainda os que escrevem regularmente.
E esse perfil social é visível no ensino superior. Muito alunos, mesmo depois de doze anos de escolaridade básica, chegam à universidade sem um domínio razoável de leitura e de escrita, práticas essenciais para o fazer universitário.
Persegue-nos, portanto, o desafio de contribuir para reverter esse quadro. […]
(Fonte: FARACO, C. A. Apresentação. In: FAVERO NETTO, D. et al. (Org.). Ensinar a escrever
na universidade: perspectivas e desafios. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. p. 7).
Assinale a alternativa em que o trecho sublinhado não cumpre a mesma função do trecho destacado na frase a seguir: “Durante 300 anos, foram proibidas a impressão e a circulação de livros”.
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O Brasil, como bem sabemos, é um país de poucas letras. Durante 300 anos, foram proibidas a impressão e a circulação de livros. E nunca, em 500 e tantos anos, a educação foi assunto a merecer atenção e cuidados efetivos seja de governantes, seja de boa parte da própria sociedade.
O resultado é o baixo índice de letramento da população brasileira em geral. Um triste déficit, acumulado historicamente, de leitura e escrita. São poucos os que leem regularmente (dizem as estatísticas que não passam de 30 milhões) e menos ainda os que escrevem regularmente.
E esse perfil social é visível no ensino superior. Muito alunos, mesmo depois de doze anos de escolaridade básica, chegam à universidade sem um domínio razoável de leitura e de escrita, práticas essenciais para o fazer universitário.
Persegue-nos, portanto, o desafio de contribuir para reverter esse quadro. […]
(Fonte: FARACO, C. A. Apresentação. In: FAVERO NETTO, D. et al. (Org.). Ensinar a escrever
na universidade: perspectivas e desafios. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. p. 7).
No período “São poucos os que leem regularmente (dizem as estatísticas que não passam de 30 milhões) e menos ainda os que escrevem regularmente”, considerando o trecho colocado entre parênteses, é correto afirmar que:
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Além do contexto pandêmico, nossa época está marcada por outras duas grandes transformações: de um lado, o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas; do outro, o surgimento das mudanças climáticas e de uma profunda crise ecológica, ambas provocadas, além de pelo impacto de nosso modelo de desenvolvimento, pela nossa concepção antropocêntrica, a qual, no curso da história ocidental, concebeu o humano como uma entidade isolada e separada do mundo circundante.
Da economia à política, das nossas relações sociais ao imaginário coletivo, não existe âmbito ou setor de nossa sociedade que não esteja interessado nessas duas transformações paradigmáticas e que não esteja passando por um processo qualitativo de alteração causado por elas.
O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa. A difusão de plataformas digitais e redes de interação entre humanos, softwares, algoritmos, dados, superfícies e objetos conectados contribuiu para a criação de um novo tipo de ecologia, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa.
(Fonte: DI FELICE, M. A cidadania digital: a crise da ideia ocidental de democracia e a
participação nas redes digitais. São Paulo: Paulus, 2020. p. 9-10)
O autor faz uso das palavras “antropocêntrica” e “sujeitocêntrica” no texto. A esse respeito, é incorreto afirmar que:
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Além do contexto pandêmico, nossa época está marcada por outras duas grandes transformações: de um lado, o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas; do outro, o surgimento das mudanças climáticas e de uma profunda crise ecológica, ambas provocadas, além de pelo impacto de nosso modelo de desenvolvimento, pela nossa concepção antropocêntrica, a qual, no curso da história ocidental, concebeu o humano como uma entidade isolada e separada do mundo circundante.
Da economia à política, das nossas relações sociais ao imaginário coletivo, não existe âmbito ou setor de nossa sociedade que não esteja interessado nessas duas transformações paradigmáticas e que não esteja passando por um processo qualitativo de alteração causado por elas.
O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa. A difusão de plataformas digitais e redes de interação entre humanos, softwares, algoritmos, dados, superfícies e objetos conectados contribuiu para a criação de um novo tipo de ecologia, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa.
(Fonte: DI FELICE, M. A cidadania digital: a crise da ideia ocidental de democracia e a
participação nas redes digitais. São Paulo: Paulus, 2020. p. 9-10)
Sobre a concordância verbal feita no período “O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa”, é correto afirmar que a forma verbal “mudou”:
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Além do contexto pandêmico, nossa época está marcada por outras duas grandes transformações: de um lado, o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas; do outro, o surgimento das mudanças climáticas e de uma profunda crise ecológica, ambas provocadas, além de pelo impacto de nosso modelo de desenvolvimento, pela nossa concepção antropocêntrica, a qual, no curso da história ocidental, concebeu o humano como uma entidade isolada e separada do mundo circundante.
Da economia à política, das nossas relações sociais ao imaginário coletivo, não existe âmbito ou setor de nossa sociedade que não esteja interessado nessas duas transformações paradigmáticas e que não esteja passando por um processo qualitativo de alteração causado por elas.
O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa. A difusão de plataformas digitais e redes de interação entre humanos, softwares, algoritmos, dados, superfícies e objetos conectados contribuiu para a criação de um novo tipo de ecologia, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa.
(Fonte: DI FELICE, M. A cidadania digital: a crise da ideia ocidental de democracia e a
participação nas redes digitais. São Paulo: Paulus, 2020. p. 9-10)
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
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Na tirinha, o emprego do acento grave foi feito conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Assinale a alternativa em que o acento grave foi empregado incorretamente:
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Habilidades para o teletrabalho em casa
A pandemia da COVID-19 provocou uma grande transformação no mundo do trabalho e no cotidiano das pessoas em muitos países. [...] Além da adaptação brusca às medidas de isolamento preconizadas pela crise sanitária mundial instaurada em março de 2020, o teletrabalho emergencial introduziu novos desafios e demandas de trabalho, requerendo o desenvolvimento de habilidades para equilibrar tarefas laborais e domésticas, bem como utilizar tecnologias digitais requeridas pela modalidade (Losekann & Mourão, 2020). [...]
Além de equilibrar essas responsabilidades, teletrabalhadores devem demonstrar habilidades relacionadas à autonomia, autodisciplina, automotivação e autogerenciamento, que são capacidades autorregulatórias que auxiliam na manutenção de atenção e concentração nas atividades em andamento. A autodisciplina, por exemplo, foi indicada como uma característica individual diferencial para se beneficiar do teletrabalho (Wang et al., 2021).
Desses profissionais serão também demandadas cotas mais altas para tomar decisões sobre a organização e o planejamento do trabalho e, consequentemente, para cumprir metas; administrar o tempo dedicado às tarefas; estabelecer intervalos (limites entre trabalho e não trabalho); e desenvolver habilidades de comunicação (trabalhador com membros da sua família e com colegas de trabalho). [...]
Além disso, muitos trabalhadores tiveram que aprender habilidades técnicas, que dizem respeito ao domínio dos recursos tecnológicos e digitais (e.g., celulares, sistemas operacionais, aplicativos de mensagens e plataformas para videoconferências) demandados pela modalidade on-line, também necessárias para a execução, a contento, das atividades laborais.
(Fonte: Adaptado de ABBAD, Gardenia da Silva et al. Habilidades para teletrabalho em casa:
construção e evidências de validade da escala. Revista Psicologia Organizações e Trabalho,
v. 21, n. 3, p. 1655-1664, 2021).
Observe o excerto do texto C: “Além disso, muitos trabalhadores tiveram que aprender habilidades técnicas, que dizem respeito ao domínio dos recursos tecnológicos e digitais (e.g., celulares, sistemas operacionais, aplicativos de mensagens e plataformas para videoconferências) demandados pela modalidade on-line, também necessárias para a execução, a contento, das atividades laborais”.
“A contento” pode ser substituído, sem modificação semântica, por:
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