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Na tirinha, o emprego do acento grave foi feito conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Assinale a alternativa em que o acento grave foi empregado incorretamente:
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Habilidades para o teletrabalho em casa
A pandemia da COVID-19 provocou uma grande transformação no mundo do trabalho e no cotidiano das pessoas em muitos países. [...] Além da adaptação brusca às medidas de isolamento preconizadas pela crise sanitária mundial instaurada em março de 2020, o teletrabalho emergencial introduziu novos desafios e demandas de trabalho, requerendo o desenvolvimento de habilidades para equilibrar tarefas laborais e domésticas, bem como utilizar tecnologias digitais requeridas pela modalidade (Losekann & Mourão, 2020). [...]
Além de equilibrar essas responsabilidades, teletrabalhadores devem demonstrar habilidades relacionadas à autonomia, autodisciplina, automotivação e autogerenciamento, que são capacidades autorregulatórias que auxiliam na manutenção de atenção e concentração nas atividades em andamento. A autodisciplina, por exemplo, foi indicada como uma característica individual diferencial para se beneficiar do teletrabalho (Wang et al., 2021).
Desses profissionais serão também demandadas cotas mais altas para tomar decisões sobre a organização e o planejamento do trabalho e, consequentemente, para cumprir metas; administrar o tempo dedicado às tarefas; estabelecer intervalos (limites entre trabalho e não trabalho); e desenvolver habilidades de comunicação (trabalhador com membros da sua família e com colegas de trabalho). [...]
Além disso, muitos trabalhadores tiveram que aprender habilidades técnicas, que dizem respeito ao domínio dos recursos tecnológicos e digitais (e.g., celulares, sistemas operacionais, aplicativos de mensagens e plataformas para videoconferências) demandados pela modalidade on-line, também necessárias para a execução, a contento, das atividades laborais.
(Fonte: Adaptado de ABBAD, Gardenia da Silva et al. Habilidades para teletrabalho em casa:
construção e evidências de validade da escala. Revista Psicologia Organizações e Trabalho,
v. 21, n. 3, p. 1655-1664, 2021).
Observe o excerto do texto C: “Além disso, muitos trabalhadores tiveram que aprender habilidades técnicas, que dizem respeito ao domínio dos recursos tecnológicos e digitais (e.g., celulares, sistemas operacionais, aplicativos de mensagens e plataformas para videoconferências) demandados pela modalidade on-line, também necessárias para a execução, a contento, das atividades laborais”.
“A contento” pode ser substituído, sem modificação semântica, por:
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Memorando 158/2021 – DTR
Título: Convite para participação em curso de capacitação de servidores docentes – Tecnologias digitais para ensino em cursos remotos
Data do Documento: 26/09/2021
Unidade de Origem: Diretoria de Treinamentos
Prezados Docentes,
A Diretoria de Treinamentos realizou, no período de abril a junho de 2021, uma pesquisa de levantamento de necessidades de treinamento de docentes para o desempenho das atividades de ensino remoto. Participaram da pesquisa 825 docentes, dentre os 1.230 atualmente em exercício no campus da universidade. Com base nos dados dessa pesquisa, a Diretoria de Treinamentos constatou a urgente necessidade de capacitação dos docentes quanto ao uso de “Tecnologias digitais para ensino em cursos remotos”.
Sendo assim, foi elaborado um planejamento dessa ação educacional e, conforme documentos anexos a este memorando, foram propostas, no cronograma, três opções de turmas para oferta das atividades. O curso será ministrado, de forma presencial, por dois professores do Instituto Educacional Desenvolve.
Gentileza informarem, na secretaria do Instituto a que pertencem, de qual das três turmas desejam participar.
Prazo: até 17.10.2021.
Estamos à disposição para responder a eventuais dúvidas.
Atenciosamente,
Patrick Gomes Cintra e equipe.
Diretoria de Treinamentos
(Texto simulado)
Gêneros textuais como memorando e ata são comumente veiculados no contexto de trabalho.
A eficácia da comunicação por meio desses textos evita o retrabalho na rotina profissional.
Considerando as diversas possibilidades de escrita, o vocabulário e outros recursos disponíveis na língua portuguesa, assinale a alternativa que aponta uma prática de escrita adequada para a produção de textos como memorando e atas, com objetividade e clareza.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão adequadas à ortografia oficial da Língua Portuguesa:
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Considerando a leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que:
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(Fonte: NADÓLSKIS, H. Comunicação redacional atualizada. 1 1. ed. rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2009)
A imagem apresenta a ata de uma reunião. Sobre esse gênero textual, é correto afirmar que se trata de:
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Dá para escapar da pseudociência?
[…]
Há tempos as pessoas são inundadas por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço. Hoje, basta entrar na internet ou ligar a televisão e o rádio. A grande maioria desses milagres cotidianos está vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, depoimentos de “renomados” pesquisadores, utilização em grandes universidades. Todos casos típicos do que se costuma definir como “pseudociência” – crenças que reivindicam, de modo legítimo, o mesmo grau de confiabilidade das ciências. […] Muitas vezes envoltas em uma aura afável, de curiosidade inócua, pseudociências podem prejudicar, de modo perverso, a vida de todos e também do planeta.
O perigo se revela, por exemplo, quando indústrias ou setores da sociedade – por motivos religiosos, políticos ou econômicos – articulam-se para tirar proveito tanto de informações equivocadas que parte da população tem acerca de como a ciência é feita quanto do grande nível de desinformação presente no meio virtual. Além disso, nos últimos anos, as redes sociais e os aplicativos de mensagens como o WhatsApp potencializaram os males da pseudociência em dimensões assustadoras. No embalo das fake news, os embustes ganharam força na voz de influenciadores de toda sorte, de ocupantes de altos cargos públicos a cidadãos com milhões de seguidores e zero lastro técnico, educacional ou algo que o valha. […]
Ao contrário da ciência, as pseudociências não têm compromisso com a realidade, elas se moldam com facilidade às preferências do público e ao espírito dos tempos. Isso as torna atraentes. Escapar dessa atração pode não ser fácil, mas é cada vez mais necessário. Em uma sociedade em que a ciência e a tecnologia assumem um protagonismo cada vez maior, a cultura científica é um fator crucial para a tomada de decisões que certamente afetarão nosso bem-estar social, como indivíduos e como sociedade. Para tomar decisões conscientes e independentes é fundamental conhecer um pouco sobre ciência e seu funcionamento, e como essas decisões podem afetar nossas vidas e a das futuras gerações.
(Fonte: KNOBEL, M. A ilusão da lua: ideias para decifrar o mundo por meio da ciência e
combater o negacionismo. São Paulo: Contexto, 2021. p. 127-135 – adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego de dois-pontos segue o mesmo princípio do emprego feito no período: “A grande maioria desses milagres cotidianos está vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, depoimentos de ‘renomados’ pesquisadores, utilização em grandes universidades”.
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Dá para escapar da pseudociência?
[…]
Há tempos as pessoas são inundadas por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço. Hoje, basta entrar na internet ou ligar a televisão e o rádio. A grande maioria desses milagres cotidianos está vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, depoimentos de “renomados” pesquisadores, utilização em grandes universidades. Todos casos típicos do que se costuma definir como “pseudociência” – crenças que reivindicam, de modo legítimo, o mesmo grau de confiabilidade das ciências. […] Muitas vezes envoltas em uma aura afável, de curiosidade inócua, pseudociências podem prejudicar, de modo perverso, a vida de todos e também do planeta.
O perigo se revela, por exemplo, quando indústrias ou setores da sociedade – por motivos religiosos, políticos ou econômicos – articulam-se para tirar proveito tanto de informações equivocadas que parte da população tem acerca de como a ciência é feita quanto do grande nível de desinformação presente no meio virtual. Além disso, nos últimos anos, as redes sociais e os aplicativos de mensagens como o WhatsApp potencializaram os males da pseudociência em dimensões assustadoras. No embalo das fake news, os embustes ganharam força na voz de influenciadores de toda sorte, de ocupantes de altos cargos públicos a cidadãos com milhões de seguidores e zero lastro técnico, educacional ou algo que o valha. […]
Ao contrário da ciência, as pseudociências não têm compromisso com a realidade, elas se moldam com facilidade às preferências do público e ao espírito dos tempos. Isso as torna atraentes. Escapar dessa atração pode não ser fácil, mas é cada vez mais necessário. Em uma sociedade em que a ciência e a tecnologia assumem um protagonismo cada vez maior, a cultura científica é um fator crucial para a tomada de decisões que certamente afetarão nosso bem-estar social, como indivíduos e como sociedade. Para tomar decisões conscientes e independentes é fundamental conhecer um pouco sobre ciência e seu funcionamento, e como essas decisões podem afetar nossas vidas e a das futuras gerações.
(Fonte: KNOBEL, M. A ilusão da lua: ideias para decifrar o mundo por meio da ciência e
combater o negacionismo. São Paulo: Contexto, 2021. p. 127-135 – adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego do verbo “haver” segue o mesmo princípio do emprego feito no período: “Há tempos as pessoas são inundadas por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço”.
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Dá para escapar da pseudociência?
[…]
Há tempos as pessoas são inundadas por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço. Hoje, basta entrar na internet ou ligar a televisão e o rádio. A grande maioria desses milagres cotidianos está vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, depoimentos de “renomados” pesquisadores, utilização em grandes universidades. Todos casos típicos do que se costuma definir como “pseudociência” – crenças que reivindicam, de modo legítimo, o mesmo grau de confiabilidade das ciências. […] Muitas vezes envoltas em uma aura afável, de curiosidade inócua, pseudociências podem prejudicar, de modo perverso, a vida de todos e também do planeta.
O perigo se revela, por exemplo, quando indústrias ou setores da sociedade – por motivos religiosos, políticos ou econômicos – articulam-se para tirar proveito tanto de informações equivocadas que parte da população tem acerca de como a ciência é feita quanto do grande nível de desinformação presente no meio virtual. Além disso, nos últimos anos, as redes sociais e os aplicativos de mensagens como o WhatsApp potencializaram os males da pseudociência em dimensões assustadoras. No embalo das fake news, os embustes ganharam força na voz de influenciadores de toda sorte, de ocupantes de altos cargos públicos a cidadãos com milhões de seguidores e zero lastro técnico, educacional ou algo que o valha. […]
Ao contrário da ciência, as pseudociências não têm compromisso com a realidade, elas se moldam com facilidade às preferências do público e ao espírito dos tempos. Isso as torna atraentes. Escapar dessa atração pode não ser fácil, mas é cada vez mais necessário. Em uma sociedade em que a ciência e a tecnologia assumem um protagonismo cada vez maior, a cultura científica é um fator crucial para a tomada de decisões que certamente afetarão nosso bem-estar social, como indivíduos e como sociedade. Para tomar decisões conscientes e independentes é fundamental conhecer um pouco sobre ciência e seu funcionamento, e como essas decisões podem afetar nossas vidas e a das futuras gerações.
(Fonte: KNOBEL, M. A ilusão da lua: ideias para decifrar o mundo por meio da ciência e
combater o negacionismo. São Paulo: Contexto, 2021. p. 127-135 – adaptado)
Sobre o texto, é correto afirmar que:
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Dá para escapar da pseudociência?
[…]
Há tempos as pessoas são inundadas por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço. Hoje, basta entrar na internet ou ligar a televisão e o rádio. A grande maioria desses milagres cotidianos está vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, depoimentos de “renomados” pesquisadores, utilização em grandes universidades. Todos casos típicos do que se costuma definir como “pseudociência” – crenças que reivindicam, de modo legítimo, o mesmo grau de confiabilidade das ciências. […] Muitas vezes envoltas em uma aura afável, de curiosidade inócua, pseudociências podem prejudicar, de modo perverso, a vida de todos e também do planeta.
O perigo se revela, por exemplo, quando indústrias ou setores da sociedade – por motivos religiosos, políticos ou econômicos – articulam-se para tirar proveito tanto de informações equivocadas que parte da população tem acerca de como a ciência é feita quanto do grande nível de desinformação presente no meio virtual. Além disso, nos últimos anos, as redes sociais e os aplicativos de mensagens como o WhatsApp potencializaram os males da pseudociência em dimensões assustadoras. No embalo das fake news, os embustes ganharam força na voz de influenciadores de toda sorte, de ocupantes de altos cargos públicos a cidadãos com milhões de seguidores e zero lastro técnico, educacional ou algo que o valha. […]
Ao contrário da ciência, as pseudociências não têm compromisso com a realidade, elas se moldam com facilidade às preferências do público e ao espírito dos tempos. Isso as torna atraentes. Escapar dessa atração pode não ser fácil, mas é cada vez mais necessário. Em uma sociedade em que a ciência e a tecnologia assumem um protagonismo cada vez maior, a cultura científica é um fator crucial para a tomada de decisões que certamente afetarão nosso bem-estar social, como indivíduos e como sociedade. Para tomar decisões conscientes e independentes é fundamental conhecer um pouco sobre ciência e seu funcionamento, e como essas decisões podem afetar nossas vidas e a das futuras gerações.
(Fonte: KNOBEL, M. A ilusão da lua: ideias para decifrar o mundo por meio da ciência e
combater o negacionismo. São Paulo: Contexto, 2021. p. 127-135 – adaptado)
O autor utiliza as palavras “afável”, “inócua”, “embuste” e “lastro” nos seguintes períodos:
“Muitas vezes envoltas em uma aura afável, de curiosidade inócua, pseudociências podem prejudicar, de modo perverso, a vida de todos e também do planeta.”
“No embalo das fake news, os embustes ganharam força na voz de influenciadores de toda sorte, de ocupantes de altos cargos públicos a cidadãos com milhões de seguidores e zero lastro técnico, educacional ou algo que o valha.”
Assinale a alternativa que apresenta quatro sinônimos adequados para substituir essas palavras no texto, seguindo a mesma ordem em que elas aparecem.
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