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Em relação à Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, conhecida como Lei de Acesso à Informação (LAI), considere as afirmativas e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I - Qualquer interessado poderá apresentar pedido de acesso a informações aos órgãos e entidades referidos nesta Lei, por qualquer meio legítimo, devendo o pedido conter a identificação do requerente e a especificação da informação requerida.
II - O serviço de busca e de fornecimento de informação é gratuito.
III - Quando se tratar de acesso à informação contida em documento cuja manipulação possa prejudicar sua integridade, deverá ser oferecida a consulta de cópia, com certificação de que esta confere com o original.
IV - Quando se tratar de acesso à informação contida em documento cuja manipulação possa prejudicar sua integridade, esta não deverá ser oferecida.
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A área específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal indica, de acordo com a Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, o conceito de:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
O Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e considera:
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Com base na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, considere que um servidor da Universidade Federal de Itajubá foi nomeado para outro cargo inacumulável.
Considerando que ele tomou posse no cargo para o qual foi nomeado, é correto afirmar:
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De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988 (artigos 37 a 41), julgue as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. As funções de confiança destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento e são exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo.
II. O servidor público estável não perderá o cargo em nenhuma hipótese. Sendo o cargo extinto ou declarada a sua desnecessidade, o servidor ficará em disponibilidade.
III. É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical.
IV. É vedada a acumulação remunerada de cargos, porém, havendo compatibilidade de horários, não haverá impedimento para um cargo de professor com outro técnico ou científico.
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O Brasil, como bem sabemos, é um país de poucas letras. Durante 300 anos, foram proibidas a impressão e a circulação de livros. E nunca, em 500 e tantos anos, a educação foi assunto a merecer atenção e cuidados efetivos seja de governantes, seja de boa parte da própria sociedade.
O resultado é o baixo índice de letramento da população brasileira em geral. Um triste déficit, acumulado historicamente, de leitura e escrita. São poucos os que leem regularmente (dizem as estatísticas que não passam de 30 milhões) e menos ainda os que escrevem regularmente.
E esse perfil social é visível no ensino superior. Muito alunos, mesmo depois de doze anos de escolaridade básica, chegam à universidade sem um domínio razoável de leitura e de escrita, práticas essenciais para o fazer universitário.
Persegue-nos, portanto, o desafio de contribuir para reverter esse quadro. […]
(Fonte: FARACO, C. A. Apresentação. In: FAVERO NETTO, D. et al. (Org.). Ensinar a escrever
na universidade: perspectivas e desafios. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. p. 7).
Assinale a alternativa em que o trecho sublinhado não cumpre a mesma função do trecho destacado na frase a seguir: “Durante 300 anos, foram proibidas a impressão e a circulação de livros”.
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O Brasil, como bem sabemos, é um país de poucas letras. Durante 300 anos, foram proibidas a impressão e a circulação de livros. E nunca, em 500 e tantos anos, a educação foi assunto a merecer atenção e cuidados efetivos seja de governantes, seja de boa parte da própria sociedade.
O resultado é o baixo índice de letramento da população brasileira em geral. Um triste déficit, acumulado historicamente, de leitura e escrita. São poucos os que leem regularmente (dizem as estatísticas que não passam de 30 milhões) e menos ainda os que escrevem regularmente.
E esse perfil social é visível no ensino superior. Muito alunos, mesmo depois de doze anos de escolaridade básica, chegam à universidade sem um domínio razoável de leitura e de escrita, práticas essenciais para o fazer universitário.
Persegue-nos, portanto, o desafio de contribuir para reverter esse quadro. […]
(Fonte: FARACO, C. A. Apresentação. In: FAVERO NETTO, D. et al. (Org.). Ensinar a escrever
na universidade: perspectivas e desafios. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. p. 7).
No período “São poucos os que leem regularmente (dizem as estatísticas que não passam de 30 milhões) e menos ainda os que escrevem regularmente”, considerando o trecho colocado entre parênteses, é correto afirmar que:
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Além do contexto pandêmico, nossa época está marcada por outras duas grandes transformações: de um lado, o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas; do outro, o surgimento das mudanças climáticas e de uma profunda crise ecológica, ambas provocadas, além de pelo impacto de nosso modelo de desenvolvimento, pela nossa concepção antropocêntrica, a qual, no curso da história ocidental, concebeu o humano como uma entidade isolada e separada do mundo circundante.
Da economia à política, das nossas relações sociais ao imaginário coletivo, não existe âmbito ou setor de nossa sociedade que não esteja interessado nessas duas transformações paradigmáticas e que não esteja passando por um processo qualitativo de alteração causado por elas.
O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa. A difusão de plataformas digitais e redes de interação entre humanos, softwares, algoritmos, dados, superfícies e objetos conectados contribuiu para a criação de um novo tipo de ecologia, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa.
(Fonte: DI FELICE, M. A cidadania digital: a crise da ideia ocidental de democracia e a
participação nas redes digitais. São Paulo: Paulus, 2020. p. 9-10)
O autor faz uso das palavras “antropocêntrica” e “sujeitocêntrica” no texto. A esse respeito, é incorreto afirmar que:
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Além do contexto pandêmico, nossa época está marcada por outras duas grandes transformações: de um lado, o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas; do outro, o surgimento das mudanças climáticas e de uma profunda crise ecológica, ambas provocadas, além de pelo impacto de nosso modelo de desenvolvimento, pela nossa concepção antropocêntrica, a qual, no curso da história ocidental, concebeu o humano como uma entidade isolada e separada do mundo circundante.
Da economia à política, das nossas relações sociais ao imaginário coletivo, não existe âmbito ou setor de nossa sociedade que não esteja interessado nessas duas transformações paradigmáticas e que não esteja passando por um processo qualitativo de alteração causado por elas.
O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa. A difusão de plataformas digitais e redes de interação entre humanos, softwares, algoritmos, dados, superfícies e objetos conectados contribuiu para a criação de um novo tipo de ecologia, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa.
(Fonte: DI FELICE, M. A cidadania digital: a crise da ideia ocidental de democracia e a
participação nas redes digitais. São Paulo: Paulus, 2020. p. 9-10)
Sobre a concordância verbal feita no período “O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa”, é correto afirmar que a forma verbal “mudou”:
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Além do contexto pandêmico, nossa época está marcada por outras duas grandes transformações: de um lado, o advento das redes digitais de interação, das redes neurais e das formas de inteligência automatizadas conectivas; do outro, o surgimento das mudanças climáticas e de uma profunda crise ecológica, ambas provocadas, além de pelo impacto de nosso modelo de desenvolvimento, pela nossa concepção antropocêntrica, a qual, no curso da história ocidental, concebeu o humano como uma entidade isolada e separada do mundo circundante.
Da economia à política, das nossas relações sociais ao imaginário coletivo, não existe âmbito ou setor de nossa sociedade que não esteja interessado nessas duas transformações paradigmáticas e que não esteja passando por um processo qualitativo de alteração causado por elas.
O advento das tecnologias conectivas e das arquiteturas digitais de interação, compostas por redes de dados e por diferentes tipos de inteligência, mudou para sempre nossa condição habitativa. A difusão de plataformas digitais e redes de interação entre humanos, softwares, algoritmos, dados, superfícies e objetos conectados contribuiu para a criação de um novo tipo de ecologia, que não é mais sujeitocêntrica, mas reticular e interativa.
(Fonte: DI FELICE, M. A cidadania digital: a crise da ideia ocidental de democracia e a
participação nas redes digitais. São Paulo: Paulus, 2020. p. 9-10)
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
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