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A propósito dos direitos e vantagens constantes do Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União (Lei 8.112/90), é correto afirmar:
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Conforme a Lei n. 8.112/90, é correto asseverar que:
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Em consonância com o disposto na Lei n. 8.112/90 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União), é correto afiançar:
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São formas de provimento de cargo público, que estão em conformidade com o texto vigente da Lei n. 8.112/90:
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A respeito do Decreto n. 5.378/2005, que instituiu o Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização, no âmbito do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, é correto afirmar:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA
No que tange aos conceitos previstos no Decreto n. 5.825, de 29 de junho de 2006, é correto afirmar:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFPA
Orgão: UNIFESSPA
No que tange ao conteúdo da Lei 11.091, de 12 de janeiro de 2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, é correto afirmar:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Com base no que dispõe o Código de Ética Profissional do servidor público civil do poder executivo federal, é correto afirmar:
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Leia o texto Carta a Lupicínio, de Xico Sá, para responder à questão.
Carta a Lupicínio
Amigo torcedor, amigo secador, até a pé nós iremos a qualquer botequim ou taverna do rincão gaúcho celebrar este ano o centenário do gênio gremista Lupicínio Rodrigues, o autor de um dos mais belos hinos de clubes do país. Até a pé nós iremos, mesmo com todas as dores de cotovelo do mundo, mesmo estropiado como um romeiro do amor e da sorteA).
Bem lembrou (...) o querido Luís Fernando Vianna que o preto Lupicínio cantaria, a essa altura, para a geral tricolor, “esses moços, pobres moços, ah, se soubessem o que eu sei!” Cantaria mesmo. E bonito. Um brinde ao homem dos nervos de aço.
Sim, caro Lupicínio, tu me ensinaste a gastar o cotovelo da espera na fórmica dos balcões dos sofredores. Aliás, a cada pé-na-bunda sempre acho que tu chegarás no boteco e me darás bons conselhos, só vingança, vingança, vingança aos deuses clamarB). Mais um brinde, amigo, como te amo.
O que tu achas, meu caro, dessa minha pobre tese crônica: para quem ainda confunde racismo – atacar alguém covardemente pela cor da sua pele – com xingamento de varejo, sugiro, à guisa de criatividade, que leve a campo o “Dicionário do Palavrão e Termos Afins”, do pesquisador e folclorista pernambucano Mário Souto Maior, o Aurélio dos lexicógrafos da bela esculhambação à brasileira.
Souto Maior, vivo fosse, faria agora um brinde conosco. Que tu procures ele aí nesse mundo do qual eu não tenho a menor das certezas. Caro Lupi, nesse livro, o fanático encontrará 3.500 palavrões que valem do goleiro ao ponta esquerda, do técnico ao juiz daquele Flamengo x Coritiba. Somos tão ricos em matéria de tirar onda, por que a injúria racial, minha gente?C) Sob qualquer aspecto, não carece. Pronto.
Tudo bem que não somos tão criativos quanto os alemães em matéria de xingamentos. O dicionário do mesmo gênero, naquele país supostamente reservado, possui quase dez mil verbetes. Eles também nos batem de 7x1 em matéria de sacanagem. Minha fonte é boa: Gilberto Freyre, o homem do “Casa Grande & Senzala”, o mesmo que sugeriu a Souto Maior, a tal pesquisa nos trópicos.
Temos xingamentos demais, de qualquer forma. Que diversidade, incluindo os regionalismos, como “fi de rapariga”, por exemplo, clássico nordestino, o meu preferido. Este vale para o juiz, sobremaneira. No sul também não deve faltar palavrões para desopilar o juízoD).
A Ponte Preta e o Inter, macaca e macaco, respectivamente, quando assumiram tais epítetos, responderam politicamente ao preconceito. Uma maneira de dizer do orgulho da torcida negra. Em nada autorizaram o ma-ca-co ou “preto fedido” e ditos malditos para humilhar quem quer que seja. Dentro ou fora do gramado, nobilíssimo LupicínioE).
Sei que o amigo deves estar triste com os acontecimentos, mas também sei que o amigo és sábio para entender o exemplo. Até a pé nos iremos, com teu espírito, para dizer paz na terra aos homens de boa vontade.
Xico Sá
Folha de São Paulo, 6 de setembro de 2014
Existe relação de oposição entre ideias nos enunciados do trecho
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Leia o texto Carta a Lupicínio, de Xico Sá, para responder à questão.
Carta a Lupicínio
Amigo torcedor, amigo secador, até a pé nós iremos a qualquer botequim ou taverna do rincão gaúcho celebrar este ano o centenário do gênio gremista Lupicínio Rodrigues, o autor de um dos mais belos hinos de clubes do país. Até a pé nós iremos, mesmo com todas as dores de cotovelo do mundo, mesmo estropiado como um romeiro do amor e da sorte.
Bem lembrou (...) o querido Luís Fernando Vianna que o preto Lupicínio cantaria, a essa altura, para a geral tricolor, “esses moços, pobres moços, ah, se soubessem o que eu sei!” Cantaria mesmo. E bonito. Um brinde ao homem dos nervos de aço.
Sim, caro Lupicínio, tu me ensinaste a gastar o cotovelo da espera na fórmica dos balcões dos sofredores. Aliás, a cada pé-na-bunda sempre acho que tu chegarás no boteco e me darás bons conselhos, só vingança, vingança, vingança aos deuses clamar. Mais um brinde, amigo, como te amo.
O que tu achas, meu caro, dessa minha pobre tese crônica: para quem ainda confunde racismo – atacar alguém covardemente pela cor da sua pele – com xingamento de varejo, sugiro, à guisa de criatividade, que leve a campo o “Dicionário do Palavrão e Termos Afins”, do pesquisador e folclorista pernambucano Mário Souto Maior, o Aurélio dos lexicógrafos da bela esculhambação à brasileira.
Souto Maior, vivo fosse, faria agora um brinde conosco. Que tu procures ele aí nesse mundo do qual eu não tenho a menor das certezasA). Caro Lupi, nesse livro, o fanático encontrará 3.500 palavrões que valem do goleiro ao ponta esquerda, do técnico ao juiz daquele Flamengo x Coritiba. Somos tão ricos em matéria de tirar onda, por que a injúria racial, minha gente?B) Sob qualquer aspecto, não carece. Pronto.
Tudo bem que não somos tão criativos quanto os alemães em matéria de xingamentos. O dicionário do mesmo gênero, naquele país supostamente reservado, possui quase dez mil verbetes. Eles também nos batem de 7x1 em matéria de sacanagem. Minha fonte é boa: Gilberto Freyre, o homem do “Casa Grande & Senzala”, o mesmo que sugeriu a Souto Maior, a tal pesquisa nos trópicos.
Temos xingamentos demais, de qualquer forma. Que diversidade, incluindo os regionalismos, como “fi de rapariga”, por exemplo, clássico nordestino, o meu preferido. Este vale para o juiz, sobremaneira. No sul também não deve faltar palavrões para desopilar o juízoC).
A Ponte Preta e o Inter, macaca e macaco, respectivamente, quando assumiram tais epítetos, responderam politicamente ao preconceito. Uma maneira de dizer do orgulho da torcida negra. Em nada autorizaram o ma-ca-co ou “preto fedido” e ditos malditos para humilhar quem quer que sejaD). Dentro ou fora do gramado, nobilíssimo Lupicínio.
Sei que o amigo deves estar triste com os acontecimentos, mas também sei que o amigo és sábio para entender o exemplo. Até a pé nos iremos, com teu espírito, para dizer paz na terra aos homens de boa vontadeE).
Xico Sá
Folha de São Paulo, 6 de setembro de 2014
Xico Sá não observou a concordância verbal em
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