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As especiarias, as árvores de madeira, as espécies que
forneciam tinta ou açúcar, remédios, ou carvão, fibras, alimentos,
frutas, raízes, flores, bebidas, eram buscadas pelos mares. Esses
bens funcionavam como reserva de capital, produtos que
poderiam garantir a saúde financeira de um reino. O cultivo de
espécies úteis fora de seus habitats, a exploração das florestas
tropicais e o aperfeiçoamento das técnicas agrícolas eram antiga
obsessão dos europeus, havia três séculos convivendo com povos
da Ásia e da América.
Rosa Nepomuceno. O jardim de D. João. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2008 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Pelo texto, depreende-se que entre as obsessões dos europeus estava o cultivo de espécies úteis, nos próprios habitats.
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As especiarias, as árvores de madeira, as espécies que
forneciam tinta ou açúcar, remédios, ou carvão, fibras, alimentos,
frutas, raízes, flores, bebidas, eram buscadas pelos mares. Esses
bens funcionavam como reserva de capital, produtos que
poderiam garantir a saúde financeira de um reino. O cultivo de
espécies úteis fora de seus habitats, a exploração das florestas
tropicais e o aperfeiçoamento das técnicas agrícolas eram antiga
obsessão dos europeus, havia três séculos convivendo com povos
da Ásia e da América.
Rosa Nepomuceno. O jardim de D. João. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2008 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Infere-se do texto que os europeus buscavam desenvolver técnicas agrícolas.
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As especiarias, as árvores de madeira, as espécies que
forneciam tinta ou açúcar, remédios, ou carvão, fibras, alimentos,
frutas, raízes, flores, bebidas, eram buscadas pelos mares. Esses
bens funcionavam como reserva de capital, produtos que
poderiam garantir a saúde financeira de um reino. O cultivo de
espécies úteis fora de seus habitats, a exploração das florestas
tropicais e o aperfeiçoamento das técnicas agrícolas eram antiga
obsessão dos europeus, havia três séculos convivendo com povos
da Ásia e da América.
Rosa Nepomuceno. O jardim de D. João. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2008 (com adaptações)
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Depreende-se da leitura do texto que os recursos naturais constituíam fonte de riqueza financeira para americanos e indianos, mesmo passados três séculos de convívio com os europeus.
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O desafio é global: estima-se que 776 milhões de
adultos, ou 16% da população adulta mundial, não possuem as
habilidades básicas de leitura e escrita necessárias para sua
participação integral na sociedade, e aproximadamente dois
terços deles são mulheres. A menos que as tendências atuais
mudem, mais de 700 milhões de adultos ainda não saberão ler ou
escrever em 2015. O acesso a materiais de leitura, publicações
apropriadas e bibliotecas é inadequado, dificultando o
desenvolvimento cotidiano das habilidades de leitura e escrita das
pessoas recém-alfabetizadas ou cujas habilidades de leitura e
escrita são pouco desenvolvidas.
Koïchiro Matsuura. Alfabeto da esperança. UNESCO, 2009 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto acima, julgue os itens a seguir.
Em 2015, dois terços das mulheres adultas do planeta não possuirão a habilidade de ler e escrever.
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O desafio é global: estima-se que 776 milhões de
adultos, ou 16% da população adulta mundial, não possuem as
habilidades básicas de leitura e escrita necessárias para sua
participação integral na sociedade, e aproximadamente dois
terços deles são mulheres. A menos que as tendências atuais
mudem, mais de 700 milhões de adultos ainda não saberão ler ou
escrever em 2015. O acesso a materiais de leitura, publicações
apropriadas e bibliotecas é inadequado, dificultando o
desenvolvimento cotidiano das habilidades de leitura e escrita das
pessoas recém-alfabetizadas ou cujas habilidades de leitura e
escrita são pouco desenvolvidas.
Koïchiro Matsuura. Alfabeto da esperança. UNESCO, 2009 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto acima, julgue os itens a seguir.
Pela leitura do texto, pode-se depreender que propiciar o acesso a materiais de leitura, publicações apropriadas e bibliotecas é medida que favorece o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita.
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O desafio é global: estima-se que 776 milhões de
adultos, ou 16% da população adulta mundial, não possuem as
habilidades básicas de leitura e escrita necessárias para sua
participação integral na sociedade, e aproximadamente dois
terços deles são mulheres. A menos que as tendências atuais
mudem, mais de 700 milhões de adultos ainda não saberão ler ou
escrever em 2015. O acesso a materiais de leitura, publicações
apropriadas e bibliotecas é inadequado, dificultando o
desenvolvimento cotidiano das habilidades de leitura e escrita das
pessoas recém-alfabetizadas ou cujas habilidades de leitura e
escrita são pouco desenvolvidas.
Koïchiro Matsuura. Alfabeto da esperança. UNESCO, 2009 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto acima, julgue os itens a seguir.
O desafio global de que o autor trata é oferecer a todos as habilidades básicas de leitura e escrita.
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O desafio é global: estima-se que 776 milhões de
adultos, ou 16% da população adulta mundial, não possuem as
habilidades básicas de leitura e escrita necessárias para sua
participação integral na sociedade, e aproximadamente dois
terços deles são mulheres. A menos que as tendências atuais
mudem, mais de 700 milhões de adultos ainda não saberão ler ou
escrever em 2015. O acesso a materiais de leitura, publicações
apropriadas e bibliotecas é inadequado, dificultando o
desenvolvimento cotidiano das habilidades de leitura e escrita das
pessoas recém-alfabetizadas ou cujas habilidades de leitura e
escrita são pouco desenvolvidas.
Koïchiro Matsuura. Alfabeto da esperança. UNESCO, 2009 (com adaptações).
Acerca das ideias do texto acima, julgue os itens a seguir.
A universalização do ensino básico para 776 milhões de adultos é defendida pelo autor como sendo meta prioritária, a ser alcançada até 2015.
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Os utensílios caseiros dos brasileiros são muito
poucos, de maneira que, quando mudam de domicílios ou
saem peregrinando, a mulher tudo leva consigo, carregada
como uma mula, sempre acompanhando o marido. O
principal utensílio é a rede, que eles mesmos chamam de ini,
os lusitanos, rede, os belgas hangemach, vulgarmente
hamacca, na qual dormem, presa às traves numa e noutra
extremidade, com auxílio delas. Porém são feitas estas redes
de fios de algodão, compridas de seis ou sete pés, largas de
quatro. Também as mulheres lusitanas fabricam, com
elegância, amplas redes fiadas com várias figuras. Os tapuias
cariris fazem compridas de doze ou quatorze pés, largas de
seis ou sete, de modo que quatro homens possam deitar
juntamente nelas, como afirma Jorge MacGrav, que viveu no
Nordeste do Brasil, entre 1638 e 1644.
Luís da Câmara Cascudo. Rede de dormir: uma pesquisa etnográfica. Rio de Janeiro: Global, 2003 (com adaptações
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
Na linha 8, sem prejuízo para a compreensão do texto e para a correção gramatical, pode ser retirada a palavra “Porém”, escrevendo-se “são” com inicial maiúscula.
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Os utensílios caseiros dos brasileiros são muito
poucos, de maneira que, quando mudam de domicílios ou
saem peregrinando, a mulher tudo leva consigo, carregada
como uma mula, sempre acompanhando o marido. O
principal utensílio é a rede, que eles mesmos chamam de ini,
os lusitanos, rede, os belgas hangemach, vulgarmente
hamacca, na qual dormem, presa às traves numa e noutra
extremidade, com auxílio delas. Porém são feitas estas redes
de fios de algodão, compridas de seis ou sete pés, largas de
quatro. Também as mulheres lusitanas fabricam, com
elegância, amplas redes fiadas com várias figuras. Os tapuias
cariris fazem compridas de doze ou quatorze pés, largas de
seis ou sete, de modo que quatro homens possam deitar
juntamente nelas, como afirma Jorge MacGrav, que viveu no
Nordeste do Brasil, entre 1638 e 1644.
Luís da Câmara Cascudo. Rede de dormir: uma pesquisa etnográfica. Rio de Janeiro: Global, 2003 (com adaptações
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
A comparação é um recurso predominante no texto.
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Os utensílios caseiros dos brasileiros são muito
poucos, de maneira que, quando mudam de domicílios ou
saem peregrinando, a mulher tudo leva consigo, carregada
como uma mula, sempre acompanhando o marido. O
principal utensílio é a rede, que eles mesmos chamam de ini,
os lusitanos, rede, os belgas hangemach, vulgarmente
hamacca, na qual dormem, presa às traves numa e noutra
extremidade, com auxílio delas. Porém são feitas estas redes
de fios de algodão, compridas de seis ou sete pés, largas de
quatro. Também as mulheres lusitanas fabricam, com
elegância, amplas redes fiadas com várias figuras. Os tapuias
cariris fazem compridas de doze ou quatorze pés, largas de
seis ou sete, de modo que quatro homens possam deitar
juntamente nelas, como afirma Jorge MacGrav, que viveu no
Nordeste do Brasil, entre 1638 e 1644.
Luís da Câmara Cascudo. Rede de dormir: uma pesquisa etnográfica. Rio de Janeiro: Global, 2003 (com adaptações
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
O texto afirma que os tapuias cariris tecem redes com o dobro do comprimento das outras redes fabricadas à época.
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