Foram encontradas 120 questões.
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um argumento lógico, formado por uma ou mais premissas — que devem ser consideradas verdadeiras — e uma conclusão, a ser julgada CERTA ou ERRADA, a partir das premissas.
Lúcio visitou três detentos no presídio: Mateus, muito religioso, que sempre diz a verdade; Juca, ressentido, que sempre mente, não falando nunca a verdade; e Otávio, de poucas convicções, que ora mente, ora diz a verdade. Lúcio não conhece nenhum desses detentos, mas sabe que um deles será libertado amanhã. Em conversa com eles, Lúcio ouviu um deles dizer: “Amanhã eu saio da cadeia”. Outro complementou: “É verdade, amanhã ele sai da cadeia”. E o terceiro contestou ambos: “Sou eu que amanhã saio da cadeia!”. Conclusão: quem sairá do presídio amanhã será Mateus.
Provas
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um argumento lógico, formado por uma ou mais premissas — que devem ser consideradas verdadeiras — e uma conclusão, a ser julgada CERTA ou ERRADA, a partir das premissas.
As normas bancárias exigem que, para tomar empréstimo, o cliente apresente comprovante de renda ou declaração de imposto de renda. Com base nessas normas, determinado banco rejeitou a solicitação do cliente S em razão de a exigência não ter sido cumprida. Conclusão: o cliente S não apresentou comprovante de renda nem declaração de imposto de renda.
Provas
Em cada um dos itens a seguir, é apresentado um argumento lógico, formado por uma ou mais premissas — que devem ser consideradas verdadeiras — e uma conclusão, a ser julgada CERTA ou ERRADA, a partir das premissas.
Irene passou bom tempo olhando seus tênis, seus sapatos de salto, sua blusa e sua camiseta, tentando decidir como iria vestida para uma festa. Uma hora depois, seu irmão Pedro a viu sair de casa e afirmou que ela não foi de tênis e camiseta. Conclusão: Irene deixou os tênis e a camiseta em casa.
Provas
As cotas raciais no serviço público, medida prevista no Estatuto da Igualdade Racial, foram recentemente tema de audiência pública promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
O Estatuto da Igualdade Racial destina-se a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades e a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos, além de visar o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.
Provas
As cotas raciais no serviço público, medida prevista no Estatuto da Igualdade Racial, foram recentemente tema de audiência pública promovida pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal. Acerca desse assunto, julgue os itens a seguir.
Compete exclusivamente ao Estado definir se determinada população é ou não é negra.
Provas
À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia
de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em
cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento
acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e
reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área
essencial para o desenvolvimento do país.
Em 2006, mostram dados do Censo da Educação
Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia
receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de
calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil
— um décimo dos ingressantes.
Pela primeira vez, o número de candidatos a
engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito
(199 mil).
O preferido entre os cursos é o de administração, que,
como o de direito, confere formação generalista supostamente
útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e
professores.
O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.
Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:
engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),
mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É
desse pessoal com formação técnica apurada de que o país
carece.
O otimismo com o avanço na procura pela engenharia
arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de
fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil
obtêm seu diploma.
Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa
de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos
mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme
anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do
Brasil, para uma população seis vezes maior.
Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.
As vírgulas após “2006” (l.7) e após “2011” (l.10) são empregadas para isolar adjuntos adverbiais antepostos.
Provas
À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia
de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em
cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento
acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e
reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área
essencial para o desenvolvimento do país.
Em 2006, mostram dados do Censo da Educação
Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia
receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de
calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil
— um décimo dos ingressantes.
Pela primeira vez, o número de candidatos a
engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito
(199 mil).
O preferido entre os cursos é o de administração, que,
como o de direito, confere formação generalista supostamente
útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e
professores.
O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.
Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:
engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),
mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É
desse pessoal com formação técnica apurada de que o país
carece.
O otimismo com o avanço na procura pela engenharia
arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de
fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil
obtêm seu diploma.
Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa
de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos
mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme
anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do
Brasil, para uma população seis vezes maior.
Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.
A expressão “nessa área” (l.5) remete a “engenharia” (l.3).
Provas
À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia
de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em
cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento
acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e
reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área
essencial para o desenvolvimento do país.
Em 2006, mostram dados do Censo da Educação
Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia
receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de
calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil
— um décimo dos ingressantes.
Pela primeira vez, o número de candidatos a
engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito
(199 mil).
O preferido entre os cursos é o de administração, que,
como o de direito, confere formação generalista supostamente
útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e
professores.
O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.
Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:
engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),
mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É
desse pessoal com formação técnica apurada de que o país
carece.
O otimismo com o avanço na procura pela engenharia
arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de
fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil
obtêm seu diploma.
Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa
de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos
mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme
anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do
Brasil, para uma população seis vezes maior.
Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.
Na linha 16, a forma verbal “confere” está empregada no singular porque concorda com o antecedente “direito”.
Provas
À primeira vista, há muito a comemorar com a notícia
de que, em 2011, houve mais que o dobro de calouros em
cursos de engenharia que cinco anos antes. O aumento
acelerado mostra que os jovens brasileiros estão atentos e
reagem racionalmente à carência de profissionais nessa área
essencial para o desenvolvimento do país.
Em 2006, mostram dados do Censo da Educação
Superior do Ministério da Educação, os cursos de engenharia
receberam 95 mil novos estudantes. Eram 5% do total de
calouros. Em 2011, esse contingente havia saltado para 277 mil
— um décimo dos ingressantes.
Pela primeira vez, o número de candidatos a
engenheiros ultrapassou o de aspirantes à carreira de direito
(199 mil).
O preferido entre os cursos é o de administração, que,
como o de direito, confere formação generalista supostamente
útil em qualquer setor e cujo funcionamento só requer salas e
professores.
O caso da engenharia é, obviamente, muito diverso.
Não só exige laboratórios e bancadas como forma especialistas:
engenheiros civis (24% dos calouros), de produção (19%),
mecânicos (12%), eletricistas (11%) e assim por diante. É
desse pessoal com formação técnica apurada de que o país
carece.
O otimismo com o avanço na procura pela engenharia
arrefece quando se leva em conta que poucos desses jovens de
fato acabam por formar-se. A cada ano, apenas cerca de 45 mil
obtêm seu diploma.
Como a demanda do mercado de trabalho ronda a casa
de 70 mil novos engenheiros por ano, o déficit é de pelo menos
mil profissionais dessa área. Estima-se que a China forme
anualmente 600 mil engenheiros — treze vezes a cifra do
Brasil, para uma população seis vezes maior.
Folha de S.Paulo, 16/4/2013 (com adaptações).
Julgue os itens que se seguem, relativos às ideias e estruturas linguísticas do texto acima.
Estaria mantida a correção gramatical do período caso fosse empregado acento indicativo de crase em “a engenheiros” (l.12-13): à engenheiros.
Provas
No campo do ensino, o Brasil caminha para
universalizar o acesso à educação. A meta é ter 98% das
crianças e dos jovens de quatro a dezessete anos de idade na
escola até o ano 2022. Hoje, a taxa é de 92%.
Há deficiências, claro, em especial nas pontas do
ensino básico ― pré-escola e ensino médio. Na faixa entre
quatro e cinco anos de idade, a taxa de atendimento é de 80%;
na de quinze a dezessete anos de idade, de 83%.
No que toca à qualidade, as metas, por demais
modestas, vêm sendo cumpridas: chegar a 2022 com notas 5,5
no ensino fundamental e 5,2 no ensino médio (segundo a
metodologia IDEB).
No ramo da pesquisa científica, o país investiu, nas
últimas décadas, no aumento da quantidade de estudos.
Cientistas e instituições passaram a ser avaliados e financiados
com base na sua produtividade. Colheram-se bons resultados.
Pesquisadores brasileiros publicaram cerca de 14 mil
artigos, em 2001, nos periódicos de primeira linha. Isso pôs o
país na 17.ª posição da classificação mundial de campeões da
ciência, dominada, então, por EUA, Japão e países europeus.
Em 2011, o avanço foi visível. Foram quase 50 mil
trabalhos publicados, ou seja, 3,6 vezes a produção de dez anos
antes. Com isso, o Brasil passou a ocupar o 13.º lugar.
Folha de S.Paulo, 23/4/2013 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
A substituição de “Colheram-se” (l.16) por Foi colhido manteria a correção gramatical do período.
Provas
Caderno Container