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Em relação às osteotécnicas, a maceração dos ossos pode ser feita com a água corrente ou com certas substâncias químicas, enzimas ou insetos. Na técnica de maceração química, normalmente, utiliza-se qual substância?
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Para quadros (2004), no livro Tradutor/Intérprete de Língua Brasileira de sinais e Língua Portuguesa, o Tradutor/Intérprete é o profissional que:
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A comunicação para o gerenciamento de crises deve ser ágil, direcionada a diminuir as incertezas, atenuar as expectativas, criar padrões de entendimento, atendimento e cordialidade, a fim de que determinada instituição saia de uma crise sem grandes impactos. Partindo desse conceito analise as afirmativas.
I- A gestão de crise poderá ser feita apenas por uma assessoria jurídica, pois ela evitará que as ações da empresa sejam divulgadas para o público.
II- Em uma situação de crise, determinada instituição só poderá dar alguma informação quando for acionada pela imprensa.
III- Para a escolha de um porta-voz em uma situação de crise, deve ser levado em consideração apenas o cargo de determinado funcionário dentro de uma instituição.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Homo Sedens
Tratar o ato de sentar como uma questão culturalmente relevante pode soar como mera
brincadeira. Quem, começando a levá-la a sério, se perguntar “quanto tempo de nossas vidas
passamos sentados?” ou “quantas cadeiras há no mundo?”, por mais que consiga respostas
estatisticamente impressionantes, não terá, contudo, atingido o cerne da questão inusitada que
5 nos faz pensar nas formas assumidas pelo sedentarismo como caráter da cultura. Na contramão
do nomadismo, o sedentarismo faz parte da história de nossa civilização. Mais do que parte da
história, é uma postura que caracteriza nosso tempo presente. A maior parte de nossos gestos
corporais acaba no assento; passamos muitas horas do dia sentados, tudo, em nossas vidas,
convida-nos a sentar. Mas esse convite agradável ao descanso tem significados mais complexos:
10sentamos em casa, na rua, nas escolas, sentamo-nos diante de máquinas; sobretudo, hoje em
dia, sentamo-nos diante de telas.
Norval Baitello Junior, professor da PUC de São Paulo, escreveu, em seu livro O
pensamento sentado (Unisinos, 2012), sobre o lugar do “assento” em uma cultura sedentária. Sua
crítica vai na direção de um pensamento sentado que, para ele, seria o pensamento acomodado.
15 Recuperando a expressão alemã usada por Nietzsche para falar da “vida sedentária” – Sitzfleisch
– ele explora a tradução por “carne de assento” que, literalmente, leva à usual “bunda”. Bunda
tem um vasto alcance no Brasil. Mesmo que soe deselegante, não seria um erro considerar a
atualidade de um “pensamento-bunda”, aquele pensamento cansado que, no extremo, expressa o
que entendemos no cotidiano, no âmbito da irresponsabilidade do “bundão”.
20 O caráter “assentado” é o da “discursividade previsível e acomodada”, a que reduz o ato
de pensar em nossa época, contra sua natureza mais íntima. O “decréscimo da mobilidade” do
corpo é, segundo ele, também do pensar, cuja imprevisibilidade e capacidade de surpreender
estariam em baixa. Conhecemos essa acomodação, sabemos que ela é necessária ao poder, ao
sistema econômico e político, que esperam corpos dóceis e mentes paradas, repetindo
25 acomodadamente mais do mesmo que mantém tudo no mesmo lugar: sentado.
Pensar na reflexão aos saltos do livro de Baitello é uma atitude dinâmica, como seria o
movimento de nosso corpo, inquieto e propenso a caminhar, pular, correr e saltar. A capacidade
humana, que está ligada a todo o nosso processo de aprendizagem em relação à vida, de
explorar o entorno, é diminuída quando tudo se reduz a “assento”. O primata que somos se
30 ressente de não poder mover-se.
Baitello nos lembra que sentar e sedar têm a mesma origem etimológica: sedere. Assim,
comentando que somos “Homo sedens”, a atrofia dos músculos e dos movimentos surge
como uma espécie de regra da cultura. Quando observamos o nosso dia a dia, sentados por todos
os lados, diante de computadores, da televisão, dentro de carros, temos certeza que a mobilidade
35 corporal que nos caracterizaria, e que ainda se coloca como nossa potência, cede lugar à
estranha mobilidade incorporal da máquina. As máquinas se movem em nosso lugar, tornamo-nos
imóveis: esperamos sentados a máquina que nos substitui. De certo modo, participamos
passivamente de um “devir” imóvel, que não nos leva a lugar nenhum, senão àquele onde já
fomos previamente postos.
40 Por fim, forçados a sentar, vivendo o elogio da disciplina, resistimos enquanto seres
sentados em nome de um esforço. Valorizamos aquele que consegue aguentar a sala de aula, a
cadeira no trabalho burocrático.
Somos, por fim, vítimas do que Baitello apontou como uma “conjunção perversa”, em que
o sedentarismo de nossos corpos alia-se à hiperatividade visual. Anestesiados diante das
45 máquinas, vivemos na direção contrária de nossa própria capacidade nômade.
Talvez fugir desse mundo seja um desejo soterrado por cadeiras numa avalanche mole
ao qual nosso corpo se adequa por ter medo de seus próprias potências. Bom lembrar que fugir é
sempre um direito.
TÍBURI, Márcia. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/11/homo-sedens/.
Acesso em 3 de março de 2014.
Os pronomes exercem função central na organização de um texto, pois permitem fazer referências a itens postos na superfície textual (referência endofórica) e a elementos externos ao texto (referência exofórica), construindo uma cadeia coesiva na qual um componente da superfície do texto faz remissão a outros elementos nela presentes ou subentendidos a partir dela. No texto de Márcia Tíburi, há vários exemplos de uso dos pronomes em função referencial. Analise os trechos disponibilizados a seguir a fim de identificar em qual deles o pronome destacado NÃO faz remissão a um item previamente posto na superfície textual.
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Em uma instituição, o trabalho de comunicação de crises deve ser dividido em duas partes: a PREPARAÇÃO e a REAÇÃO. Para se preparar para uma crise, uma empresa precisa
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Homo Sedens
Tratar o ato de sentar como uma questão culturalmente relevante pode soar como mera
brincadeira. Quem, começando a levá-la a sério, se perguntar “quanto tempo de nossas vidas
passamos sentados?” ou “quantas cadeiras há no mundo?”, por mais que consiga respostas
estatisticamente impressionantes, não terá, contudo, atingido o cerne da questão inusitada que
5 nos faz pensar nas formas assumidas pelo sedentarismo como caráter da cultura. Na contramão
do nomadismo, o sedentarismo faz parte da história de nossa civilização. Mais do que parte da
história, é uma postura que caracteriza nosso tempo presente. A maior parte de nossos gestos
corporais acaba no assento; passamos muitas horas do dia sentados, tudo, em nossas vidas,
convida-nos a sentar. Mas esse convite agradável ao descanso tem significados mais complexos:
10sentamos em casa, na rua, nas escolas, sentamo-nos diante de máquinas; sobretudo, hoje em
dia, sentamo-nos diante de telas.
Norval Baitello Junior, professor da PUC de São Paulo, escreveu, em seu livro O
pensamento sentado (Unisinos, 2012), sobre o lugar do “assento” em uma cultura sedentária. Sua
crítica vai na direção de um pensamento sentado que, para ele, seria o pensamento acomodado.
15 Recuperando a expressão alemã usada por Nietzsche para falar da “vida sedentária” – Sitzfleisch
– ele explora a tradução por “carne de assento” que, literalmente, leva à usual “bunda”. Bunda
tem um vasto alcance no Brasil. Mesmo que soe deselegante, não seria um erro considerar a
atualidade de um “pensamento-bunda”, aquele pensamento cansado que, no extremo, expressa o
que entendemos no cotidiano, no âmbito da irresponsabilidade do “bundão”.
20 O caráter “assentado” é o da “discursividade previsível e acomodada”, a que reduz o ato
de pensar em nossa época, contra sua natureza mais íntima. O “decréscimo da mobilidade” do
corpo é, segundo ele, também do pensar, cuja imprevisibilidade e capacidade de surpreender
estariam em baixa. Conhecemos essa acomodação, sabemos que ela é necessária ao poder, ao
sistema econômico e político, que esperam corpos dóceis e mentes paradas, repetindo
25 acomodadamente mais do mesmo que mantém tudo no mesmo lugar: sentado.
Pensar na reflexão aos saltos do livro de Baitello é uma atitude dinâmica, como seria o
movimento de nosso corpo, inquieto e propenso a caminhar, pular, correr e saltar. A capacidade
humana, que está ligada a todo o nosso processo de aprendizagem em relação à vida, de
explorar o entorno, é diminuída quando tudo se reduz a “assento”. O primata que somos se
30 ressente de não poder mover-se.
Baitello nos lembra que sentar e sedar têm a mesma origem etimológica: sedere. Assim,
comentando que somos “Homo sedens”, a atrofia dos músculos e dos movimentos surge
como uma espécie de regra da cultura. Quando observamos o nosso dia a dia, sentados por todos
os lados, diante de computadores, da televisão, dentro de carros, temos certeza que a mobilidade
35 corporal que nos caracterizaria, e que ainda se coloca como nossa potência, cede lugar à
estranha mobilidade incorporal da máquina. As máquinas se movem em nosso lugar, tornamo-nos
imóveis: esperamos sentados a máquina que nos substitui. De certo modo, participamos
passivamente de um “devir” imóvel, que não nos leva a lugar nenhum, senão àquele onde já
fomos previamente postos.
40 Por fim, forçados a sentar, vivendo o elogio da disciplina, resistimos enquanto seres
sentados em nome de um esforço. Valorizamos aquele que consegue aguentar a sala de aula, a
cadeira no trabalho burocrático.
Somos, por fim, vítimas do que Baitello apontou como uma “conjunção perversa”, em que
o sedentarismo de nossos corpos alia-se à hiperatividade visual. Anestesiados diante das
45 máquinas, vivemos na direção contrária de nossa própria capacidade nômade.
Talvez fugir desse mundo seja um desejo soterrado por cadeiras numa avalanche mole
ao qual nosso corpo se adequa por ter medo de seus próprias potências. Bom lembrar que fugir é
sempre um direito.
TÍBURI, Márcia. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/11/homo-sedens/.
Acesso em 3 de março de 2014.
Guedes (2009, p. 334) salienta que todo texto que pretende discutir uma questão necessita argumentar, apresentando provas a favor da posição que assumiu. Em um texto argumentativo, isso pode ser feito de diversas maneiras, por meio da apresentação de exemplos, citações, ilustrações, esclarecimentos etc. que ajudam a atribuir clareza às ideias e aos conceitos acionados no aparato textual. Nessa perspectiva, qual dos períodos transcritos a seguir cumpre a função de ilustrar a ideia apresentada no período que o antecede no texto de Márcia Tíburi?
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Qualquer tipo de acontecimento que possa desestabilizar uma instituição é considerado crise. Logo, a simulação de uma crise é um bom tipo de treinamento porque
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Muitos agentes infecciosos podem também infectar o homem via contato direto com os animais de estimação, seus exsudatos ou seus excrementos. Qual agente infecioso abaixo NÃO é transmitido dos cães e gatos para o homem por estas vias?
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O profissional intérprete de língua de sinais, na realização do seu trabalho, pronuncia, na língua de sinais, um discurso que seja semelhante ao discurso pronunciado no português oral ou vice-versa. Dessa maneira, é necessário que o profissional intérprete de língua de sinais seja capaz de se adaptar a várias situações de interpretações da comunidade surda, haja vista existirem vários tipos de interpretações, por exemplo, sinalizar a fala da pessoa ouvinte acompanhando o discurso que está sendo produzido em tempo real quando não há espaços para pensar em frases ou palavras apropriadas para a ocasião. O exemplo mencionado se refere ao tipo mais comum de interpretação, que recebe o nome de:
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A mídia alimenta-se da crise. E há uma tendência, sobretudo nos meios audiovisuais, para que a informação dê lugar à mídia espetáculo”. FORNI, (2002, p. 367-368). Diante do exposto assinale a questão CORRETA.
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