Foram encontradas 70 questões.
Observe o seguinte cartaz.

Disponível em www .unesco.org.
A conferência global anunciada pretende formular diretrizes para
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Leia a letra da música Sem Compromisso:
Você só dança com ele
1 - E diz que é sem compromisso
É bom acabar com isso
2 - Não sou nenhum pai-joão
Quem trouxe você fui eu Não faça papel de louca
3 - Prá não haver bate-boca dentro do salão
4 - Quando toca um samba
E eu lhe tiro pra dançar
Você me diz: não, eu agora tenho par! E sai dançando com ele alegre e feliz
5 - Quando para o samba
Bate palma e pede bis
PEREIRA, Geraldo e TRIGUEIRO, Nelson, interpretado por HOLLANDA, Francisco Buarque de in Sinal Fechado. RJ: Phonogram/Philips. 1974. Faixa 9 (CD).
As orações numeradas de 1 a 5 na letra de música apresentada mantêm relações lógicas no período em que estão inseridas. Tais relações expressam sentido de:
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Texto para à questão seguinte.
Air-conditioned nightmare.
Tecnologia é a resposta, mas qual é a questão? O caso do ar-condicionado é ilustrativo. O que era um luxo restrito, virou artigo de uso comum. Graças ao aumento da renda das famílias, ao barateamento dos aparelhos e à maior eficiência energética dos compressores, a proporção de domicílios americanos dotados de condicionadores de ar passou de 20% em 1960 para 85% hoje em dia (a maior parte deles com sistema central). Mas, como ficou muito mais em conta ter e usar, o resultado foi a explosão do consumo — e desperdício — de energia: a eletricidade usada atualmente só para alimentar os aparelhos de ar condicionado nos lares ianques equivale ao consumo americano total de meio século atrás; os Estados Unidos gastam mais energia elétrica com essa única finalidade do que o continente africano para todos os fins. — A febre, ao que parece, é contagiosa: em uma década, a China triplicou o uso de condicionadores de ar — a compra do equipamento é subsidiada pelo governo. E, assim, a imagem cunhada pelo dramaturgo americano Henry Miller ao retratar o deserto espiritual dos seus afluentes conterrâneos — “um pesadelo com ar-condicionado” — salta as fronteiras da América para assaltar o mundo.
GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, edição eletrônica, 2016.
Transpondo o segmento do texto “a China triplicou o uso de condicionadores de ar” para a voz passiva, a forma verbal resultante será
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Texto para à questão seguinte.
Air-conditioned nightmare.
Tecnologia é a resposta, mas qual é a questão? O caso do ar-condicionado é ilustrativo. O que era um luxo restrito, virou artigo de uso comum. Graças ao aumento da renda das famílias, ao barateamento dos aparelhos e à maior eficiência energética dos compressores, a proporção de domicílios americanos dotados de condicionadores de ar passou de 20% em 1960 para 85% hoje em dia (a maior parte deles com sistema central). Mas, como ficou muito mais em conta ter e usar, o resultado foi a explosão do consumo — e desperdício — de energia: a eletricidade usada atualmente só para alimentar os aparelhos de ar condicionado nos lares ianques equivale ao consumo americano total de meio século atrás; os Estados Unidos gastam mais energia elétrica com essa única finalidade do que o continente africano para todos os fins. — A febre, ao que parece, é contagiosa: em uma década, a China triplicou o uso de condicionadores de ar — a compra do equipamento é subsidiada pelo governo. E, assim, a imagem cunhada pelo dramaturgo americano Henry Miller ao retratar o deserto espiritual dos seus afluentes conterrâneos — “um pesadelo com ar-condicionado” — salta as fronteiras da América para assaltar o mundo.
GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, edição eletrônica, 2016.
No segmento extraído do texto “como ficou muito mais em conta ter e usar”, o termo sublinhado introduz uma
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Texto para à questão seguinte.
Air-conditioned nightmare.
Tecnologia é a resposta, mas qual é a questão? O caso do ar-condicionado é ilustrativo. O que era um luxo restrito, virou artigo de uso comum. Graças ao aumento da renda das famílias, ao barateamento dos aparelhos e à maior eficiência energética dos compressores, a proporção de domicílios americanos dotados de condicionadores de ar passou de 20% em 1960 para 85% hoje em dia (a maior parte deles com sistema central). Mas, como ficou muito mais em conta ter e usar, o resultado foi a explosão do consumo — e desperdício — de energia: a eletricidade usada atualmente só para alimentar os aparelhos de ar condicionado nos lares ianques equivale ao consumo americano total de meio século atrás; os Estados Unidos gastam mais energia elétrica com essa única finalidade do que o continente africano para todos os fins. — A febre, ao que parece, é contagiosa: em uma década, a China triplicou o uso de condicionadores de ar — a compra do equipamento é subsidiada pelo governo. E, assim, a imagem cunhada pelo dramaturgo americano Henry Miller ao retratar o deserto espiritual dos seus afluentes conterrâneos — “um pesadelo com ar-condicionado” — salta as fronteiras da América para assaltar o mundo.
GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, edição eletrônica, 2016.
O substantivo empregado em sentido figurado está sublinhado no seguinte trecho do texto:
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Texto para à questão seguinte.
Air-conditioned nightmare.
Tecnologia é a resposta, mas qual é a questão? O caso do ar-condicionado é ilustrativo. O que era um luxo restrito, virou artigo de uso comum. Graças ao aumento da renda das famílias, ao barateamento dos aparelhos e à maior eficiência energética dos compressores, a proporção de domicílios americanos dotados de condicionadores de ar passou de 20% em 1960 para 85% hoje em dia (a maior parte deles com sistema central). Mas, como ficou muito mais em conta ter e usar, o resultado foi a explosão do consumo — e desperdício — de energia: a eletricidade usada atualmente só para alimentar os aparelhos de ar condicionado nos lares ianques equivale ao consumo americano total de meio século atrás; os Estados Unidos gastam mais energia elétrica com essa única finalidade do que o continente africano para todos os fins. — A febre, ao que parece, é contagiosa: em uma década, a China triplicou o uso de condicionadores de ar — a compra do equipamento é subsidiada pelo governo. E, assim, a imagem cunhada pelo dramaturgo americano Henry Miller ao retratar o deserto espiritual dos seus afluentes conterrâneos — “um pesadelo com ar-condicionado” — salta as fronteiras da América para assaltar o mundo.
GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, edição eletrônica, 2016.
No texto, a fim de legitimar opinião contrária ao uso irrestrito de aparelhos de ar-condicionado, o autor recorre
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A peça publicitária a seguir pertence a uma empresa de cosméticos naturais certificados, que tem como objetivo preservar os recursos naturais, respeitando o ser humano e a natureza:

Disponível em https://temporalcerebral.com.br/melhores-campanhaspropagandas- de-2018/.
A imagem é composta da foto de uma zebra, com foco em seu olhar, seguida da legenda “getting inspired is the only thing we use them for”.
Acerca da mensagem da propaganda, pode-se afirmar:
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De acordo com o Dicionário Aulete Digital, entre outras acepções, a palavra “cúmulo” pode ser definida como:
“Grande nuvem branca com topo de contornos arredondados e base retilínea horizontal, com aspecto de flocos de algodão”.
Disponível em https://www .aulete.com.br/cúmulo.
Entretanto, os seguintes usos são comuns na portuguesa em contexto literário ou coloquial: língua
I. “...naquele caso era uma imbecilidade, um cúmulo de ridículo.” (Raul Pompeia, O Ateneu);
Il. “Convidar um amigo, e abrir a porta a um genro: era o cúmulo do inesperado.” (Machado de Assis, “D. Benedita” in Papéis Avulsos);
III. “tinha no lugar as mais tristes tradições que se podem imaginar, e, para cúmulo do meu desgosto, mão desconhecida o tirará violentamente” (Franklin Távora, “O Matuto”).
De acordo com as ocorrências no vernáculo, o termo “cúmulo” também tem o sentido de algo
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Leia a tirinha de André Dahmer.

Disponível em https://revistacontinente.com.br/edicoes/234/restamosvivendo- em-um-labirinto-de-desinformacaor.
Considerando as funções da linguagem, observa-se, no primeiro quadrinho, predomínio da função
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O Regimento Geral da USP traz uma série de critérios para a composição de Bancas examinadoras de concursos para ingresso na carreira (Professor Doutor e Professor Titular) ou para a obtenção de Títulos Acadêmicos (Mestre, Doutor, Livre-Docente).
Da leitura de tais normas, decorrem algumas ideias gerais. Sabendo-se que o grau mínimo para a participação em quaisquer bancas é o de Doutor, pode-se afirmar que tais bancas examinadoras são compostas majoritariamente por membros
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