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- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADI: Ação Direta de inconstitucionalidade
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Pequenos Encontros
Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
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Considerando a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a temática dos concursos públicos, marque a alternativa CORRETA.
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- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADI: Ação Direta de inconstitucionalidade
- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADC: Ação Declaratória de Constitucionalidade
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Considerando as diferentes concepções de Constituição, relacione a segunda coluna à primeira:
1ª Coluna
1) Concepção sociológica 2) Concepção jurídica 3) Concepção política 4) Concepção culturalista
2ª Coluna
( ) Idealizada por J. H. Meirelles Teixeira, essa concepção aduz que a Constituição é uma invenção humana resultante da cultura e, ao mesmo tempo, influencia essa cultura, ou seja, há uma ponderação entre Constituição e cultura.
( ) Apresentada por Hans Kelsen, essa concepção considera que a Constituição possui uma supremacia hierárquica formal, considerada norma pura, sendo o fundamento e a base de validade das demais normas jurídicas inferiores.
( ) Defendida por Carl Schmitt, essa concepção propõe que a Constituição se refere à decisão política fundamental do titular do poder constituinte, ou seja, aquela indispensável para constituir o Estado.
( ) Defendida por Ferdinand Lassalle, essa concepção postula que a Constituição escrita é apenas uma “folha de papel” e que a verdadeira Constituição de um Estado é a soma dos fatores reais de poder, prevalecendo o texto formal em caso de conflito.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando a associação estabelecida na 2ª coluna, de cima para baixo:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caconde-SP
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caconde-SP
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