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3159607 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. Na Pedagogia Nova ou escolanovista, o professor é compreendido como "facilitador" do processo educativo, o qual se dá a partir dos interesses dos estudantes. Os trabalhos coletivos e o incentivo à criatividade dos estudantes constituem uma importante característica dessa orientação pedagógica, a qual se destaca, principalmente, pelo forte embasamento históricoconceitual no campo das artes.

II. O ensino de Arte, na Pedagogia Histórico-Crítica, caracteriza-se pelo seu papel de contextualidade sobre o conhecimento, ou seja, a importância de se analisar criticamente as linguagens artísticas, a percepção do aluno é o que torna o processo de aprendizagem em torno da Arte significativo nessa perspectiva de ensino. Essa proposta educacional defende a contextualização histórica, pertinente ao contexto da Arte na educação.

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3159606 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. Os corpos que dançam em salas de aula são os mesmos corpos que atravessam ruas, passam fome, apaixonam-se, envelhecem, conforme afirma Marques (2010). Por isso, tornam-se indissociáveis os saberes da dança a serem trabalhados em salas de aula com os saberes atrelados aos cotidianos sociais dos alunos, pois estão também associados a suas corporalidades.

II. Para Yus (2002), o cenário educacional produz um analfabetismo funcional em termos de domínio de nosso próprio corpo nas sociedades modernas, de modo que passamos grande tempo de nossas vidas em instituições normatizadas para nos educar e somos praticamente desconhecedores de nossa própria corporeidade. Embora até concordemos que há muito a ser melhorado na reação corpo-escola é equivocado afirmar que há alunos que chegam à escola ainda desconhecedores de seus corpos e das potencialidades que os corpos podem desenvolver.

III. Em Há corpo na escola?, Santos (2013), afirma-se que a forma de se relacionar com o corpo na escola apresenta-se ainda bastante repetitiva, pois na maior parte do tempo ele está parado, sentado e em silêncio, porque a ideia vigente é a de que aprendemos melhor assim e não necessitamos de um corpo mais ativo nos processos de formação. Todavia, é duvidoso que seja possível aprender incluindo, na sala de aula, o corpo com momentos de movimento, descontração, com novas formas de expressão, liberdade, flexibilidade e espontaneidade.

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3159605 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. O multiculturalismo no campo das artes pode ser uma porta de entrada da sala de aula para se trabalhar temas relevantes da atualidade que tocam a diversidade étnica e racial e novas identidades políticas e culturais. Não raro, o professor de arte que não abalizar cada parte do multiculturalismo com investigação atual, focando no olhar de como hoje são tratadas essas questões, pode cair facilmente na armadilha de “celebrar as diferenças", mas na prática perpetuar o racismo e desinformar os alunos sobre aqueles que estão fora do grupo dominante.

II. O interculturalismo no ensino de Artes parte de uma posição teórica de que as diferenças são produzidas de acordo com a produção e a recepção ideológica de signos culturais. Assim, as diferenças não seriam obviedades, mas sim construções históricas e culturais. Compete ao professor de Artes, compromissado com uma educação transformadora de realidades, um trabalho que possibilite a intervenção crítica nas relações de poder que trabalham com a diferença.

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3159604 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Texto 1

Quando a vida vira teatro (Prefácio)

Conheço o professor de Artes, Ricardo, há exatamente dez anos (enquanto escrevo este prefácio). Observando o trabalho dele com os estudantes comecei a defini-lo como um agitador silencioso, no melhor aspecto que a palavra agitador pode ter. De fala mansa e gestos contidos, ele é muito discreto e no dia a dia da correia dos afazeres da escola passa quase despercebido. Quando fica meio sumido da sala dos professores e dos espaços de convivência,já começo a desconfiar: deve estar preparando algum evento ou peça com o seu grupo de colaboradores que é imenso e engloba estudantes, pessoas da comunidade e outros servidores. Ou seja, tem um vulcão prestes a entrar em erupção.

Ele é criador de alguns eventos que, de tão maravilhosos, acabaram ultrapassando os muros da escola e se tronando uma referência na região. Posso citar o Interartes e o Auto de Natal, o primeiro é um verdadeiro festival que envolve inúmeras expressões artísticas, como dança, poesia, música, teatro, fotografia e muito mais. Atrai estudantes de várias escolas da região. O segundo é o Auto de Natal, uma celebração de natal que mistura elementos da tradição cristã com referências da vida e da cultura contemporânea e regional. Todos vidrados no palco quando, de repente, um coral de anjos é ouvido vindo das árvores da praça central da cidade, em seguida, uma procissão aparece no meio do público, tudo isso enquanto uma banda faz o acompanhamento musical ao vivo, contando inclusive com rap e diversos outros estilos musicais não comuns a um auto. Uma mistura entre o sagrado e o profano na medida certa.

Além de observador, tive o prazer de acompanhar dois trabalhos de perto, foram propostas interdisciplinares entre nossas áreas (artes e história), um deles acabou se transformando em algo maior. Era 2014 e o golpe de 64 fazia 50 anos e nos incomodava deixar aquilo passar sem ser devidamente lembrado, daí fizemos a parceria e o resultado foi incrível e fez muita gente se emocionar e aproximou, através da arte, os jovens e o público da experiência de saber o que é uma ditadura. A peça recebeu convites para ser encenada em outros lugares. Ricardo é um professor que faz arte engajada. Arte política. E que isso não se confunda com política partidária. Falo da arte política que está nas “Perguntas de um operário que Lê", de Brecht, por exemplo. É a arte que conscientiza não pela lição moral ou catarse, mas pela provocação.

Fonte: Araújo, Ricardo. Quando a vida vira teatro: teatro popular, teatro educação. Memoriando encontros. Maceió: Editora Viva 2020. Prefácio de Carlos Figueiras - com adaptações.

Com base no texto Quando a vida vira teatro e nos Fundamentos teóricos e metodológicos do Ensino da Arte, analise as informações a seguir:

I. Em "contando inclusive com rap e diversos outros estilos musicais não comuns a um auto. Uma mistura entre o sagrado e o profano na medida certa." Tem-se um exemplo de ousadia, dado que a escola é um local de pluralidade de pensamentos, correntes ideológicas e crenças, por isso, é preciso cautela ao professor de artes, quando desejar fazer arte-educação. Em uma sala de aula, por exemplo, cuja maioria professa uma crença religiosa que se distancia de estilos musicais da contemporaneidade em suas letras e estilos, é absolutamente desaconselhável a leitura ou apreciação artística de obras que valorizem outra forma de ver o mundo.

II. No trecho "Falo da arte política que está nas "Perguntas de um operário que Lê", de Brecht, por exemplo. É a arte que conscientiza não pela lição moral ou catarse, mas pela provocação.”, há um erro do prefaciador, dado que toda provocação numa produção de artes já é uma catarse. Segundo Lukács (1996), a Arte penetra na vida do receptor, subjuga seu modo habitual de contemplar o mundo e chama a atenção para uma sociedade cheia de conteúdos novos ou vistos de modos novos, por isso a provocação em si já constitui uma catarse.

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3159603 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Texto 1

Quando a vida vira teatro (Prefácio)

Conheço o professor de Artes, Ricardo, há exatamente dez anos (enquanto escrevo este prefácio). Observando o trabalho dele com os estudantes comecei a defini-lo como um agitador silencioso, no melhor aspecto que a palavra agitador pode ter. De fala mansa e gestos contidos, ele é muito discreto e no dia a dia da correia dos afazeres da escola passa quase despercebido. Quando fica meio sumido da sala dos professores e dos espaços de convivência,já começo a desconfiar: deve estar preparando algum evento ou peça com o seu grupo de colaboradores que é imenso e engloba estudantes, pessoas da comunidade e outros servidores. Ou seja, tem um vulcão prestes a entrar em erupção.

Ele é criador de alguns eventos que, de tão maravilhosos, acabaram ultrapassando os muros da escola e se tronando uma referência na região. Posso citar o Interartes e o Auto de Natal, o primeiro é um verdadeiro festival que envolve inúmeras expressões artísticas, como dança, poesia, música, teatro, fotografia e muito mais. Atrai estudantes de várias escolas da região. O segundo é o Auto de Natal, uma celebração de natal que mistura elementos da tradição cristã com referências da vida e da cultura contemporânea e regional. Todos vidrados no palco quando, de repente, um coral de anjos é ouvido vindo das árvores da praça central da cidade, em seguida, uma procissão aparece no meio do público, tudo isso enquanto uma banda faz o acompanhamento musical ao vivo, contando inclusive com rap e diversos outros estilos musicais não comuns a um auto. Uma mistura entre o sagrado e o profano na medida certa.

Além de observador, tive o prazer de acompanhar dois trabalhos de perto, foram propostas interdisciplinares entre nossas áreas (artes e história), um deles acabou se transformando em algo maior. Era 2014 e o golpe de 64 fazia 50 anos e nos incomodava deixar aquilo passar sem ser devidamente lembrado, daí fizemos a parceria e o resultado foi incrível e fez muita gente se emocionar e aproximou, através da arte, os jovens e o público da experiência de saber o que é uma ditadura. A peça recebeu convites para ser encenada em outros lugares. Ricardo é um professor que faz arte engajada. Arte política. E que isso não se confunda com política partidária. Falo da arte política que está nas “Perguntas de um operário que Lê", de Brecht, por exemplo. É a arte que conscientiza não pela lição moral ou catarse, mas pela provocação.

Fonte: Araújo, Ricardo. Quando a vida vira teatro: teatro popular, teatro educação. Memoriando encontros. Maceió: Editora Viva 2020. Prefácio de Carlos Figueiras - com adaptações.

Com base no texto Quando a vida vira teatro e nos Fundamentos teóricos e metodológicos do Ensino da Arte, analise as informações a seguir:

I. Em "comecei a defini-lo como um agitador silencioso, no melhor aspecto que a palavra agitador pode ter", pode-se inferir, para um fazer pedagógico salutar, que um professor de artes dispensa estereótipos de o professor mais alegre ou mais divertido da escola, uma vez que a postura docente no ambiente escolar necessita ser ética e harmoniosa, sem necessariamente ser animada. O fazer docente se dá, sobretudo, no processo de respeito aos alunos e na preocupação em inquietá-los aprendendo, tendo acesso ou criando arte, não apenas no produto.

II. Em “é um verdadeiro festival que envolve inúmeras expressões artísticas, como dança, poesia, música, teatro, fotografia e muito mais", observam-se atividades que possibilitam a aquisição de competências de sensibilidade e de cognição em Artes. Concernente a uma avaliação de aprendizagem em dança, pode-se citar, por exemplo, o interesse do aluno pela dança enquanto atividade coletiva e considerar esse interesse como uma avaliação, mensurando: se o aluno se empenha na criação em grupo de forma solidária, se é capaz de improvisar e criar sequências de movimento em grupo, se interage com os colegas respeitando as qualidades individuais de movimento, cooperando com aqueles que têm dificuldades, empenhando-se na obtenção dos resultados de movimentação harmônica, exclusivamente dentro dos parâmetros estabelecidos pelo professor.

Marque a alternativa CORRETA:

 

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Questão presente nas seguintes provas
3159601 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. As artes visuais, além das formas tradicionais como escultura, desenho, pintura, gravura, artefato, arquitetura e desenho industrial, incluem outras modalidades resultantes de avanços tecnológicos e de transformações estéticas a partir da modernidade, tais como a fotografia, artes gráficas, cinema, televisão, vídeo, computação e performance.

II. Artes visuais tem a função de possibilitar aos alunos a exploração de múltiplas culturas visuais, bem como o diálogo com diferentes espaços, de forma a ampliar os horizontes escolares com inventivas e expressivas maneiras de interação artística e de produção cultural simbólicas e concretas. Podem estar presentes nessa ampliação de horizontes as manifestações resultantes das transformações de materiais de recursos tecnológicos e de apropriações da cultura cotidiana, sendo facultativo a tais manifestações considerar a expressão visual como elemento de comunicação.

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3159599 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. O componente curricular Arte está, no Ensino Fundamental, conforme a BNCC, centrado nas seguintes linguagens: as Artes visuais, a Dança, a Música e o Teatro. O diálogo entre essas linguagens estimula as práticas de criação e exteriorização sobre as formas artísticas, possibilitando que a aprendizagem em Arte ocorra fiel, sem qualquer tipo de alteração, ao componente curricular, coadunando com o viés subversivo da arte enquanto forma de expressão.

II. No contexto do ensino de Arte, pode-se entender música como a expressão artística que se materializa por meio dos sons, que ganham forma, sentido e significado no âmbito tanto da sensibilidade subjetiva quanto das interações sociais, como resultado de saberes e valores diversos estabelecidos no domínio de cada cultura. Para possibilitar uma vivência musical ampliada e plural, tona-se indispensável o trabalho de percepção, experimentação, reprodução, manipulação e criação de materiais sonoros diversos, mas centrado essencialmente próximo da cultura musical dos alunos.

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3159598 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. A BNCC propõe quatro linguagens (Artes Visuais, Dança, Música e Teatro) e seis dimensões do conhecimento (Criação, Crítica, Estesia, Expressão, Fruição e Reflexão), que devem ser desenvolvidas sequenciadas e separadas por razões didáticas.

II. A dimensão do conhecimento artístico "Criação" se refere às impressões que levam os sujeitos para as novas compreensões do espaço em que habitam, por meio do estudo e da pesquisa.

III. A dimensão do conhecimento artístico "Expressão" se refere ao fazer artístico pela qual os sujeitos produzem e constroem. É um processo que envolve conflitos, desafios, tomadas de decisão, entraves, inquietações e negociações.

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3159595 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Ipojuca-PE
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Analise as informações a seguir:

I. A tendência Pré-Modernista de ensino de Arte o concebe como uma ferramenta de transmissão de técnicas para formações propedêuticas e instrumento didático-pedagógico para se ensinar conteúdos curriculares diversos, o qual vigorou predominantemente durante 300 anos no Brasil.

II. A tendência Modernista foi marcada por duas concepções que fundamentaram o ensino de arte, cuja primeira que perdurou entre os anos de 1914 a 1971, concebia a arte como constitutiva da expressão do sentimento, entendendo o ensino como lugar da expressão e da criatividade. De 1971 à metade dos anos 1980, essa compreensão consolidou o ensino de Arte como simples realização de atividades artística, entre 1971 e meados da década de 80, um ensino de Arte como simples realização de atividades artísticas.

III. A tendência Pós-Moderna, também denominada Pós- Modernista, concebe Arte enquanto campo de conhecimento específico, com objetivos, métodos, conteúdos e processos de avaliação e de aprendizagem próprios, que permitem o desenvolvimento intelectual das gerações futuras.

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3159035 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Campo Bom-RS

Analise os acordes transcritos abaixo:

Enunciado 3252509-1

Assinale a alternativa que apresenta a transcrição do acorde com função harmônica de dominante.

 

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