Foram encontradas 4.884 questões.
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Piracuruca-PI
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
I- Verso livre é aquele que não obedece a nenhuma exigência métrica, apesar de ter o seu ritmo.
II- Refrão ou estribilho é o verso ou conjunto de versos que se repete ao final de cada estrofe. A balada e o rondó são tipos de poesia que têm refrão.
III- Nos poemas, os versos podem formar apenas um grupo ou vários grupos. Cada grupo de versos forma uma estrofe.
IV- Estrofe é o conjunto de versos.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Estamos discorrendo a obra:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Entre as escolas literárias brasileiras do período nacional, destaca-se o Romantismo, caracterizado por obras de forte teor nacionalista e idealizador, voltadas aos costumes da vida burguesa e marcadas pela intensa subjetividade e pela recorrência de temas amorosos. As obras e autores a seguir representam os principais dessa escola, EXCETO:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
I.O narrador onisciente neutro descreve os pensamentos e sentimentos de múltiplos personagens, mantendo uma postura de distanciamento e objetividade, sem emitir juízos de valor explícitos sobre os eventos ou as personagens.
II.O narrador em primeira pessoa, por ser também personagem, apresenta uma visão intrinsecamente parcial dos acontecimentos, limitada ao seu próprio campo de percepção e interpretação, o que o impede de acessar a consciência de outros personagens.
III.O narrador observador, também conhecido como "narrador-câmera", relata apenas os fatos e diálogos que podem ser apreendidos externamente, assemelhando-se a uma testemunha imparcial, mas diferencia-se do onisciente por não ter acesso à interioridade de nenhuma personagem.
Estão corretas as afirmativas:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
No período destacado, os recursos linguísticos utilizados para estruturar o ponto de vista do narrador estão evidenciados no par:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Cidade Ocidental-GO
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.
[...]
Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Cidade Ocidental-GO
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.
[...]
Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
À Virgem Santíssima
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