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Foram encontradas 4.884 questões.

3964286 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Piracuruca-PI
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O modernismo hispano-americano, representado por autores como Rubén Darío, caracteriza-se por:
 

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Falando-se sobre versificação, leia os itens e assinale a alternativa verdadeira.

I- Verso livre é aquele que não obedece a nenhuma exigência métrica, apesar de ter o seu ritmo.

II- Refrão ou estribilho é o verso ou conjunto de versos que se repete ao final de cada estrofe. A balada e o rondó são tipos de poesia que têm refrão.

III- Nos poemas, os versos podem formar apenas um grupo ou vários grupos. Cada grupo de versos forma uma estrofe.

IV- Estrofe é o conjunto de versos.
 

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Amâncio, um jovem maranhense, vem para o Rio de Janeiro estudar Medicina. Hospeda-se na casa de um amigo da família. Sua vida boêmia e o interesse que desperta na mulher do dono da casa levam-no a mudar-se para a Pensão de João Coqueiro. Lá acaba envolvido por Amélia, irmã do proprietário da pensão. Este passa a explorar a irmã, fingindo ignorar o romance com o hóspede, até que ele acaba por assassinar Amâncio.

Estamos discorrendo a obra:
 

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3959902 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
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As escolas literárias constituem movimentos estéticos dotados de características próprias de uma época. Tais traços relacionam-se tanto a elementos literários quanto a fatos históricos. Desse modo, as obras pertencentes a uma mesma escola apresentam aspectos convergentes, vinculados, portanto, a um mesmo movimento artístico.
Entre as escolas literárias brasileiras do período nacional, destaca-se o Romantismo, caracterizado por obras de forte teor nacionalista e idealizador, voltadas aos costumes da vida burguesa e marcadas pela intensa subjetividade e pela recorrência de temas amorosos. As obras e autores a seguir representam os principais dessa escola, EXCETO:
 

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3959844 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
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No estudo dos elementos estruturais da narrativa, a análise do foco narrativo é fundamental para a compreensão da construção do sentido. Avalie as seguintes afirmativas sobre os tipos de narrador:
I.O narrador onisciente neutro descreve os pensamentos e sentimentos de múltiplos personagens, mantendo uma postura de distanciamento e objetividade, sem emitir juízos de valor explícitos sobre os eventos ou as personagens.
II.O narrador em primeira pessoa, por ser também personagem, apresenta uma visão intrinsecamente parcial dos acontecimentos, limitada ao seu próprio campo de percepção e interpretação, o que o impede de acessar a consciência de outros personagens.
III.O narrador observador, também conhecido como "narrador-câmera", relata apenas os fatos e diálogos que podem ser apreendidos externamente, assemelhando-se a uma testemunha imparcial, mas diferencia-se do onisciente por não ter acesso à interioridade de nenhuma personagem.

Estão corretas as afirmativas:
 

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3954954 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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O excerto de uma das cartas legadas pelo jesuíta José de Anchieta, destacado a seguir, é o suporte para a questão.
“(...) Finalmente o levaram fora e lhe quebraram a cabeça, e junto com ele mataram outro seu contrário, os quais logo despedaçaram com grandíssimo regozijo, máxime das mulheres, as quais andavam cantando e bailando: umas lhe espetavam com paus agudos os membros cortados, outras untavam a mão com a gordura deles e andavam untando as caras e bocas às outras, e tal havia que colhia o sangue com as mãos e o lambia, espetáculo abominável, de maneira que tiveram uma boa carniçaria com que se fartar”.
NOBREGA, Manuel e ANCHIETA, José de. Nóbrega e Anchieta: Antologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978 IN GRUPIONI, Luiz D. B. (org). Índios no Brasil. São Paulo: Global; Brasília, MEC, 2000. p.44.
A existência dessa mesma prática entre os povos originários inspirou o movimento literário brasileiro conhecido por:
 

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Texto: Escrever para quê?
Itamar Vieira Jr.
      Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.
     Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.
      Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.
       Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.
      Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.
       A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.
       Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.
     Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.
      Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los. 
       A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.
      Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?
      Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.
Adaptada de:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam
ar-vieira-junior/2024/02/escrever-para-
que.shtml 
A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. (6º parágrafo).
No período destacado, os recursos linguísticos utilizados para estruturar o ponto de vista do narrador estão evidenciados no par:
 

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3953528 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Cidade Ocidental-GO
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Leia o Texto 6 para responder à questão.

Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.

[...]

Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].

A leitura da crônica permite discutir, no ensino de Língua Portuguesa, a relação entre literatura, linguagem e cotidiano. Considerando abordagens críticas do texto literário, o uso do Texto 6 em sala de aula favorece práticas que
 

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3953527 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Cidade Ocidental-GO
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Leia o Texto 6 para responder à questão.

Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.

[...]

Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].

Na crônica “Ciao”, Drummond reflete sobre o papel do cronista e sobre a liberdade criativa do texto literário em relação à objetividade jornalística. Em práticas de letramento literário, o trabalho com esse texto pode contribuir para que o leitor
 

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Leia o soneto de Antero de Quental para responder a questão:

À Virgem Santíssima

Cheia de Graça, Mãe de Misericórdia
Num sonho todo feito de incerteza,
De noturna e indizível ansiedade,
É que eu vi teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza...
Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade...
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na natureza...
Um místico sofrer... uma ventura
Feita só do perdão, só ternura
E da paz da nossa hora derradeira...
Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa.
E deixa-me sonhar a vida inteira!
(Em: MOISÉS, M. A. Literatura portuguesa através dos textos. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 2011)
De acordo com a habilidade EF69LP48 da BNCC, o aluno deverá “Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos sonoros (estrofação, rimas, aliterações etc.), semânticos (figuras de linguagem, por exemplo), gráficoespacial (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal.” Desse modo, a fruição do poema de Antero de Quental implica reconhecer que o ritmo decorre, entre outros recursos, de versos
 

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