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enunciado 1703056-1

O poema de Ferreira Gullar está construído segundo uma estruturação marcada por grande regularidade, para a qual concorrem os seguintes procedimentos:

 

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1702428 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702428-1

Essas duas estrofes podem ilustrar, pelas ideias e pela forma de expressão, os seguintes postulados do Modernismo de 22:

I. direito permanente à liberdade estética;

II. aproveitamento poético da linguagem coloquial;

III. revalorização da épica e da mitologia clássicas.

Está adequado ao enunciado o que se afirma em

 

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1702424 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702424-1

Está correta a relação entre um dos fragmentos e a afirmação que lhe segue:

 

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1702423 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702423-1

Pensando-se numa relação adequada entre os fragmentos, é correto afirmar que

 

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1702419 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702419-1

Nesse texto, o crítico considera estas duas inclinações da literatura de Guimarães Rosa:

 

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1702417 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702417-1

Será exemplo do que Antonio Candido considera sociologismo crítico a abordagem de um romance brasileiro cuja interpretação tenha culminado nesta síntese:

 

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1702416 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702416-1

Nesse fragmento crítico, Antonio Candido defende a ideia de que a interpretação literária

 

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1702408 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702408-1

Leia as afirmações abaixo sobre os recursos expressivos do poema.

I. A utilização do diminutivo (magrinhos, velhinha, carvoeirinhos) é índice não apenas da carência dos personagens como também da proximidade afetiva do poeta em relação a eles.

II. O grito com que os meninos anunciam seu produto (Eh, carvoero!) faz as vezes de refrão para o poema.

III. O poema foi composto em versos brancos, isto é, sem rimas, e não apresenta recursos sonoros típicos da poesia, como aliterações e assonâncias.

Está correto SOMENTE o que se afirma em

 

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1702403 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: SEDUC-SP
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enunciado 1702403-1

Há quem ainda hoje considere o teatro essencialmente como um veículo da literatura dramática, espécie de instrumento de divulgação a serviço do texto literário, como o livro é veículo de romances e o jornal, de notícias. A respeito da relação entre recursos expressivos e intenções do enunciador, deve-se notar na frase acima transcrita, por meio

 

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1621583 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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(...) “Confeitaria do Custódio”. Muita gente certamente lhe não conhecia a casa por outra designação. Um nome, o próprio nome do dono, não tinha significação política ou figuração histórica, ódio nem amor, nada que chamasse a atenção dos dois regimes, e conseguintemente que pusesse em perigo os seus pastéis de Santa Clara, menos ainda a vida do proprietário e dos empregados. Por que é que não adotava esse alvitre? Gastava alguma coisa com a troca de uma palavra por outra, Custódio em vez de Império, mas as revoluções trazem sempre despesas.
(Machado de Assis. Esaú e Jacó. Obra completa, 1904.)
O fragmento, extraído do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, narra a desventura de Custódio, dono de uma confeitaria no Rio de Janeiro, que, às vésperas da proclamação da República, mandou fazer uma placa com o nome “Confeitaria do Império” e agora temia desagradar ao novo regime. A ironia com que as dúvidas de Custódio são narradas representa o
 

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