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Zuzu Angel: história, resistência e legado
Nascida Zuleika Angel Jones, em Curvelo, Minas Gerais, Zuzu Angel construiu uma carreira na moda brasileira criando roupas que exaltavam elementos da cultura nacional. Cresceu no Rio de Janeiro e desenvolveu seu talento em costura
de forma autodidata, ganhando destaque ao criar roupas para amigas e familiares. Foi casada com o economista estadunidense Norman Angel Jones, com quem teve três filhos: Stuart, Hildegard e Ana Cristina.
Durante sua trajetória na moda, a originalidade de suas peças e o uso de materiais brasileiros logo chamaram atenção da elite carioca e abriu o caminho para a visibilidade internacional.
Zuzu apareceu em importantes revistas de moda, como a “Harper’s Bazaar” e o “New York Times”, e foi a primeira
estilista brasileira a realizar desfiles em Nova York, além de apresentar suas criações em Los Angeles e Washington.
Antes de se tornar um nome de peso na luta por direitos humanos, Zuzu Angel já era reconhecida por sua originalidade ao introduzir elementos brasileiros à alta costura.
Sua trajetória na moda começou na década de 1950, quando começou a produzir roupas para vender entre amigas.
A qualidade e a autenticidade de seu trabalho logo a colocaram em uma posição de destaque e teve a oportunidade de
desenhar roupas para pessoas famosas da época.
Zuzu ganhou reconhecimento ao criar peças que incorporavam elementos típicos da cultura brasileira, como rendas do Nordeste, chitas floridas, bordados manuais e estampas inspiradas na fauna e flora do país.
No entanto, o brilho de sua carreira foi literalmente ofuscado com o desaparecimento de seu filho, Stuart Angel Jones, aos 25 anos. E foi nesse momento que Zuzu transformou completamente sua carreira, saindo de trás das máquinas de
costura e indo para a luta contra a ditadura.
Moda como ferramenta política
Tendo que lidar com a dor e com a falta de respostas pelo sumiço do filho, Zuzu Angel transformou esse sentimento em uma luta pública por justiça. Valendo-se de sua projeção internacional no mundo da moda, ela buscou envolver autoridades dos Estados Unidos, país de origem de seu ex-marido, na pressão pelo esclarecimento do assassinato de seu filho.
Criou então uma coleção de protesto, com estampas de manchas vermelhas, motivos de guerra, pássaros presos
em gaiolas e anjos ensanguentados, simbolizando a repressão brutal do regime. Em seu desfile “International Dateline
Collection III – Holiday and Resort”, apresentou peças que narram, por meio de imagens e bordados, sua dor e a violência do Estado.
Os desenhos, que evocavam traços infantis, remetem à figura do filho perdido. No encerramento do desfile, Zuzu
Angel usou um vestido longo preto com manto cobrindo a cabeça, cinto com cem crucifixos e um pingente de anjo, um
manifesto silencioso, mas eloquente, sobre o luto transformado em resistência.
Dessa forma, a moda tornou-se uma linguagem de protesto que transcende fronteiras e questionava as relações de
poder e violação de direitos no Brasil.
Os desfiles de Zuzu Angel
Após o assassinato de seu filho, Stuart Angel, militante do MR-8, ela passou a usar suas criações como forma de
denúncia. Seus desfiles incorporavam símbolos nacionais como anjos, pássaros em gaiolas, estampas de tortura e padrões
camuflados, em uma crítica direta ao regime.
Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi o desfile no consulado brasileiro em Nova York, em 1971,
onde chocou a elite internacional ao revelar, por meio da moda, as atrocidades cometidas no Brasil.
Entre suas peças mais simbólicas, havia vestidos com tecidos vermelhos que evocavam sangue e formas que lembravam feridas, representando a dor e a violência. Zuzu também recorria a símbolos religiosos, como cruzes e mantos, reforçando a dimensão sacrificial da luta por liberdade.
Cada desfile era pensado como um ato político: música triste, iluminação dramática e figurinos carregados de significado transformavam a passarela em um palco de protesto.
O legado de Zuzu Angel
Com o passar dos anos, Zuzu tornou-se figura central na cultura brasileira. Mas na madrugada de 14 de abril de
1976, a estilista morreu em um acidente no Túnel Dois Irmãos, na Estrada da Gávea, no Rio de Janeiro — hoje chamado
Túnel Zuzu Angel. Sua morte, estranhamente violenta, foi investigada pelas autoridades anos depois.
Diversas investigações ponderam se foi realmente acidente ou assassinato cometido por agentes do regime. A Comissão Nacional da Verdade, em 1998, reconheceu sua morte como violenta, causada por ação estatal.
Em 1993, foi criado o Instituto Zuzu Angel, dedicado à memória e ensino da moda no Rio. A filha Hildegard, jornalista e herdeira da luta, conseguiu em 2020 a indenização por morte violenta, confirmando o reconhecimento jurídico da culpa
do Estado.
Seu nome está no Livro de Aço do Panteão da Pátria desde 2017. Sua história inspirou o filme Zuzu Angel (2006), dirigido por Sérgio Rezende e estrelado por Patrícia Pillar e Daniel de Oliveira. Além disso, sua luta também está eternizada
nas artes, livros e músicas como a canção “Angélica” de Chico Buarque.
(ADAPTADO. www. iclnoticias.com.br/conhecimento/zuzu-angel/)
I. Zuzu Angel nasceu em Minas Gerais, cresceu no Rio de Janeiro e aprendeu costura por conta própria;
II. Sua carreira internacional começou quando foi convidada a trabalhar em ateliês de Nova York, onde apresentou desfiles antes de qualquer reconhecimento no Brasil;
III. A morte de seu filho Stuart levou Zuzu a transformar sua atuação na moda em uma luta política contra a ditadura.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Zuzu Angel: história, resistência e legado
Nascida Zuleika Angel Jones, em Curvelo, Minas Gerais, Zuzu Angel construiu uma carreira na moda brasileira criando roupas que exaltavam elementos da cultura nacional. Cresceu no Rio de Janeiro e desenvolveu seu talento em costura
de forma autodidata, ganhando destaque ao criar roupas para amigas e familiares. Foi casada com o economista estadunidense Norman Angel Jones, com quem teve três filhos: Stuart, Hildegard e Ana Cristina.
Durante sua trajetória na moda, a originalidade de suas peças e o uso de materiais brasileiros logo chamaram atenção da elite carioca e abriu o caminho para a visibilidade internacional.
Zuzu apareceu em importantes revistas de moda, como a “Harper’s Bazaar” e o “New York Times”, e foi a primeira
estilista brasileira a realizar desfiles em Nova York, além de apresentar suas criações em Los Angeles e Washington.
Antes de se tornar um nome de peso na luta por direitos humanos, Zuzu Angel já era reconhecida por sua originalidade ao introduzir elementos brasileiros à alta costura.
Sua trajetória na moda começou na década de 1950, quando começou a produzir roupas para vender entre amigas.
A qualidade e a autenticidade de seu trabalho logo a colocaram em uma posição de destaque e teve a oportunidade de
desenhar roupas para pessoas famosas da época.
Zuzu ganhou reconhecimento ao criar peças que incorporavam elementos típicos da cultura brasileira, como rendas do Nordeste, chitas floridas, bordados manuais e estampas inspiradas na fauna e flora do país.
No entanto, o brilho de sua carreira foi literalmente ofuscado com o desaparecimento de seu filho, Stuart Angel Jones, aos 25 anos. E foi nesse momento que Zuzu transformou completamente sua carreira, saindo de trás das máquinas de
costura e indo para a luta contra a ditadura.
Moda como ferramenta política
Tendo que lidar com a dor e com a falta de respostas pelo sumiço do filho, Zuzu Angel transformou esse sentimento em uma luta pública por justiça. Valendo-se de sua projeção internacional no mundo da moda, ela buscou envolver autoridades dos Estados Unidos, país de origem de seu ex-marido, na pressão pelo esclarecimento do assassinato de seu filho.
Criou então uma coleção de protesto, com estampas de manchas vermelhas, motivos de guerra, pássaros presos
em gaiolas e anjos ensanguentados, simbolizando a repressão brutal do regime. Em seu desfile “International Dateline
Collection III – Holiday and Resort”, apresentou peças que narram, por meio de imagens e bordados, sua dor e a violência do Estado.
Os desenhos, que evocavam traços infantis, remetem à figura do filho perdido. No encerramento do desfile, Zuzu
Angel usou um vestido longo preto com manto cobrindo a cabeça, cinto com cem crucifixos e um pingente de anjo, um
manifesto silencioso, mas eloquente, sobre o luto transformado em resistência.
Dessa forma, a moda tornou-se uma linguagem de protesto que transcende fronteiras e questionava as relações de
poder e violação de direitos no Brasil.
Os desfiles de Zuzu Angel
Após o assassinato de seu filho, Stuart Angel, militante do MR-8, ela passou a usar suas criações como forma de
denúncia. Seus desfiles incorporavam símbolos nacionais como anjos, pássaros em gaiolas, estampas de tortura e padrões
camuflados, em uma crítica direta ao regime.
Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi o desfile no consulado brasileiro em Nova York, em 1971,
onde chocou a elite internacional ao revelar, por meio da moda, as atrocidades cometidas no Brasil.
Entre suas peças mais simbólicas, havia vestidos com tecidos vermelhos que evocavam sangue e formas que lembravam feridas, representando a dor e a violência. Zuzu também recorria a símbolos religiosos, como cruzes e mantos, reforçando a dimensão sacrificial da luta por liberdade.
Cada desfile era pensado como um ato político: música triste, iluminação dramática e figurinos carregados de significado transformavam a passarela em um palco de protesto.
O legado de Zuzu Angel
Com o passar dos anos, Zuzu tornou-se figura central na cultura brasileira. Mas na madrugada de 14 de abril de
1976, a estilista morreu em um acidente no Túnel Dois Irmãos, na Estrada da Gávea, no Rio de Janeiro — hoje chamado
Túnel Zuzu Angel. Sua morte, estranhamente violenta, foi investigada pelas autoridades anos depois.
Diversas investigações ponderam se foi realmente acidente ou assassinato cometido por agentes do regime. A Comissão Nacional da Verdade, em 1998, reconheceu sua morte como violenta, causada por ação estatal.
Em 1993, foi criado o Instituto Zuzu Angel, dedicado à memória e ensino da moda no Rio. A filha Hildegard, jornalista e herdeira da luta, conseguiu em 2020 a indenização por morte violenta, confirmando o reconhecimento jurídico da culpa
do Estado.
Seu nome está no Livro de Aço do Panteão da Pátria desde 2017. Sua história inspirou o filme Zuzu Angel (2006), dirigido por Sérgio Rezende e estrelado por Patrícia Pillar e Daniel de Oliveira. Além disso, sua luta também está eternizada
nas artes, livros e músicas como a canção “Angélica” de Chico Buarque.
(ADAPTADO. www. iclnoticias.com.br/conhecimento/zuzu-angel/)
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Zuzu Angel: história, resistência e legado
Nascida Zuleika Angel Jones, em Curvelo, Minas Gerais, Zuzu Angel construiu uma carreira na moda brasileira criando roupas que exaltavam elementos da cultura nacional. Cresceu no Rio de Janeiro e desenvolveu seu talento em costura
de forma autodidata, ganhando destaque ao criar roupas para amigas e familiares. Foi casada com o economista estadunidense Norman Angel Jones, com quem teve três filhos: Stuart, Hildegard e Ana Cristina.
Durante sua trajetória na moda, a originalidade de suas peças e o uso de materiais brasileiros logo chamaram atenção da elite carioca e abriu o caminho para a visibilidade internacional.
Zuzu apareceu em importantes revistas de moda, como a “Harper’s Bazaar” e o “New York Times”, e foi a primeira
estilista brasileira a realizar desfiles em Nova York, além de apresentar suas criações em Los Angeles e Washington.
Antes de se tornar um nome de peso na luta por direitos humanos, Zuzu Angel já era reconhecida por sua originalidade ao introduzir elementos brasileiros à alta costura.
Sua trajetória na moda começou na década de 1950, quando começou a produzir roupas para vender entre amigas.
A qualidade e a autenticidade de seu trabalho logo a colocaram em uma posição de destaque e teve a oportunidade de
desenhar roupas para pessoas famosas da época.
Zuzu ganhou reconhecimento ao criar peças que incorporavam elementos típicos da cultura brasileira, como rendas do Nordeste, chitas floridas, bordados manuais e estampas inspiradas na fauna e flora do país.
No entanto, o brilho de sua carreira foi literalmente ofuscado com o desaparecimento de seu filho, Stuart Angel Jones, aos 25 anos. E foi nesse momento que Zuzu transformou completamente sua carreira, saindo de trás das máquinas de
costura e indo para a luta contra a ditadura.
Moda como ferramenta política
Tendo que lidar com a dor e com a falta de respostas pelo sumiço do filho, Zuzu Angel transformou esse sentimento em uma luta pública por justiça. Valendo-se de sua projeção internacional no mundo da moda, ela buscou envolver autoridades dos Estados Unidos, país de origem de seu ex-marido, na pressão pelo esclarecimento do assassinato de seu filho.
Criou então uma coleção de protesto, com estampas de manchas vermelhas, motivos de guerra, pássaros presos
em gaiolas e anjos ensanguentados, simbolizando a repressão brutal do regime. Em seu desfile “International Dateline
Collection III – Holiday and Resort”, apresentou peças que narram, por meio de imagens e bordados, sua dor e a violência do Estado.
Os desenhos, que evocavam traços infantis, remetem à figura do filho perdido. No encerramento do desfile, Zuzu
Angel usou um vestido longo preto com manto cobrindo a cabeça, cinto com cem crucifixos e um pingente de anjo, um
manifesto silencioso, mas eloquente, sobre o luto transformado em resistência.
Dessa forma, a moda tornou-se uma linguagem de protesto que transcende fronteiras e questionava as relações de
poder e violação de direitos no Brasil.
Os desfiles de Zuzu Angel
Após o assassinato de seu filho, Stuart Angel, militante do MR-8, ela passou a usar suas criações como forma de
denúncia. Seus desfiles incorporavam símbolos nacionais como anjos, pássaros em gaiolas, estampas de tortura e padrões
camuflados, em uma crítica direta ao regime.
Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória foi o desfile no consulado brasileiro em Nova York, em 1971,
onde chocou a elite internacional ao revelar, por meio da moda, as atrocidades cometidas no Brasil.
Entre suas peças mais simbólicas, havia vestidos com tecidos vermelhos que evocavam sangue e formas que lembravam feridas, representando a dor e a violência. Zuzu também recorria a símbolos religiosos, como cruzes e mantos, reforçando a dimensão sacrificial da luta por liberdade.
Cada desfile era pensado como um ato político: música triste, iluminação dramática e figurinos carregados de significado transformavam a passarela em um palco de protesto.
O legado de Zuzu Angel
Com o passar dos anos, Zuzu tornou-se figura central na cultura brasileira. Mas na madrugada de 14 de abril de
1976, a estilista morreu em um acidente no Túnel Dois Irmãos, na Estrada da Gávea, no Rio de Janeiro — hoje chamado
Túnel Zuzu Angel. Sua morte, estranhamente violenta, foi investigada pelas autoridades anos depois.
Diversas investigações ponderam se foi realmente acidente ou assassinato cometido por agentes do regime. A Comissão Nacional da Verdade, em 1998, reconheceu sua morte como violenta, causada por ação estatal.
Em 1993, foi criado o Instituto Zuzu Angel, dedicado à memória e ensino da moda no Rio. A filha Hildegard, jornalista e herdeira da luta, conseguiu em 2020 a indenização por morte violenta, confirmando o reconhecimento jurídico da culpa
do Estado.
Seu nome está no Livro de Aço do Panteão da Pátria desde 2017. Sua história inspirou o filme Zuzu Angel (2006), dirigido por Sérgio Rezende e estrelado por Patrícia Pillar e Daniel de Oliveira. Além disso, sua luta também está eternizada
nas artes, livros e músicas como a canção “Angélica” de Chico Buarque.
(ADAPTADO. www. iclnoticias.com.br/conhecimento/zuzu-angel/)
I. Cresceu no Rio de Janeiro e desenvolveu seu talento em costura de forma autodidata; II. Durante sua trajetória na moda, a originalidade de suas peças; III. que transcende fronteiras e questionava as relações de poder.
As palavras destacadas significam, respectivamente:
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Mounjaro emagrece mesmo?
Medicamento emagrecedor, o Mounjaro deve ser lançado no Brasil em agosto e promete ser mais eficiente do que o Ozempic para perda de peso
“Primo-irmão” do Ozempic (semaglutida), o medicamento Mounjaro virou trend nas redes sociais após celebridades relatarem o uso para o emagrecimento rápido. O professor de Enfermagem do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Danilo Avelar, responde as quatro principais dúvidas sobre o remédio.
Qual é o principal mecanismo de ação do Mounjaro? Emagrece?
“Ele atua como um análogo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Esses hormônios são responsáveis por estimular receptores que aumentam a produção de insulina em
resposta à glicose. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e
contribuindo para o controle glicêmico”, explica.
Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento pelos pacientes?
“O Mounjaro tem administração por via subcutânea, geralmente em uma dose inicial baixa, ajustada conforme a
resposta do paciente ao tratamento. Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que
pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, comenta.
Quais efeitos colaterais comuns e como gerenciar?
“Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Além disso, esses sintomas podem ser gerenciados com ajustes na dieta, como aumento na ingestão
de fibras e líquidos, além de orientação médica para minimizar o impacto dos efeitos adversos”, respondeu.
Existem precauções específicas?
“É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro, como distúrbios gastrointestinais e mudanças na pressão arterial. O uso do medicamento deve ter acompanhamento de profissionais de saúde,
especialmente no ajuste da dosagem inicial e na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos”, encerrou
Danilo Avelar.
ADAPTADO. Guilherme Faber. www. sportlife.com.br/especialista-responde-as-quatro-principais-duvidas-sobremounjaro/?utm_source=Metrópoles. 8 jul. 2024.
“É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro”.
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Mounjaro emagrece mesmo?
Medicamento emagrecedor, o Mounjaro deve ser lançado no Brasil em agosto e promete ser mais eficiente do que o Ozempic para perda de peso
“Primo-irmão” do Ozempic (semaglutida), o medicamento Mounjaro virou trend nas redes sociais após celebridades relatarem o uso para o emagrecimento rápido. O professor de Enfermagem do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Danilo Avelar, responde as quatro principais dúvidas sobre o remédio.
Qual é o principal mecanismo de ação do Mounjaro? Emagrece?
“Ele atua como um análogo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Esses hormônios são responsáveis por estimular receptores que aumentam a produção de insulina em
resposta à glicose. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e
contribuindo para o controle glicêmico”, explica.
Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento pelos pacientes?
“O Mounjaro tem administração por via subcutânea, geralmente em uma dose inicial baixa, ajustada conforme a
resposta do paciente ao tratamento. Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que
pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, comenta.
Quais efeitos colaterais comuns e como gerenciar?
“Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Além disso, esses sintomas podem ser gerenciados com ajustes na dieta, como aumento na ingestão
de fibras e líquidos, além de orientação médica para minimizar o impacto dos efeitos adversos”, respondeu.
Existem precauções específicas?
“É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro, como distúrbios gastrointestinais e mudanças na pressão arterial. O uso do medicamento deve ter acompanhamento de profissionais de saúde,
especialmente no ajuste da dosagem inicial e na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos”, encerrou
Danilo Avelar.
ADAPTADO. Guilherme Faber. www. sportlife.com.br/especialista-responde-as-quatro-principais-duvidas-sobremounjaro/?utm_source=Metrópoles. 8 jul. 2024.
I. na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos; II. como aumento na ingestão de fibras e líquidos; III. Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento; IV. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico; V. Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais.
Marque a alternativa correta.
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Mounjaro emagrece mesmo?
Medicamento emagrecedor, o Mounjaro deve ser lançado no Brasil em agosto e promete ser mais eficiente do que o Ozempic para perda de peso
“Primo-irmão” do Ozempic (semaglutida), o medicamento Mounjaro virou trend nas redes sociais após celebridades relatarem o uso para o emagrecimento rápido. O professor de Enfermagem do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Danilo Avelar, responde as quatro principais dúvidas sobre o remédio.
Qual é o principal mecanismo de ação do Mounjaro? Emagrece?
“Ele atua como um análogo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Esses hormônios são responsáveis por estimular receptores que aumentam a produção de insulina em
resposta à glicose. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e
contribuindo para o controle glicêmico”, explica.
Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento pelos pacientes?
“O Mounjaro tem administração por via subcutânea, geralmente em uma dose inicial baixa, ajustada conforme a
resposta do paciente ao tratamento. Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que
pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, comenta.
Quais efeitos colaterais comuns e como gerenciar?
“Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Além disso, esses sintomas podem ser gerenciados com ajustes na dieta, como aumento na ingestão
de fibras e líquidos, além de orientação médica para minimizar o impacto dos efeitos adversos”, respondeu.
Existem precauções específicas?
“É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro, como distúrbios gastrointestinais e mudanças na pressão arterial. O uso do medicamento deve ter acompanhamento de profissionais de saúde,
especialmente no ajuste da dosagem inicial e na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos”, encerrou
Danilo Avelar.
ADAPTADO. Guilherme Faber. www. sportlife.com.br/especialista-responde-as-quatro-principais-duvidas-sobremounjaro/?utm_source=Metrópoles. 8 jul. 2024.
“Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento.”
( ) “Conveniência” indica facilidade e praticidade proporcionadas ao paciente; ( ) “Flexibilidade” significa ausência total de regras no tratamento; ( ) “Adesão” refere-se ao comprometimento do paciente em seguir corretamente o tratamento; ( ) “Significativamente” expressa uma mudança de pequena relevância.
Qual a alternativa correta?
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Mounjaro emagrece mesmo?
Medicamento emagrecedor, o Mounjaro deve ser lançado no Brasil em agosto e promete ser mais eficiente do que o Ozempic para perda de peso
“Primo-irmão” do Ozempic (semaglutida), o medicamento Mounjaro virou trend nas redes sociais após celebridades relatarem o uso para o emagrecimento rápido. O professor de Enfermagem do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Danilo Avelar, responde as quatro principais dúvidas sobre o remédio.
Qual é o principal mecanismo de ação do Mounjaro? Emagrece?
“Ele atua como um análogo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Esses hormônios são responsáveis por estimular receptores que aumentam a produção de insulina em
resposta à glicose. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e
contribuindo para o controle glicêmico”, explica.
Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento pelos pacientes?
“O Mounjaro tem administração por via subcutânea, geralmente em uma dose inicial baixa, ajustada conforme a
resposta do paciente ao tratamento. Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que
pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, comenta.
Quais efeitos colaterais comuns e como gerenciar?
“Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Além disso, esses sintomas podem ser gerenciados com ajustes na dieta, como aumento na ingestão
de fibras e líquidos, além de orientação médica para minimizar o impacto dos efeitos adversos”, respondeu.
Existem precauções específicas?
“É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro, como distúrbios gastrointestinais e mudanças na pressão arterial. O uso do medicamento deve ter acompanhamento de profissionais de saúde,
especialmente no ajuste da dosagem inicial e na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos”, encerrou
Danilo Avelar.
ADAPTADO. Guilherme Faber. www. sportlife.com.br/especialista-responde-as-quatro-principais-duvidas-sobremounjaro/?utm_source=Metrópoles. 8 jul. 2024.
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Medicamento emagrecedor, o Mounjaro deve ser lançado no Brasil em agosto e promete ser mais eficiente do que o Ozempic para perda de peso
“Primo-irmão” do Ozempic (semaglutida), o medicamento Mounjaro virou trend nas redes sociais após celebridades relatarem o uso para o emagrecimento rápido. O professor de Enfermagem do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Danilo Avelar, responde as quatro principais dúvidas sobre o remédio.
Qual é o principal mecanismo de ação do Mounjaro? Emagrece?
“Ele atua como um análogo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Esses hormônios são responsáveis por estimular receptores que aumentam a produção de insulina em
resposta à glicose. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e
contribuindo para o controle glicêmico”, explica.
Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento pelos pacientes?
“O Mounjaro tem administração por via subcutânea, geralmente em uma dose inicial baixa, ajustada conforme a
resposta do paciente ao tratamento. Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que
pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, comenta.
Quais efeitos colaterais comuns e como gerenciar?
“Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Além disso, esses sintomas podem ser gerenciados com ajustes na dieta, como aumento na ingestão
de fibras e líquidos, além de orientação médica para minimizar o impacto dos efeitos adversos”, respondeu.
Existem precauções específicas?
“É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro, como distúrbios gastrointestinais e mudanças na pressão arterial. O uso do medicamento deve ter acompanhamento de profissionais de saúde,
especialmente no ajuste da dosagem inicial e na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos”, encerrou
Danilo Avelar.
ADAPTADO. Guilherme Faber. www. sportlife.com.br/especialista-responde-as-quatro-principais-duvidas-sobremounjaro/?utm_source=Metrópoles. 8 jul. 2024.
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A interdiscursividade refere-se à presença de outros
dizeres, outros discursos e outras vozes que atravessam
todo enunciado, evidenciando que nenhum discurso é
isolado ou neutro. Assim, o sentido se constrói no
entrecruzamento de formações discursivas distintas,
marcadas por posições sociais, ideológicas e históricas.
Inerente a esses fundamentos, pressupõe-se que:
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Em uma reportagem publicada em um jornal impresso de grande circulação, um colunista afirma:
"As vozes que se erguem contra o projeto não trazem argumentos, mas slogans reciclados. Se é verdade que a medida afeta grupos sensíveis, também é fato que a histeria, vendida como resistência, só enfraquece o debate público."
Nesse excerto, observam-se recursos linguísticos que mobilizam sentidos múltiplos e articulam diferentes posições discursivas.
Com base nessa leitura, assinale a alternativa correta:
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