Magna Concursos

Foram encontradas 349.334 questões.

4026042 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.
        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
No texto apresentado, por que o autor escolhe usar frases ditas diretamente pelos personagens (discurso direto)?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4026041 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
        O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram seus animais de estimação como membros da família.
        Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
        O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
        “Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
        Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
        Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles, não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
        Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
        Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024. Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
A divisão do texto em duas partes — uma contendo relatos e dados sociais sobre a relação afetiva com os pets e outra com opiniões de profissionais — atende a qual finalidade discursivo-argumentativa predominante?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4025985 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA

Leia a charge:


TEXTO II 

Enunciado 4957685-1

Observe o enunciado presente na charge: “Inteligência artificial pode extinguir diversas profissões no futuro…”. Considerando a estrutura sintática dessa oração e a relação de sentido com a cena representada (o meteoro com “I.A.” se aproximando dos trabalhadores), assinale a alternativa que classifica corretamente os termos da oração.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4025984 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA

Leia a charge:


TEXTO II 

Enunciado 4957684-1

A charge apresenta dois momentos paralelos: no primeiro, dinossauros observam um meteoro prestes a colidir com a Terra; no segundo, trabalhadores contemporâneos observam um meteoro idêntico, mas com as letras “I.A.” inscritas. Considerando o alerta de Stephen Hawking sobre os riscos da evolução descontrolada da inteligência artificial, especialmente no que diz respeito à “extinção” de profissões e à possível desestabilização social, assinale a alternativa que melhor estabelece a relação crítica entre o texto I e a charge.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4025983 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

TEXTO I.
Alerta de Stephen Hawking sobre IA parece cada vez mais próximo da realidade
        Em 2014, o renomado físico Stephen Hawking alertou para os perigos do avanço descontrolado da inteligência artificial. Na época, suas palavras pareciam saídas de um enredo de ficção científica, ao descrever máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana em pouco tempo.
        Hawking afirmou à BBC que o desenvolvimento completo da IA poderia representar o fim da humanidade. Segundo ele, enquanto as formas iniciais de inteligência artificial já se mostravam úteis, a evolução para sistemas autônomos e mais rápidos que o cérebro humano poderia criar um cenário perigoso e sem precedentes.
        O cientista não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas sim que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem. Ele alertava que, se a IA evoluísse em um ritmo que os humanos não conseguissem acompanhar, o equilíbrio de poder seria profundamente alterado.
        Além disso, Hawking também chamou atenção para os impactos sociais e econômicos da automação em larga escala. Ele previa que empregos desapareceriam em massa e que o controle da tecnologia concentraria ainda mais poder nas mãos de poucos, ampliando desigualdades.
        Na época, os sistemas de IA ainda estavam em estágios iniciais, mas o avanço acelerado de tecnologias como machine learning e deep learning encurtou a distância entre o imaginado e o real. Hoje, especialistas consideram que os riscos apontados por Hawking não são apenas teóricos, mas uma possibilidade concreta.
        Três fatores críticos são mencionados por estudiosos: o surgimento de uma IA que consiga se aprimorar continuamente, a falta de alinhamento com valores humanos e a ausência de mecanismos eficazes de controle. Ignorar esses pontos pode levar a consequências irreversíveis, conforme alertava o físico.
        Hawking resumiu sua visão com uma frase marcante: o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último, caso não saibamos lidar com os riscos envolvidos.
DISPONÍVEL EM: www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/alerta-de-stephen-hawking
Analise os trechos nos itens a seguir e suas respectivas explicações sobre as conjunções destacadas:
I. “...máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana...” – Conjunção coordenativa aditiva, estabelece acréscimo, continuidade e encadeamento lógico entre duas ações ou características.
II. “...não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem.” – Conjunção coordenativa adversativa, introduz contraste, oposição parcial ou ressalva ao enunciado anterior.
III. “...o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último...” – Conjunção subordinativa alternativa, indica possibilidade excludente ou duas vias opostas de desenvolvimento.
Assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4025982 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

TEXTO I.
Alerta de Stephen Hawking sobre IA parece cada vez mais próximo da realidade
        Em 2014, o renomado físico Stephen Hawking alertou para os perigos do avanço descontrolado da inteligência artificial. Na época, suas palavras pareciam saídas de um enredo de ficção científica, ao descrever máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana em pouco tempo.
        Hawking afirmou à BBC que o desenvolvimento completo da IA poderia representar o fim da humanidade. Segundo ele, enquanto as formas iniciais de inteligência artificial já se mostravam úteis, a evolução para sistemas autônomos e mais rápidos que o cérebro humano poderia criar um cenário perigoso e sem precedentes.
        O cientista não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas sim que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem. Ele alertava que, se a IA evoluísse em um ritmo que os humanos não conseguissem acompanhar, o equilíbrio de poder seria profundamente alterado.
        Além disso, Hawking também chamou atenção para os impactos sociais e econômicos da automação em larga escala. Ele previa que empregos desapareceriam em massa e que o controle da tecnologia concentraria ainda mais poder nas mãos de poucos, ampliando desigualdades.
        Na época, os sistemas de IA ainda estavam em estágios iniciais, mas o avanço acelerado de tecnologias como machine learning e deep learning encurtou a distância entre o imaginado e o real. Hoje, especialistas consideram que os riscos apontados por Hawking não são apenas teóricos, mas uma possibilidade concreta.
        Três fatores críticos são mencionados por estudiosos: o surgimento de uma IA que consiga se aprimorar continuamente, a falta de alinhamento com valores humanos e a ausência de mecanismos eficazes de controle. Ignorar esses pontos pode levar a consequências irreversíveis, conforme alertava o físico.
        Hawking resumiu sua visão com uma frase marcante: o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último, caso não saibamos lidar com os riscos envolvidos.
DISPONÍVEL EM: www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/alerta-de-stephen-hawking
Qual alternativa aborda as implicações socioeconômicas previstas por Hawking no contexto da automação avançada?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4025981 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Medicilândia-PA
A partir do texto abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

TEXTO I.
Alerta de Stephen Hawking sobre IA parece cada vez mais próximo da realidade
        Em 2014, o renomado físico Stephen Hawking alertou para os perigos do avanço descontrolado da inteligência artificial. Na época, suas palavras pareciam saídas de um enredo de ficção científica, ao descrever máquinas capazes de se aprimorar sozinhas, reescrevendo seus próprios códigos e superando a inteligência humana em pouco tempo.
        Hawking afirmou à BBC que o desenvolvimento completo da IA poderia representar o fim da humanidade. Segundo ele, enquanto as formas iniciais de inteligência artificial já se mostravam úteis, a evolução para sistemas autônomos e mais rápidos que o cérebro humano poderia criar um cenário perigoso e sem precedentes.
        O cientista não temia que a IA desenvolvesse uma vontade própria maliciosa, mas sim que sua capacidade superior de processamento colocasse os humanos em desvantagem. Ele alertava que, se a IA evoluísse em um ritmo que os humanos não conseguissem acompanhar, o equilíbrio de poder seria profundamente alterado.
        Além disso, Hawking também chamou atenção para os impactos sociais e econômicos da automação em larga escala. Ele previa que empregos desapareceriam em massa e que o controle da tecnologia concentraria ainda mais poder nas mãos de poucos, ampliando desigualdades.
        Na época, os sistemas de IA ainda estavam em estágios iniciais, mas o avanço acelerado de tecnologias como machine learning e deep learning encurtou a distância entre o imaginado e o real. Hoje, especialistas consideram que os riscos apontados por Hawking não são apenas teóricos, mas uma possibilidade concreta.
        Três fatores críticos são mencionados por estudiosos: o surgimento de uma IA que consiga se aprimorar continuamente, a falta de alinhamento com valores humanos e a ausência de mecanismos eficazes de controle. Ignorar esses pontos pode levar a consequências irreversíveis, conforme alertava o físico.
        Hawking resumiu sua visão com uma frase marcante: o sucesso na criação da IA pode ser o maior feito da humanidade — ou seu último, caso não saibamos lidar com os riscos envolvidos.
DISPONÍVEL EM: www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/alerta-de-stephen-hawking
Qual alternativa expressa o risco estrutural apontado pelo físico quanto à evolução acelerada desses sistemas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
Assinale a opção correta acerca de aspectos linguísticos pertinentes ao seguinte trecho do texto CG1A1-II: “A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
No quarto período do texto CG1A1-II, a expressão “ao delegar a vida aos algoritmos” poderia ser substituída, preservados os sentidos do texto e a correção gramatical, por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto CG1A1-II
    No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha com uma proximidade confortável e sem consequências, mas carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações). 
Assinale a opção correta em relação ao seguinte trecho do texto CG1A1-II: ‘Talvez o melhor médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se não há alternativa, se não é possível pagar por um médico, especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que nada’.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas