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Com base nas teorias linguísticas contemporâneas sobre
os modos de reflexão da linguagem sobre si mesma,
julgue as afirmativas a seguir.
I.O epilinguismo é caracterizado por manifestações espontâneas e não sistematizadas de consciência linguística, frequentemente observadas durante a aquisição da linguagem, em que o falante opera sobre a estrutura da língua sem intencionalidade reflexiva.
II.O metalinguismo pressupõe uma operação deliberada de análise da linguagem por meio da própria linguagem, sendo típico de discursos técnicos, definidores ou normativos, nos quais a língua se volta conscientemente sobre suas unidades e regras.
III.A distinção entre epilinguismo e metalinguismo reside essencialmente no tipo de código utilizado: o primeiro opera com linguagem não verbal e o segundo, com linguagem verbal, sendo, por isso, o metalinguismo mais limitado em contextos pragmáticos.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.O epilinguismo é caracterizado por manifestações espontâneas e não sistematizadas de consciência linguística, frequentemente observadas durante a aquisição da linguagem, em que o falante opera sobre a estrutura da língua sem intencionalidade reflexiva.
II.O metalinguismo pressupõe uma operação deliberada de análise da linguagem por meio da própria linguagem, sendo típico de discursos técnicos, definidores ou normativos, nos quais a língua se volta conscientemente sobre suas unidades e regras.
III.A distinção entre epilinguismo e metalinguismo reside essencialmente no tipo de código utilizado: o primeiro opera com linguagem não verbal e o segundo, com linguagem verbal, sendo, por isso, o metalinguismo mais limitado em contextos pragmáticos.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Considere as afirmativas relacionadas à Concordância
verbal e nominal; à regência verbal e nominal; e à
colocação pronominal. Registre V, para verdadeiras, e F,
para falsas:
(__)A regra geral da concordância verbal estabelece que o verbo deve concordar, em número e pessoa, com o sujeito da oração. Contudo, quando o sujeito é indeterminado, o verbo passa para a terceira pessoa do plural. Já nos casos em que a indeterminação é marcada pela partícula se, o verbo permanece no singular.
(__)A regência dos verbos lembrar e esquecer varia conforme o uso pronominal: quando surgem nas formas pronominais (lembrar-se, esquecer-se), comportam-se como transitivos indiretos e exigem a preposição de; quando aparecem sem pronome, tornam-se transitivos diretos e dispensam preposição.
(__)Não se admite a ênclise nem a próclise com particípios, pois, quando aparecem desacompanhados de verbo auxiliar, exige-se sempre a forma do pronome oblíquo regida por preposição; já com os infinitivos soltos, mesmo quando modificados por negação, admite-se tanto a próclise quanto a ênclise, embora haja forte tendência para a segunda colocação pronominal.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
(__)A regra geral da concordância verbal estabelece que o verbo deve concordar, em número e pessoa, com o sujeito da oração. Contudo, quando o sujeito é indeterminado, o verbo passa para a terceira pessoa do plural. Já nos casos em que a indeterminação é marcada pela partícula se, o verbo permanece no singular.
(__)A regência dos verbos lembrar e esquecer varia conforme o uso pronominal: quando surgem nas formas pronominais (lembrar-se, esquecer-se), comportam-se como transitivos indiretos e exigem a preposição de; quando aparecem sem pronome, tornam-se transitivos diretos e dispensam preposição.
(__)Não se admite a ênclise nem a próclise com particípios, pois, quando aparecem desacompanhados de verbo auxiliar, exige-se sempre a forma do pronome oblíquo regida por preposição; já com os infinitivos soltos, mesmo quando modificados por negação, admite-se tanto a próclise quanto a ênclise, embora haja forte tendência para a segunda colocação pronominal.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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"O que se escreve é mais do que o que se diz: é o que
permanece. A escrita exige precisão não apenas na
escolha das palavras, mas também na sua grafia e na
estruturação do discurso. Uma vírgula mal posta, um
hífen indevido ou um acento ausente não são meras
incorreções técnicas — podem comprometer o sentido, a
fluidez e até mesmo a credibilidade do texto."
(Adaptado de BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Nova Fronteira, 2009.)
Com base no excerto acima e nos fundamentos normativos da ortografia e da pontuação da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta um julgamento linguístico tecnicamente correto quanto à aplicação das regras oficiais e à implicação semântica dos recursos gráficos.
(Adaptado de BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Nova Fronteira, 2009.)
Com base no excerto acima e nos fundamentos normativos da ortografia e da pontuação da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta um julgamento linguístico tecnicamente correto quanto à aplicação das regras oficiais e à implicação semântica dos recursos gráficos.
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A BNCC, ao redefinir o lugar da linguagem na educação
básica, desloca o foco do domínio de estruturas formais
isoladas para o desenvolvimento de competências que
articulem práticas de linguagem situadas, modos de
participação discursiva e capacidades cognitivas de
apropriação crítica dos textos.
Diante dessas proposições, analise as asserções e a relação entre elas:
I.As competências de Língua Portuguesa definidas pela BNCC pressupõem que o estudante mobilize saberes linguísticos, discursivos e socioculturais em práticas reais de linguagem, o que implica reconhecer que o conhecimento gramatical só ganha sentido pleno quando articulado às situações concretas de uso.
PORQUE
II.A BNCC fundamenta-se na premissa de que o ensino da norma padrão deve ser concebido como etapa preparatória e anterior às práticas discursivas, pois somente a partir do domínio prévio das regularidades formais é possível desenvolver competências interpretativas e comunicativas complexas.
Diante dessas proposições, analise as asserções e a relação entre elas:
I.As competências de Língua Portuguesa definidas pela BNCC pressupõem que o estudante mobilize saberes linguísticos, discursivos e socioculturais em práticas reais de linguagem, o que implica reconhecer que o conhecimento gramatical só ganha sentido pleno quando articulado às situações concretas de uso.
PORQUE
II.A BNCC fundamenta-se na premissa de que o ensino da norma padrão deve ser concebido como etapa preparatória e anterior às práticas discursivas, pois somente a partir do domínio prévio das regularidades formais é possível desenvolver competências interpretativas e comunicativas complexas.
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O anúncio não se limita a apresentar um produto: ele
constrói um universo simbólico que envolve valores,
sensações e expectativas. Mais do que informar, o texto
publicitário seduz, por meio da manipulação estética da
linguagem, pela musicalidade, pela ambiguidade e pela
sugestão. A eficácia da propaganda repousa, não raro,
na habilidade de dizer indiretamente aquilo que não pode
ser dito de forma explícita. Nesse contexto, considerando
os mecanismos linguísticos empregados no discurso
publicitário, considerando as funções da linguagem, o
uso de figuras e os níveis de linguagem, pode-se afirmar
que:
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Não olhe, eles estão te julgando
As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas.
O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente
confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém
questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se
estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares
públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular
vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo
olhar alheio.
Andar sozinha em uma grande cidade pode ser
assustador, e talvez por isso surja a necessidade de
buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui
ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a
sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem
ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre
conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se
precisasse garantir que ninguém reparasse na minha
solidão momentânea.
Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter
companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser
solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize
mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o
medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas
nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.
Texto Adaptado
OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In:
Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo
ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025.
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Não olhe, eles estão te julgando
As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas.
O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente
confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém
questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se
estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares
públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular
vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo
olhar alheio.
Andar sozinha em uma grande cidade pode ser
assustador, e talvez por isso surja a necessidade de
buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui
ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a
sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem
ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre
conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se
precisasse garantir que ninguém reparasse na minha
solidão momentânea.
Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter
companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser
solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize
mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o
medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas
nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.
Texto Adaptado
OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In:
Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo
ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025.
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Não olhe, eles estão te julgando
As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas.
O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente
confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém
questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se
estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares
públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular
vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo
olhar alheio.
Andar sozinha em uma grande cidade pode ser
assustador, e talvez por isso surja a necessidade de
buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui
ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a
sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem
ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre
conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se
precisasse garantir que ninguém reparasse na minha
solidão momentânea.
Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter
companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser
solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize
mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o
medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas
nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.
Texto Adaptado
OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In:
Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo
ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025.
"Durante o filme, ria e chorava, sempre conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se precisasse garantir que ninguém reparasse na minha solidão momentânea."
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Não olhe, eles estão te julgando
As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas.
O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente
confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém
questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se
estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares
públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular
vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo
olhar alheio.
Andar sozinha em uma grande cidade pode ser
assustador, e talvez por isso surja a necessidade de
buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui
ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a
sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem
ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre
conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se
precisasse garantir que ninguém reparasse na minha
solidão momentânea.
Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter
companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser
solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize
mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o
medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas
nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.
Texto Adaptado
OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In:
Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo
ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025.
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Não olhe, eles estão te julgando
As pessoas não gostam de ver outras pessoas sozinhas.
O garçom pergunta se a mesa é para um, a atendente
confirma se é só um ingresso, e até em um bar alguém
questiona o que uma mulher bonita faz sozinha, como se
estar só fosse um convite para abordagens. Em lugares
públicos, os olhares continuam esbarrando, e o celular
vira escudo para amenizar o incômodo causado pelo
olhar alheio.
Andar sozinha em uma grande cidade pode ser
assustador, e talvez por isso surja a necessidade de
buscar companhia. Lembro-me da primeira vez que fui
ao cinema sozinha: comprei meu ingresso, esperei a
sessão e me sentei com meu balde de pipoca, sem
ninguém ao lado. Durante o filme, ria e chorava, sempre
conferindo a cadeira vazia e olhando para trás, como se
precisasse garantir que ninguém reparasse na minha
solidão momentânea.
Quando o filme terminou, percebi que tudo bem não ter
companhia às vezes. Estar sozinha não significa ser
solitária, e reconhecer isso faz com que a gente valorize
mais a própria presença. O alerta sempre vai existir — o
medo de abordagens ou de olhares julgadores, mas
nada disso deve impedir que você escolha a si mesma.
Texto Adaptado
OLIVEIRA, Gabrielle Abreu de. Não olhe, eles estão te julgando. In:
Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo.
Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo
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